Nesta Data
Relembro o meu colega Salvador Allende que trocou a medicina pela política.
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
Relembro o meu colega Salvador Allende que trocou a medicina pela política.
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No Diário Digital de hoje:
"Unicef: Portugal é dos países com menos mortalidade infantil
Portugal é um dos países do Mundo com mais baixa taxa de mortalidade infantil ao registar, no ano passado, cinco mortes em cada mil crianças, revela um relatório da UNICEF hoje divulgado.
De acordo com o relatório «Situação da Infância 2007», do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Portugal é o 13º país (em mais de 180) com a mais baixa taxa de mortalidade infantil.
Suíça, Eslovénia, Finlândia, Itália, Japão, Liechtenstein, Noruega, República Checa, Suécia, Andorra, Singapura, Islândia e San Marino são os países que aprestam uma taxa de mortalidade infantil mais baixa do que Portugal.
Segundo o documento da UNICEF, em 1990 registaram-se em Portugal 14 mortes por cada mil crianças, enquanto em 2005 o número de mortes desceu para cinco em cada mil.
O mesmo relatório indica ainda que em 2005 nasceram em Portugal 111 mil bebés e morreram mil crianças até aos cinco anos de idade.
O documento acrescenta ainda que nesse ano, oito por cento dos bebés em Portugal tinham baixo peso (menos de 2,5 quilos) quando nasceram.
A UNICEF destaca que a taxa de natalidade no país tem vindo a diminuir, tendo-se apenas registado um aumento de 0,3% da população entre 1990 e 2005.
O relatório indica igualmente que Portugal é um dos países do mundo com a esperança média de vida mais elevada, 78 anos.
A esperança média de vida só é mais alta na Suíça, Suécia, Noruega, Nova Zelândia, Finlândia, Holanda, Islândia, Itália, Israel e Luxemburgo.
O relatório da UNICEF refere ainda que em Portugal há um maior número de raparigas matriculadas no ensino secundário do que rapazes.
De acordo com o documento, menos de dois por cento da população portuguesa vive com menos de um dólar por dia (cerca de 80 cêntimos)."
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Paulo Mendo, médico e ex-ministro da saúde no Primeiro de Janeiro de hoje.
Fui muito prejudicado quando o dr Paulo Mendo foi ministro. Só o Tribunal me deu razão, mas concordo com este seu artigo.
"Pontualidade e livro de ponto
Noticiaram, há dias, os jornais e a televisão que nos hospitais públicos a presença do pessoal passaria a ser feita por controlo informático biométrico. Disso será pioneiro o Hospital de Matosinhos onde esse método acaba de entrar em pleno funcionamento.
Julgo que o processo é mais ou menos o seguinte: o funcionário chega, digita o seu passe, põe o dedo onde a máquina manda e a sua presença e hora é registada.
Método que a tecnologia tornou simples e eficaz e que naturalmente saúdo. Mas, com a experiencia de quarenta anos de vida hospitalar, já vi e vivi não sei quantos processos de controlo das presenças, sem que lhes possa atribuir uma qualquer influência no verdadeiro funcionamento dos serviços.
Lembro-me que o relógio de ponto era usado no controlo das presenças médicas no Hospital de S. João, quando este foi inaugurado. Quem entrava marcava o ponto e o mesmo fazia à saída. Simplesmente, como é óbvio, não era o ponto que controlava o que o médico fazia entre a entrada e a saída devidamente registadas. Por isso, qualquer um podia sair, ir à sua vida extra hospitalar e quando tinha tempo, lá para o fim da tarde, vinha marcar o ponto de saída, ficando comprovado o seu dedicado trabalho, tantas vezes para além das horas contratuais!
Foi esse processo abandonado e durante a minha vida profissional conheci variadas tentativas de exercício deste controlo. Assim no Hospital de Santo António, quando ainda era administrado pela Misericórdia do Porto, existiu, durante um período longo, um livro de ponto que íamos assinar ao Gabinete do Director, havendo assim um controlo visual e hierárquico sobre as entradas.
Mais tarde passou a assinar-se o livro de ponto nos serviços, com, escrita pelo interessado, a sua hora de entrada e de saída, sendo posteriormente, esse livro, que permanecia no serviço, substituído por folhas de ponto, que eram recolhidas pelos serviços centrais administrativos, pouco tempo depois do início do horário de trabalho. E confesso que nunca vi que esses vários processos fossem mais do que tentativas falhadas para controlar a produtividade do pessoal, nomeadamente dos médicos.
E, isto, porque a única forma de garantir a presença funcional de alguém é fazê-lo indispensável para que o trabalho se processe. Nos grupos de funcionários trabalhando em equipas, onde cada qual é responsabilizado perante o grupo e onde a sua falta intempestiva bloqueia todo o trabalho, a marcação da entrada não passa, quando muito de uma necessidade administrativa, sendo completamente inútil para avaliação da produtividade do funcionário.
Se o funcionário não está responsabilizado perante os outros, se não tem tarefas marcadas, se não tem horários a cumprir, então o registo de entrada para nada serve, por que não será esse registo que o impedirá de nada fazer, de permanecer no bar a ler o jornal ou mesmo, eventualmente, a sair, definitivamente, ou regressando para marcar o ponto de saída se a isso é obrigado.
Se o processo agora incrementado é uma simples e talvez necessária acção burocrática, nada nos diz da eficiência dos “controlados”, se não assentar numa organização do trabalho em que seja nítida e conhecida a responsabilidade de cada qual face aos outros.
E existindo isso o controlo de entrada e saída é, funcionalmente, inútil.
Muito mais importante seria uma permanente luta contra a falta de pontualidade, doença crónica deste país, que ocasiona ritmos de trabalho lentos, início de acções programadas com atrasos inadmissíveis e representa uma falta de respeito pelos outros, que seria intolerável, se não fosse um pecado que todos aceitam, porque quase todos praticam
Conto uma história passada há dias com um amigo meu.
Convocado para uma junta médica às dez e meia da manhã, aí chegou, cumpridor e responsável como sempre foi, um pouco antes da hora.
Depois de esperar mais de meia hora, vê sair os elementos da junta que vão tomar um “cafezinho” a meio da manhã, interrompendo o seu trabalho, desprezando quem na sala de espera aguardava a sua vez e provavelmente nem lhes passando pela cabeça que estavam a fazer qualquer coisa de inadmissível.
E o mais grave é que nesta nossa terra ninguém protesta, tal é a aceitação da entrada nas consultas com duas horas de atraso, do início das conferências sem respeito pelos horários programados, da chegada às reuniões muito depois das horas marcadas e que sistematicamente o “maldito trânsito” justifica.
E, como verificou uma equipa que recentemente fez um estudo sobre este nosso defeito (congénito?), todos os entrevistados se queixaram da falta de pontualidade dos outros, mas todos, ou quase todos, se afirmaram praticantes de uma pontualidade exemplar.
Talvez por isso seja tão difícil uma pedagogia da pontualidade!
E essa sim é que deveria poder ser sujeita a permanente monitorização informática generalizada."
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Apenas por isto. Com o SIM salvo vidas.
Sem mais comentários.
No Diário de Notícias de 25 de Novembro.
"Complicações por aborto afectam cinco milhões
Os números fazem lembrar os de uma epidemia. Mas, ao contrário das epidemias que são provocadas por vírus, esta tem causas muito humanas. De acordo com um estudo publicado na revista científica Lancet, cinco milhões de mulheres de países em desenvolvimento têm que ser anualmente hospitalizadas por complicações de saúde, na sequência de abortos realizados em condições de segurança ou de higiene deficientes. E, destas, 68 mil acabam mesmo por morrer. A Organização Mundial de Saúde calcula que todos os anos são feitos 19 milhões de abortos no mundo.
Em comparação, "nos países desenvolvidos, as complicações de saúde por abortos são raras", escreve a autora, Susheela Singh, do Instituto Guttmacher, em Nova Iorque, sublinhando a diferença de padrões de vida.
Segundo esta médica e investigadora, os números mostram que as consequências destes abortos feitos em condições deficientes geram um enorme problema de saúde pública nos países em desenvolvimento, com impacto nas famílias e na própria economia.
"A melhor maneira de eliminar esta causa altamente evitável de doença e de morte das mulheres, seria tornar seguro e legal o acesso a serviços para interrupção voluntária da gravidez", afirma Singh, sublinhando que um outro objectivo imediato para evitar gravidezes indesejáveis seria "implementar o uso de métodos contraceptivos". Estes objectivos, diz Susheela Singh, são prioritários e críticos nestes países.
A investigadora analisou dos dados de 13 países em desenvolvimento (do Egipto ao Brasil, Chile ou Uganda), relativos às admissões hospitalares de mulheres com idades entre os 15 e os 44 anos, em consequência deste problema."
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Jornal de Notícias de 5 de Dezembro, por Helena Norte e Reis Pinto.
São duas notícias numa, mas a segunda é este "case study":
.../...
"Internato e doutoramento
Os médicos que desejem fazer o doutoramento em simultâneo com o internamento de especialidade poderão fazê-lo, já a partir do próximo ano. O ministro da Saúde anunciou, para breve, a aprovação da legislação que altera o regime de internamento e que permitirá acoplar a vertente de investigação clínica à da especialização. O programa de doutoramento em Medicina Clínica integrado no internato de especialidade deverá ser aprovado, nas próximas semanas, em Conselho de Ministros e resulta de uma colaboração entre os ministérios da Saúde e da Ciência, Inovação e Ensino Superior, explicou Correia de Campos, no Porto, depois de ter presidido à apresentação do Infocancer. O objectivo desta medida é "recuperar o atraso" nesta área e proporcionar aos jovens médicos, interessados em fazer investigação científica, a oportunidade de fazerem o doutoramento durante o internato, que terá uma duração mais longa, visto parte do tempo ser ocupado com investigação."
Em que ficamos: internato ou internamento?
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A notícia foi repescada do Jornal de Negócios de Setembro, dia 4:
Inteiramente de acordo com esta acção da IGS.
E a IGS não terá também autoridade para obrigar o Estado a pagar o que deve aos seus profissionais? E é tanto...
Título: "Inspecção-Geral recuperou mais de um milhão euros na Saúde."
Sub-título: "Mais de um milhão de euros que estavam por cobrar ou tinham sido indevidamente pagos a profissionais no Serviço Nacional de Saúde (SNS) foram recuperadas pela Inspecção-Geral da Saúde em 2005, segundo o relatório de actividades deste organismo."
"Mais de um milhão de euros que estavam por cobrar ou tinham sido indevidamente pagos a profissionais no Serviço Nacional de Saúde (SNS) foram recuperadas pela Inspecção-Geral da Saúde em 2005, segundo o relatório de actividades deste organismo.
De acordo com o documento, a que a Agência Lusa teve acesso, a Inspecção-Geral da Saúde (IGS) foi chamada a intervir em 19.693 situações no ano passado.
No mesmo período, a actuação deste organismo resultou na recuperação de 1.177.802 euros, dos quais 957.030 euros foram relativos a remunerações, 95.502 euros a horas extraordinárias, 46.765 euros a senhas/taxas moderadoras e 78.505 euros a outros valores pagos indevidamente.
Os 1.177.802 euros recuperados representam a esmagadora maioria dos 1.396.919 euros que a IGS apurou terem sido pagos indevidamente ou se encontravam por cobrar.
A acção da IGS com incidência financeira resultou ainda na instauração de oito processos de natureza disciplinar.
Uma das acções desenvolvidas pela IGS no ano passado foi o acompanhamento da inspecção às "Remunerações e outras regalias dos dirigentes e gestores dos estabelecimentos e serviços do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
Esta intervenção teve por objecto as remunerações e outras regalias dos dirigentes máximos e gestores dos estabelecimentos e serviços do SNS.
Foi abrangida a totalidade dos estabelecimentos hospitalares e organismos regionais de saúde, envolvendo a avaliação dos aspectos remuneratórios e outras regalias, de mais de 300 dirigentes e gestores do SNS.
A IGS estimou em 1.196.287,58 euros o valor das importâncias a repor, uma vez que foram "indevidamente processadas". Deste montante, "mais de 80% do valor apurado já foi regularizado ou encontra- se em vias de regularização", ou seja, 957.030 euros.
Além da devolução dos montantes, decorrem "26 procedimentos de natureza disciplinar (inquéritos e processos disciplinares) para melhor esclarecimento e apuramento de eventuais responsabilidades disciplinares".
Em relação às horas extraordinárias, a IGS recuperou em 2005 95.502 euros, tendo realizado nesse período o acompanhamento das medidas tomadas pelos órgãos de gestão das Administrações Regionais de Saúde (ARS), em articulação com os coordenadores sub-regionais de saúde e com os órgãos de gestão dos hospitais, para promover a análise e implementação das recomendações emitidas pela IGS, em 2003 e 2004, nos relatórios das inspecções temáticas sobre as horas extraordinárias nos estabelecimentos hospitalares do SNS.
Já em 2003, a IGS tinha apurado que "o grupo de pessoal médico é responsável por cerca de 77 por cento dos encargos com o trabalho extraordinário e o serviço de urgência absorve, na totalidade ou na quase totalidade, os custos com as horas extraordinárias, destacando- se naturalmente e de novo o grupo de pessoal médico, uma vez que, em vários hospitais, o total dos encargos com trabalho extraordinário do pessoal médico se refere ao serviço de urgência, e, nos restantes casos, traduz sempre valores percentuais elevados".
No ano passado, a IGS procedeu ainda ao acompanhamento do cumprimento das recomendações emitidas numa intervenção anterior que visou garantir a regularidade dos procedimentos administrativos e a fiabilidade dos registos contabilísticos relativos à cobrança de taxas moderadoras, bem como a regularidade das situações de isenção do seu pagamento.
Nessa intervenção, a IGS apurara que 70% das isenções às taxas moderadoras concedidas pelos centros de saúde eram ilegais, fazendo com que o Estado perdesse anualmente milhões de euros.
A auditoria da IGS apontou ainda para uma falta de controlo total, por parte dos centros de saúde e das sub-regiões às quais pertencem, das verbas cobradas.
De acordo com o relatório das actividades desenvolvidas em 2005 por este organismo fiscalizador, nesse ano foram recuperados 46.765 euros relativos a senhas/taxas moderadoras.
Em 2005, a IGS contou com 37 inspectores e 37 elementos de outro pessoal."
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Crónica de Francisco José Viegas no Jornal de Notícias, dia 29, intitulada "O governo ou o caos":
Uma das tentações mais medíocres do homem público consiste em queixar-se da imprensa. Acontece a todos e a lista de queixosos é vasta, desacreditada e, vá lá, está cheia de gente inutilizada pela política.
O senhor ministro da Saúde foi recentemente à televisão e, a meio, sucumbiu à tentação de falar dos seus inimigos ocultos ou com identidade duvidosa. Diante das câmaras da SIC Notícias, o senhor ministro da Saúde acusou os jornalistas em geral, bem como as televisões e os jornais, de receberem dinheiro da indústria farmacêutica a fim de publicarem ou difundirem as instruções, as notícias, as indicações e a opinião da mesma indústria. Eu, que li "O Fiel Jardineiro", de John Le Carré, muito antes do senhor Ministro, e que na extinta "Grande Reportagem" acompanhei as investigações em redor do "caso Pequito", sucumbi à revelação finalmente, alguém com elevadas responsabilidades políticas, como é o caso do senhor ministro da Saúde, permitia-se o luxo de fazer acusações na televisão. Não acusações tão vagas como mencionar a existência de uma conspiração, de uma rede de acordos obscuros, de uma máfia dos medicamentos e dos negócios hospitalares. Não. O senhor ministro da Saúde, com a sua habitual placidez, indicava dois inimigos brutais: os jornalistas e a indústria farmacêutica. Naturalmente, havia provas, havia dados, havia factos, havia demonstração clara de uma conspiração, de uma negociata e de uma barreira (até aí invisível, portanto) contra o sistema de saúde português.
Desilusão. Analisadas as declarações, bem vistas as frases, tratava-se apenas de uma acusação tão vaga como a de Santana Lopes contra os árbitros de Canal Caveira. O que diz quase tudo sobre a matéria.
Procurei no site do sindicato dos jornalistas uma reacção contra as declarações do ministro; nada. Visitei os blogues mais atentos ao assunto; nada. Procurei no site da digníssima Entidade Reguladora da Comunicação Social, tão sempre vigilante; nada. Um cidadão (embora ministro) faz acusações tão fortes e definitivas, acusando jornalistas de receberem dinheiro e a indústria de o fornecer com abundância - e ninguém liga ao assunto. Que desperdício.
No dia seguinte, porém, um assessor do ministro aparece para deslocar a acusação afinal, a indústria não paga aos jornalistas e sim às agências de comunicação que, a seu bel-prazer, publicam e difundem essas notícias junto da opinião pública. Sinceramente, é pior a emenda do que a asneira anterior: como a entidade "os jornalistas" é demasiado difusa, a assessoria do senhor ministro encontrou as agências de comunicação (às quais o governo e o ministério da Saúde recorrem abundantemente) como alvo, e as empresas de comunicação social como parceiros de mais "uma cabala".
Não compreendo a sua admiração (posso compreender a indignação!) perante aquilo que já é um lugar comum sobre a força, o poder e o dinheiro:
"A indústria não paga [SÓ] aos jornalistas e (sim) às agências de comunicação que, a seu bel-prazer, publicam e difundem essas notícias junto da opinião pública".
Paga a médicos, enfermeiros, farmacêuticos, associações de doentes (agora é a grande moda!), sociedades científicas, suplementos em jornais generalistas de referência, NOTÍCIAS, ENTREVISTAS, etc.
E não compra só a prescrição de médicos e enfermeiros (sim, também de enfermeiros!) ou a substituição de fârmacos nas farmácias:
- Já influencia estudos clínicos,
manobra guidelines,
compra artigos em revistas credíveis,
influencia até (há quem diga!) a poderosa FDA (Food and Drug Administracion),
inventa doenças para as quais tem o remédio certo,
etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc.
O grande problema é que a incansável avidez pelo lucro, também faz avançar a investigação científica, a descoberta de novos medicamentos, o aperfeiçoamento de outros.
Não tenhamos dúvidas. Se a Indústria não existisse, não seriam os Governos a aprofundar a investigação sobre o cancro, a sida, as doenças neurológicas, o Alzheimer, e por aí fora,
Enfim. É o capitalismo. O mercado. As duas faces da moeda...
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Na revista XIS do Público, de 25 de Novembro, por Marta Condesso, de Aveiro.
"Às Médicas que assistiram o Meu Pai
Esperei, propositadamente, o passar do tempo, para que não questionassem a lucidez das minhas considerações. Sou filha de um doente oncológico, falecido há um ano. O que se segue não são, portanto, palavras precipitadas (de quem está "louco" com a dor de uma perda recente).
Venho, porque me impus este dever, convencida que estou de não falar só por mim, mas também em nome de muitas outras famílias. E na esperança (vontade séria e profunda) de que origine reflexão e mudança.
Venho pela distância (inaceitável). Venho pelo desacompanhamento. Venho pela inexistência de relação médico-paciente. Venho pelo sempre pouco tempo. Pela indisponibilidade manifesta. Venho pelo(s) silêncio(s). Venho por uma "parede" difícil de enfrentar (quando as forças eram precisas noutras "frentes"). Venho pelos monossílabos, "gelados", em que nos falavam: em voz baixa, de olhos postos nos papéis ou no écran do computador; depois de intermináveis momentos de indiferença à nossa presença (nunca desnecessária, abusiva, ignorante): nós, ali, ao alto; humildes e em sofrimento.
Venho porque ouvir o meu pai (juiz desembargador, portanto, "viciado" na racionalidade, moderação e contenção dos seus juízos) dizer "Eu não hei-de morrer a estas mãos!" foi terrível. E é grave.
Estou obviamente consciente do avultado número de doentes; da responsabilidade do vosso trabalho; da escassez do vosso tempo e da excelência do vosso saber científico. Mas não é isso, evidentemente, que está em causa. Falo da Dignidade na doença (da privação dela!), quando mais do que nunca ela é importante. Falo de um grau mínimo de exigência...
Refiro-me a toda uma (outra) atitude; a um outro uso do mesmo tempo em consulta: olhar (Olhar nos olhos) é fundamental e básico numa relação que se pretende de confiança; cumprimentar e despedir com um sorriso; revelar uma disposição e um ânimo atentos; transmitir disponibilidade e calma; mostrar interesse e empenho (em vez de um distanciamento terrivelmente constrangedor), não é "leviandade" nem nada tem a ver com a gravidade do problema ou com "falsas esperanças".
Exercer Medicina numa área particularmente difícil como é a vossa, em que difíceis serão sempre todos os pacientes (independentemente dos diagnósticos: mais felizes ou menos), só pode obrigar a um relacionamento especial: de mais comprometimento; mais exigente; mais sensível; mais entregue! Estabelecê-lo parece-me uma obrigação profissional. Melhorarem (melhorarem muito, na minha opinião): uma urgência.
Há uma percentagem no Sofrimento (todo) do meu pai, por que o vosso comportamento é responsável. E isto é difícil de esquecer... Acrescentar-se a tantos sentimentos "negros e fundos", que já suporta uma pessoa gravemente doente, a sensação de absoluto abandono, de solidão e frieza, em relação ao seu médico, será com certeza negligente.
Resta-me lamentar ainda que, com este não-envolvimento (no que respeita à dimensão humana — que tentei expor e que não pode considerar-se um "extra") percam a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, raras, maravilhosas (e perdoem-me a parcialidade de acrescentar: como o meu pai), que passam por essas salas (às vezes durante tanto tempo). É uma pena. É uma pobreza. Mas é, acima de tudo, profundamente injusto.
Despeço-me, com a tranquilidade do "dever cumprido": escrevendo, tento que não volte a acontecer com ninguém!
13 de Novembro de 2006"
O que gostava de saber:
- A que nível de cuidados de saúde se passou?
- Qual a duração da doença?
- Como evoluiu a fase terminal da doença?
- A posição das médicas?
- Existiu o sentimento de impotência? Ou de desleixo? Ou de frieza?
- Não teriam faltado os cuidados paliativos ou continuados?
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No Expresso de hoje, por Ana Sofia Santos:
"Laboratórios cortam emprego
As principais empresas farmacêuticas já iniciaram a vaga de dispensas prevista dos delegados de informação médica
Alterar tamanho
Os delegados de informação médica (DIM) vivem dias difíceis, acossados pelo fantasma do desemprego. Fala-se na existência de uma estratégia concertada entre os principais laboratórios farmacêuticos, que actuam no mercado português, para aliviar os quadros de pessoal.
Os nomes ventilados são: Pfizer, Glaxo Farmacêutica, Sanofi Aventis, Solvay Farma, Wyeth Lederle, Merck Sharp & Dohme, Bristol-Myers Squibb e Serono. Serão à volta de centena e meia os delegados que já aceitaram rescindir o contrato de trabalho e aqueles que foram contactados para negociar a sua saída. Numa altura em que a especulação se espalha como um rastilho de pólvora, consta mesmo que na calha está a eliminação de mil postos de trabalho, nos próximos meses.
Aliás, corre que existe um acordo informal entre o Governo e a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), para reduzir em 23% o total de DIM que existem actualmente (7887, segundo o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento), até 2008. O objectivo é refrear as vendas de medicamentos e o consequente aumento da despesa pública com comparticipações.
Fonte oficial do Ministério da Saúde afirma desconhecer qualquer acordo que estabeleça uma meta deste tipo. E a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) nega peremptoriamente a existência de um compromisso oficioso. A porta-voz da associação confirma a onda de despedimentos no sector e remete a culpa dessa situação para o Executivo. “É o resultado das sucessivas baixas nos preços dos medicamentos impostas pelo Governo”, atira, acrescentando que a indústria farmacêutica em Portugal atravessa um período de “recessão”, que a está a obrigar a proceder a reestruturações nos quadros de pessoal. O aumento da concorrência dos medicamentos genéricos é outro factor de pressão.
A Glaxo não comenta o assunto, mas o Expresso apurou que o laboratório rescindiu com 21 trabalhadores, aos quais foram oferecidas condições acima da lei. Houve casos de delegados que ficaram com o carro e o telemóvel de serviço e que continuam a usufruir do seguro de saúde, ainda durante algum tempo. O mesmo terá acontecido com 20 colaboradores da Wyeth, que contactada pelo Expresso respondeu: “as recentes mudanças na nossa organização fazem parte da nossa estratégia de liderança, que por ser confidencial não pode ser comentada em detalhe”.
Na Pfizer deverão ser dispensadas 25 pessoas. Grassa um sentimento de insegurança entre os delegados deste laboratório, face aos rumores de despedimento colectivo. “No quadro de condicionantes imposto pelo Estado é natural que tenham lugar processos de reestruturação. A Pfizer também está confrontada com a necessidade de lidar com este tipo de situação, o que fará, como é seu hábito, avaliando e procurando minimizar o seu impacto social”, garante a farmacêutica.
Quanto à Solvay Farma, o seu director-geral, Álvaro Rosa, afirma que o laboratório “não faz despedimentos”. Embora admita que a empresa está em reestruturação (comprou recentemente a Fournier Farmacêutica), nega a existência de qualquer saída de pessoal. No entanto, ao Expresso chegou a informação que houve rescisões amigáveis na Solvay (6 a 8) e que há contratos da Fournier que não serão renovados (12).
A Merck e a Sanofi (a reestruturação da segunda implica 70 baixas) também não comentam e, até ao fecho desta edição, não houve respostas por parte da Bristol-Myers e da Serono.
"
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"Boa Noite
É uma honra para mim ter na caixa de correio uma mensagem sua. Da jornalista Rita Marrafa de Carvalho.
Mas infelizmente não a posso ajudar porque deve haver um qualquer engano: não assisti ao acidente que descreve!
Continuação do seu óptimo trabalho.
Com jornalistas como você, este blogue não teria necessidade de existir!"
-----Original Message-----
From: Rita Marrafa de Carvalho [mailto: @rtp.pt]
Sent: terça-feira, 21 de Novembro de 2006 13:50
To: memai@sapo.pt.
Subject: Reportagem
Boas-tardes,
sou jornalista da RTP e blogger activa. Foi por aí que
tive acesso à informação de que o Dr. teria assistido e
acompanhado Daniel, um menino de 13 anos cujos pais
morreram num acidente no IP4. .../....
Gostaria de saber se tem disponibilidade, caso esta
informação se confirme, para conversar um pouco comigo.
Obrigada,
Rita Marrafa de Carvalho
..................................
Rita Marrafa de Carvalho
Jornalista
R.T.P.
Avenida Marechal Gomes da Costa
217947000"
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“Exame macroscópico:
Já fixados, fragmentos de tecido irregulares, membranáceos, rosa esbranquiçados, tendo no conjunto o diâmetro de 0,4 cm. Inclusão total.
Estudo histológico:
Retalhos de mucosa ……. parcialmente revestidos por epitélio transicional com presença de pequenos ninhos de V….. B….. Lâmina própria com ligeiro edema e vasos congestivos.
Não se observam aspectos suspeitos de lesão tumoral.”
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... pela voz de um dos mais credíveis jornalistas portugueses foi dada a conhecer uma nova doença oftalmológica:
a AMBLIO.
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No Primeiro de Janeiro de 12 de Outubro:
"Consumo de álcool apenas aos 18 anos
O director do Centro de Alcoologia do Centro defendeu, em Coimbra, o aumento da idade permitida para consumir álcool dos 16 para os 18 anos.
“A permissividade é muito grande. Não tem havido vontade política para intervir rapidamente nesta área”, afirmou Augusto Pinto, à margem de uma sessão em que alertou a população universitária coimbrã para os perigos do consumo.
De acordo com o director do CRAC, o aumento justifica-se porque a educação para a saúde e a prevenção não são suficientes para evitar o aumento do consumo entre os jovens.
“São produtos baratos e acessíveis, pelo que tem de haver uma redução da oferta com intervenção rápida a nível de estratégias de limitação do acesso”, preconizou, lembrando que os 18 anos vigoram em grande parte dos países europeus e só Portugal, França e a Itália apresentam os 16 como limite mínimo para a aquisição e consumo."
Só não compreendo a notícia. Há dezenas de anos que se sabe que a capacidade regeneradora das células hepáticas mortas com a ingestão de álcool só está perfeitamente desenvolvida lá para os 18 anos...
Tem sido mais um lóbie nefasto...
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Estamos em era de mudança.
A SIDA já não é o que era. A doença transformou-se em doença crónica, as mortes vão diminuindo e aquelas imagens de há uma década de doentes moribundos nas camas dos hospitais (e por isso nasceram as várias associações de apoio) já escasseiam.
O HIV/SIDA é uma doença "normal", de baixa prevalência, de conhecida prevenção e de bom controlo a longo prazo, caro, é um facto.
O lóbie da SIDA vai-se ressentindo.
É natural que algumas associações comecem a não ter doentes para apoiar, pois estes já podem fazer a sua vida integrados na sociedade.
É, portanto, tempo de canalizar o orçamento disponível para a medicação crónica e deixar de subsidiar associações que já não tem razão de existir.
As guidelines internacionais assim apontam...
Três associações que trabalham na área da sida em Portugal afirmam que estão “à beira da ruptura” por falta de financiamento e “na eminência de fechar as portas aos projectos já aprovados”. Acusam o Estado de não ter capacidade nem vontade de ajudar quem precisa.
As associações Abraço, Positivo e Sol, num comunicado conjunto, reagiram ontem às recentes declarações do Coordenador Nacional para a Infecção VIH, Henrique Barros, que no passado domingo admitiu o falhanço do programa de prevenção e combate a este síndroma.
“Os resultados mostram claramente que sim”, respondeu Henrique Barros quando questionado sobre se o programa ainda em curso tinha falhado.
Perante esta afirmação, decidiram tomar uma posição conjunta, na qual atribuem à falta de diálogo com as associações, “que se encontram no terreno há mais tempo e que melhor sabem sobre esta matéria”.
As denúncias estendem-se à situação da Comissão Nacional da Infecção pelo VIH (CNIVIH): “A CNIVIH encontra-se, do ponto de vista administrativo e financeiro, literalmente sem técnicos, pois os contratos de trabalho dos mesmos não foram validados atempadamente”. Para as associações, “quem fica a perder” é “o comum cidadão que não tem voz activa”.
As três associações alertam para o facto de “reencaminhar para o Governo todos os utentes que o Estado não tem capacidade, nem vontade de ajudar”, declarando que estão “à beira da ruptura” por falta de financiamento e “na eminência de fechar as portas aos projectos já aprovados”.
Nota de roda-pé:
As mortes em Portugal estacionaram,não aumentando. Nos restantes países a taxa de mortalidade continua a diminuir desde o aparecimento dos novos fármacos há uma década.
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TM 1.º CADERNO de 2006.10.11
"E ESTA?
Receita para analfabetos
De vez em quando, lá vem a «letra de médico» para animar a difícil relação dos prescritores com as farmácias. Aqui, nesta secção, ainda há bem pouco tempo remoçámos o assunto, com o recurso aos dados de um estudo da agência americana do medicamento — FDA — e com o alerta de que já há médicos condenados, nos Estados Unidos, por causa da ilegibilidade da escrita.
Na sequência, um leitor atento recordou ao «TM» uma saborosa estória de uma Lisboa distante, a dos alvores dos anos 40. João Armando de Aragão e Rio, assim se chama o médico que nos escreveu, conta que um dia um trabalhador das obras se despediu da sua empresa para rumar a um novo emprego, no Porto. Pediu, então, uma carta de apresentação — elogiosa, já se vê — para o seu futuro patrão. Mas o problema é que tão analfabeto era o empregado como o patrão, que de forma desenrascada, rabiscou uma folha de papel e meteu-a dentro de um envelope.
O trabalhador, legitimamente curioso, terá pedido a um polícia que lhe lesse a carta, mas o cívico, também analfabeto, remeteu o homem para a farmácia próxima, onde decerto lhe atenderiam o pedido. E assim foi. Depois de uma espera na fila, lá chegou o trabalhador à sua vez. Num ápice, o homem da farmácia pegou no papel rabiscado, desapareceu no interior e trouxe uma receita aviada, com a solene indicação de que deveria ser tomada três vezes ao dia…
E esta?
D.C."
0612111C12406DC41A
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No Diário Económico de 2006-10-13:
“Comissão para a reforma do sistema de saúde considera que SNS é viável
A Comissão que estuda o financiamento do SNS não vai defender grandes alterações ao actual modelo. Na opinião dos peritos, a sustentabilidade do sistema passa apenas pela melhoria nos pontos críticos.”
No Público de 2006-10-13:
“Maior clínica privada do país abre em Cascais
Nova unidade do Grupo Português Saúde
vai criar 200 novos postos de trabalho
A Clínica Unimed Cascais, uma unidade de saúde privada que é a maior do seu género no país, vai abrir na primeira semana de Novembro com um total de 27 especialidades destinadas a servir 750 mil pessoas dos concelhos de Cascais, Oeiras e Sintra.
A unidade pertence ao Grupo Português Saúde (GPS) e representou um investimento superior a 20 milhões de euros, prevendo-se que venha a criar 200 novos postos de trabalho directos...
por Alexandra Reis”
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No Público de 12/10/2006.
"Médicos dos centros de saúde usam manual de 1999
Os médicos de família necessitam de mais informação sobre a resistência aos antibióticos, disse Alberto Pinto Hespanhol, revelando que os profissionais nos centros de saúde dispõem apenas, para se guiar na prescrição, de um Manual de Práticas Terapêuticas Antimicrobianas feito por especialistas espanhóis em 1999.
Para o director do Centro de Saúde de S. João e professor da Faculdade de Medicina do Porto, a estratégia para diminuir o uso de antibióticos e os níveis de resistência antimicrobiana passa pela "monitorização do seu uso associada à vigilância dessa mesma resistência".
Em teoria, os médicos de família devem preferir os antibióticos menos tóxicos, de espectro reduzido e os mais económicos.
Mas os estudos sobre a sua utilização nos cuidados primários até à data realizados "têm demonstrado um aumento do uso dos novos antibióticos, os de largo espectro, como a associação amoxicilina/ácido clavulânico", em detrimento do "uso dos antigos antibióticos, os de espectro reduzido, como as benzilpenicilinas e as cefalosporinas de primeira geração", lembrou.
Uma realidade diferente é a da utilização de antibióticos no contexto hospitalar. António Sarmento, infecciologista do Hospital de S. João (Porto), destacou a importância da melhoria das medidas de higiene e do controlo da disseminação dos microrganismos, nomeadamente através do isolamento dos doentes que estão infectados com bactérias multi-resistentes. A.C."
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O Hospital é o Amato Lusitano, em Castelo Branco.
O médico é Vasco Rolo, director demissionário do Serviço de Estomatologia.
Está aqui: Hospital? Amato Lusitano.
E este post intitulado: "LULAS MINHAS QUERIDAS MANAS" e que assim termina, é uma pérola:
"O mesmo tenho a certeza não fez a administração. POR ISSO CUMPRAM AS AMEAÇAS e veremos quem pagará.
Se não gostam do que escrevo melhor, quem não quer ser lobo não lhe veste a pele.
Deste humilde choco
Vasco Rolo"
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... em determinadas curvas da vida também apela a todos os Santos... mesmo sendo agnóstico!
(foto de telemóvel)
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UBAR - União dos Blogs Anónimos Responsáveis