terça-feira, junho 17, 2008

Médicos Espanhóis regressam a casa...Porquê?


Médicos espanhóis estão a abandonar o interior do país
Público ( notícia na íntegra)
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O bastonário acrescenta que o fluxo migratório de clínicos espanhóis sempre viveu de vindas e idas. Dos cerca de 1500 que, em média, todos os anos e durante mais de uma década, chegavam a Portugal, 90 por cento regressavam ao seu país depois de tirar a especialidade. Pedro Nunes recusa partilhar as preocupações dos responsáveis dos serviços de saúde portugueses, alegando que tem havido "falta de inteligência" na forma como estão a deixar partir "quadros muito bons".

Sousa Santos [ presidente do conselho de administração do CHB] reage, dizendo não ter condições financeiras para corresponder às exigências que estão a ser colocadas pelos médicos espanhóis, que tentam fazer valer as enormes dificuldades resultantes da falta de médicos na região alentejana. "Pagamos 3000 euros para os aguentar", enquanto os da carreira "têm se suar a estopinhas" para ganhar o equivalente. O que acontece, acrescenta o presidente do CHBA, é que os espanhóis "vão-se embora quando ficam na posse do título da especialidade".

Nestas condições, investir na manutenção dos bons quadros, como defende Pedro Nunes, "é profundamente irrealista", quando "estamos impedidos de o fazer" devido às restrições orçamentais, que impuseram um congelamento da verba para a contratação de recursos humanos.

Algumas interrogações e constatações:

1ª Os espanhois têm muitas faculdades e formam muitos licenciados em Medicina... médicos indiferenciados ...que vêm fazer um Internato de Especialidade dos melhores da Europa á custa do erário público português...e que logo que possível regressam ao seu país

2ª A lei do mercado começa a funcionar e no SNS as mãos dos responsáveis estão atadas para compensar/remunerar os seus melhores quadros médicos

3ª Em Espanha as comunidades autónomas, nomeadamentre a Galiza e a Andaluzia, abriram milhares de vagas para médicos nos seus quadros públicos...daí a "fuga" que está a ter lugar no Norte e ainda no Alentejo e Algarve...

sábado, junho 14, 2008

ONU lança atlas com 36 anos de destruição ambiental em África


12.06.2008 - 16h03 PUBLICO
Degelo de glaciares e a rápida urbanização são apenas dois exemplos de 36 anos de degradação ambiental que estão a mudar o continente africano, reunidos pelos geógrafos da ONU num atlas apresentado esta semana na Conferência ministerial africana sobre Ambiente, em Joanesburgo.O atlas, com cerca de 400 páginas, mostra “como as opções de desenvolvimento, crescimento populacional, alterações climáticas e, em alguns casos, conflitos estão a modelar e a afectar os recursos da região”, explica o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnua).Com 316 imagens de satélite captadas em cada país africano, em mais de cem locais, o atlas foi apresentado pelo Presidente da África do Sul, Thabo Mbeki. Para facilitar a comparação, o livro mostra fotografias do “antes” e do “depois”, relativamente às transformações ambientais.A par dos problemas já conhecidos – como o degelo no Monte Kilimanjaro ou o desaparecimento do Lago Chade e a diminuição do Lago Vitória – o atlas mostra, pela primeira vez, imagens de satélite de mudanças menos divulgadas como o desaparecimento dos glaciares nas montanhas Rwenzori (Uganda) – que diminuíram em 50 por cento entre 1987 e 2003 – e o aumento da desflorestação que acompanhou a abertura de estradas na República Democrática do Congo, desde 1975.



Interessante, mas então a degradação ambiental do resto do mundo?


Certamente têm fotos do antes e depois da Europa, das Américas, da Ásia, da Oceânia e das regiões polar Ártica e Antártida.


Será que a ONU vai editar um exemplar por continente e região?


Porque não o publicitou já, ou acha que o degelo e a deflorestação em África, é que está a ser a responsável pelas alterações climáticas na nossa Terra?

Faro: hospital vai contar já este Verão com novo espaço para as urgências


13.06.2008 - 19h00 Lusa
A primeira fase do projecto de ampliação do serviço de urgências no Hospital de Faro deverá estar concluída no final do mês, com a entrada em funcionamento de um novo espaço pré-fabricado com 800 metros quadrados. A presidente do Conselho de Administração da unidade afirmou que o processo decorre a bom ritmo, estando a estrutura praticamente montada e aguardando-se agora a chegada dos equipamentos. "Os equipamentos estão agora a ser encomendados e pensamos que no final do mês ou início de Julho esteja tudo pronto", observou Ana Paula Gonçalves, dizendo que o processo está a correr de acordo com o calendário estabelecido.



Esperemos que o problema do espaço do Serviço de Urgência do Hospital de Faro se resolva em breve para bem dos utentes do mesmo, e não voltem a circular fotos com as condições mostradas o ano passado.

Esperando também que não se fiquem pelo espaço, lembrem-se que são precisos recursos humanos suficientes, de todas as classes profissionais que lá prestam serviço.

sexta-feira, junho 13, 2008

Perto de 500 bebés portugueses nasceram em Badajoz nos últimos dois anos

12.06.2008 - 15h36 Lusa
Perto de 500 bebés portugueses nasceram, nos últimos dois anos, no hospital espanhol de Badajoz, depois de encerrada a sala de partos da unidade hospitalar de Elvas, a 12 de Junho de 2006.O director médico do Hospital Materno-Infantil de Badajoz, Marcelino Moreno, adiantou à Lusa que, desde o fecho da sala de partos da cidade alentejana e até esta quarta-feira, nasceram na unidade espanhola "495 bebés portugueses". "Mais de 90 por cento das grávidas de Elvas e Campo Maior vêm a Badajoz, apesar de também poderem optar pelos hospitais de Portalegre e de Évora, o que, para nós, é uma satisfação", sublinhou o responsável. No âmbito do acordo celebrado em 2006 entre as autoridades de saúde portuguesas e as da Extremadura espanhola, o mesmo hospital de Badajoz atendeu, nos últimos dois anos, um total de "1471 grávidas" oriundas dos concelhos de Elvas e de Campo Maior. "Destas, 746 mulheres necessitaram de ser hospitalizadas durante a gravidez", acrescentou Marcelino Moreno. Segundo o mesmo responsável, os números acumulados de dois anos de protocolo "confirmam" que o hospital de Badajoz "tem capacidade" para realizar o atendimento às parturientes portuguesas, além das espanholas. "Em cada um dos anos, a incidência dos bebés portugueses tem sido mais ou menos a mesma. Com o passar do tempo, confirma-se o que sabíamos de antemão, que não teríamos uma incidência maior de partos no hospital", sublinhou. A sala de partos do Hospital de Santa Luzia, de Elvas, fechou a 12 de Junho de 2006 e, desde então, as grávidas daquele concelho e do município vizinho de Campo Maior podem optar entre a unidade de Badajoz (a cerca de 12 quilómetros) e os hospitais portugueses de Portalegre (cerca de 60) e Évora (a mais de 80).


Quem se lembra das manifestações pelo fecho da Maternidade de Elvas?

Ninguém, mas ninguém se revolta quando se passa para melhor, é assim e sempre será.

As crianças continuaram a nascer em Badajoz e qualquer dia para lá irão estudar, se assim for o caso.

quinta-feira, junho 12, 2008

De Espanha também vêm bons ventos...

Espanha: Lista de pederastas


CM, 04 de Junho de 2008

O Parlamento espanhol aprovou ontem uma proposta de lei que prevê a criação de uma lista nacional de pederastas a fim de melhorar o controlo sobre este tipo de delinquentes.


O projecto foi apresentado pelo Partido Popular, maior força da oposição, e teve o apoio dos socialistas do primeiro-ministro, José Rodríguez Zapatero.

Dando voz aos envolvidos

Eis o comentário aqui deixado a um post anterior e comentarios feitos:

Lino Gonçalves - Pai de Criança disse...
Em resposta ao ANONIMO. Eu so o pai da criança que morreu com cranio esmagado. Meu nome é LINO GONÇALVES e eu não esconde atras de ANONIMO. Eu não estou nesta luta para VINGANÇA ou GANHOS MONETARIOS como o senhor pensa. Eu sempre disse que a indemnização não me intressa. O que intressa é que justiça seja feita. Para, e pensa, o que fazia se voçê estava no meu lugar. Estamos nesta luta para tentar que o que aconteceu a nós não aconteca a ninguem, voçê não sabe a dor de perder um filho assim. Talvez por esconder atras de ANONIMO voçê deve ser daqueles que pensa no dinheiro e não justiça. Se quisere falar comigo o saber qualquer coisa deste julgamento pode enviar email que eu responde. jonathon02032002@gmail.com
Obrigado
Quinta-feira, Junho 12, 2008

quarta-feira, junho 11, 2008

Médicos de família "falham" peso correcto dos pacientes

09.06.2008 - 01h51 Lusa
Apenas 57 por cento dos médicos de família "acerta" no peso dos seus doentes e por isso muitos casos de obesidade são subestimados e mal tratados, segundo um estudo internacional apresentado no sábado em São Francisco, Estados Unidos.
Divulgado no 64º congresso anual da Associação Americana de Diabetes, um estudo de especialistas britânicos e norte-americanos comparou as descrições de peso feitas pelos clínicos com o real índice de massa corporal (IMC) dos doentes.Os resultados mostraram que seis por cento dos clínicos indica valores mais altos que o peso real e 37 por cento faz as contas por baixo. Duzentos médicos dos Estados Unidos indicaram os valores correctos de uma escala, que começa na categoria de peso abaixo do normal até à obesidade clinicamente severa. A maior percentagem (61 por cento) de peso subestimado pelos médicos diz respeito a indivíduos com excesso de peso, ou seja um IMC de 25 a 27,49 kg/m2. Logo atrás ficaram os grupos dos obesos (47 por cento) e dos obesos mórbidos (51). Os pacientes cujo peso foi subestimado receberam menos recomendações alimentares do que os avaliados correctamente. Segundo os investigadores, a identificação do excesso de peso e obesidade é crucial para a prevenção da própria obesidade e problemas médicos associados. Os resultados deste estudo sugerem que, com base apenas na observação, os médicos de família não reconhecem o peso correcto e consequentemente fazem um sub-tratamento de um elevado número de pacientes. Os clínicos acabam assim por subestimar a obesidade e a obesidade mórbida, sendo assim recomendado a medição do IMC, que inclui as medidas da altura e peso.



Este estudo foi feito nos USA e Grã Bretanha, os obesos portugueses não têm que se preocupar.

Por cá, os Médicos de Família, já usam tecnologia de ponta há vários anos, como balanças e craveiras para pesar e medir a estatura dos utentes, não o fazendo a "olhómetro" como nestes países desenvolvidos onde o estudo se desenrolou.

No entanto temos outras dificuldades, que são muito mais esbatidas depois de o Médico de Família assim como o utente saber que é obeso, para onde o mandamos?

Onde estão os nutricionistas dos Centros de Saúde?

Pais do bebé que morreu no parto com crânio esmagado admitem recorrer ao Tribunal Europeu

11.06.2008 - 13h26 Lusa
Os pais do bebé que morreu no parto no Hospital Amadora-Sintra em 2002 admitem recorrer ao Tribunal Europeu para encontrar a "justiça" que dizem não ter sido feita em Portugal, uma vez que foram hoje absolvidos os dois médicos envolvidos no parto.No final da leitura da sentença, Lino Gonçalves, pai do bebé, disse ter agora a certeza de que "os médicos são uma classe protegida em Portugal" e que, por isso, estão dispostos a recorrer a instâncias europeias, se os recursos que vão iniciar não conduzirem à condenação dos clínicos. "Talvez no Tribunal Europeu os médicos não sejam tão protegidos", declarou Lino Gonçalves. Lino e Ana Gonalves sublinharam que, apesar de terem solicitado uma indemnização, este nunca foi o principal objectivo do processo, mas sim afastar os médicos do exercício da medicina. Ana Gonçalves lamentou a decisão do juiz e corroborou o que disse em julgamento: que pediu várias vezes uma cesariana, mas que esta sempre lhe foi negada. Na leitura da sentença, o juiz afirmou que não ficou provado que a médica agiu dolosamente ao recusar a cesariana e que a aplicação de fórceps pelo médico foi responsável pela morte da criança. Para António Pinto Pereira, advogado de acusação, o tribunal não levou em conta todos os relatórios proferidos por entidades como a Inspecção-Geral das Actividades de Saúde (IGAS) ou o Instituto de Medicina Legal. "Apesar dos muitos exames e relatórios que foram apresentados, o juiz optou por atribuir o esmagamento da cabeça do bebé ao contacto com a bacia materna, como se esta fosse uma trituradora", disse, adiantando que existem "elementos importantes para alterar" a decisão do juiz. Ana Gonçalves declarou ainda que "só falta" acusarem-na de matar o próprio filho. Ministério Público pede absolvição dos médicos nas alegações finaisO caso remonta a 2 de Março de 2002 e refere-se ao nascimento de um bebé com recurso ao fórceps no Hospital Dr. Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), após 13 horas de trabalho de parto. O bebé ficou com o crânio esmagado em virtude da "má aplicação do fórceps", segundo concluiu na altura uma investigação da Inspecção-Geral da Saúde (IGS). A acusação do Ministério Público (MP) corroborou as conclusões da IGS, que, em Dezembro de 2002, concluiu pela existência de "uma errada avaliação da viabilidade do parto, uma má aplicação do fórceps e violação da boa norma da presença de dois elementos médicos na sala de fórceps, o que teria impedido o desfecho fatal".Contudo, e após um mês de julgamento, que correu nos Juízos Criminais de Lisboa, o Ministério Público pediu, nas alegações finais, a absolvição dos dois médicos: o obstetra Francisco Manuel dos Santos Madeira, acusado da autoria material de "um crime de homicídio negligente", e Ana Cristina Ribeiro da Costa, acusada da autoria material de um crime de intervenção médica com violação de "leges artis" (prática médica). A procuradora do MP considerou não haver "fundamento da prática dos crimes" de que os médicos são acusados, posição hoje corroborada pelo juiz que absolveu os arguidos.



Ainda bem que o processo não para aqui nestas circunstâncias e a família quer recorrer!

Com dúvidas, recorra-se a todas as instâncias, inclusivé ao Tribunal Europeu.

Se houve negligência façam justiça, mas não aventem para cima de todos os médicos a impunidade ou protecção, que lhes querem conferir!

Passo atraz civilizacional- acusa o Sindicato Independente dos Médicos

Nem de propósito, a Comissão Europeia aprovou no Dia da Raça ( Oh Sr. Presidente, esta de recuperar um chavão do Estado Novo não lembra ao Diabo!) um projecto lei que altera uma das mais emblemáticas Directivas Europeias, a da Duração do Tempo de Trabalho...


Esta intenção merece no seu portal da internet uma reacção cáustica do Sindicato Independente dos Médicos , o qual aliás já há poucas semanas tinha alertado para a forte possibilidade de, e pela primeira vez na história, ser decretada uma Greve Médica Europeia...


A Comissão Europeia acabou vítima da globalização e dos interesses económicos, ao aprovar as alterações de há muito defendidas pelo Reino Unido e pela Alemanha contra um dos baluartes da Europa: o Estado Social.


Aquilo que durante dezenas de anos era um ponto de honra, a defesa da saúde dos trabalhadores, a estabilidade familiar, e a segurança dos doentes (no caso dos trabalhadores médicos), deixou de o ser: ao permitir que o próprio trabalhador aceite limites de trabalho semanal de 60/65 horas à margem das convenções colectivas de trabalho (opting out) abre-se a porta aos riscos assumidos pelos indivíduos, pressionados pelas exigências do mercado de trabalho e pela perspectiva dos ganhos.


Estas alterações, que incluem também outras tentativas de desregulação laboral, podem contudo ser condicionadas pelas leis nacionais de cada Estado e pelas convenções colectivas de trabalho. E precisam de ser aprovadas pelo Parlamento Europeu num processo de co-decisão.


A pergunta que se impõe desde logo é quem assume a responsabilidade civil pelo inevitável acréscimo no risco de erro médico devido ao excesso de trabalho… será que é o Estado, dito de pessoa de bem? Ao deixar tal possibilidade de extensão do tempo de trabalho para o individuo, não estará o Estado, argutamente, a transferir responsabilidades...?


As primeiras notícias dizem que as medidas em questão foram aprovadas pelos ministros europeus com a abstenção de Espanha, Bélgica, Grécia, Hungria e Chipre... e qual foi o sentido de voto efectivo do governo socialista de Portugal?

terça-feira, junho 10, 2008

Governo regional açoriano anuncia redução do IRS

09.06.2008 - 16h01 Lusa
O Governo Regional dos Açores anunciou hoje uma redução das taxas de IRS em vigor no arquipélago de 30 por cento para o escalão de rendimento mais baixo e de 25 por cento para o segundo escalão.

A medida fiscal foi tomada em Conselho do Governo na última sexta-feira e anunciada hoje, na ilha Terceira, pelo vice-presidente do executivo açoriano, Sérgio Ávila.O executivo decidiu assim, "reduzir as taxas de IRS, com maior impacto nos escalões de menores rendimentos, descendo em 30 por cento a taxa do imposto a aplicar no escalão de rendimento mais baixo e de 25 por cento no caso do segundo escalão", explicou o governante.

Segundo Sérgio Ávila, esta alteração permitirá que 50.727 famílias (um total de cerca de 78 mil açorianos) passem a beneficiar de uma redução de 30 por cento na taxa de IRS em relação à totalidade dos seus rendimentos e que os restantes 67.840 contribuintes beneficiem de uma redução de IRS a pagar, numa parte significativa dos seus rendimentos colectáveis. "Esta medida irá aumentar o rendimento disponível de todas as famílias açorianas, beneficiando particularmente as famílias com menos recursos", afirmou o vice-presidente do Governo.

O titular da pasta das Finanças adiantou ainda que com a redução proposta de IRS, "todos os açorianos, a partir de 1 de Janeiro de 2009, irão pagar menos impostos sobre o rendimento do seu trabalho e assim aumentar a sua remuneração líquida". "Além da redução do IRS, o Governo dos Açores já deliberou reduzir, a partir de 1 de Julho, a taxa do IVA em um ponto percentual, como forma de reduzir os custos sobre a aquisição de bens e serviços", reafirmou Sérgio Ávila.

Também em Janeiro de 2009, vai ser implementado um complemento regional ao Abono de Família, o que representa anualmente um investimento superior a 2,6 milhões de euros. Além disso, estão previstos apoios suplementares às famílias com filhos a estudar no Ensino Superior ou em cursos de formação pós-secundários, assim como aumentar em cinco por cento o Complemento Regional de Pensão, adiantou Sérgio Ávila.


Sem comentários, cada um diga de sua justiça!

Função Pública: mais de 11.600 pessoas vão reformar-se nos primeiros sete meses de 2008

09.06.2008 - 13h21 Lusa
Enric Vives-Rubio

Mais de 11.600 funcionários públicos vão reformar-se nos primeiros sete meses deste ano, mais 4,5 por cento do que o registado em igual período de 2007, segundo a lista de aposentados hoje publicada em Diário da República. A lista da Caixa Geral de Aposentações mostra que só no próximo mês de Julho, o número de novos aposentados atingirá os 1771, o valor mensal mais baixo dos últimos quatro meses.

No entanto, no conjunto dos sete meses entre Janeiro e Julho e de acordo com as contas da agência Lusa, o número de novos reformados da função pública totalizou 11.625, com a maioria deles (30 por cento) a pertencerem ao Ministério da Educação.
A partir de 2015, os funcionários públicos passam a reformar-se com 65 anos de idade e 40 anos de carreira contributiva (em vez dos 60 anos e 36 de serviço). Esse estatuto também mantém a possibilidade dos funcionários públicos anteciparem a idade de reforma, desde que tenham o tempo de serviço completo, penalizando a respectiva pensão em 4,5 por cento por cada ano de antecipação.


Não sei porquê esta debandada... Cada vez mais as condições de trabalho, o ambiente, as remunerações, são melhores na função pública.

segunda-feira, junho 09, 2008

Quem foi que falou no controle dos custos?

Doentes esperam há seis meses por novo remédio

DN-PATRÍCIA JESUS

Aprovado pelo Infarmed em Dezembro do ano passado, o 'Atripla', remédio que junta num só comprimido três dos anti-retrovirais mais usados pelos doentes, permite reduzir o número de tomas e está há seis meses à espera da fixação do preço para entrar no mercado português


Medicamento espera que preço seja definido O Infarmed já aprovou o Atripla, um medicamento inovador que reúne num comprimido os três fármacos mais utilizados para o tratamento do VIH (vírus da imunodeficiência humana), mas os doentes ainda não podem comprar este medicamento.Carlos Pires, da Autoridade Nacional do Medicamento, explica que só depois da Direcção-Geral das Actividades Económicas (órgão do Ministério da Economia) estabelecer o preço, o Infarmed pode decidir sobre a comparticipação. E só então é que o Atripla, que já recebeu a autorização da Autoridade a 13 de Dezembro de 2007, pode chegar finalmente às farmácias.


Menos comprimidos O Atripla é fruto de uma colaboração pouco habitual na indústria farmacêutica: três laboratórios - a Gilead, a Bristol-Myers Squibb e a Merck - juntaram um anti-retroviral de cada um num só comprimido - efavirenz, emtricitabina e tenofovir.


Amílcar Soares, presidente da Associação Positivo, explica que este medicamento "é sobretudo um facilitador da toma", que vem simplificar a vida à maioria dos doentes, que, assim, em vez de terem que tomar três comprimidos tomarão apenas um.

"Tudo o que venha simplificar a vida aos doentes é bem vindo", reagiu ao DN, por sua vez, Margarida Martins, da Abraço, associação que apoia doentes com sida.

Quando os primeiros tratamentos anti-retrovirais foram lançados, em 1996, os doentes tinham de tomar até 30 comprimidos por dia, alguns com o estômago vazio, outros em diferentes horários ao longo do dia.


O Atripla vem revolucionar o quotidiano destes doentes. "A pessoa não precisa de andar preocupada com três medicamentos, para tomar de manhã, à tarde e à noite", explica ainda Amílcar Soares. O Atripla toma-se uma vez por dia. "Acho que vai deixar as pessoas mais felizes e, sobretudo, vai fazer com que adiram melhor à terapia." Além disso, a toma de apenas um comprimido evita que as pessoas tenham que esconder a medicação para fugir a perguntas. Daí que, para os especialistas, o principal benefício deste medicamento seja ao nível psicológico.

Especialistas contra realização de dietas em idade pediátrica

05.06.2008 - 18h41 Lusa
Especialistas em obesidade pediátrica defenderam hoje que as crianças não devem realizar dietas, sendo necessário fazer uma alimentação saudável e diversificada, bem como exercício físico “vigoroso”. “Não é preciso fazer dieta, aliás, não é recomendado em idade pediátrica fazer dieta”, afirmou Carla Rego, pediatra e investigadora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que preside ao 18º Encontro Anual do European Childhood Obesity Group (Grupo Europeu de Obesidade Infantil) que está a decorrer no Porto.

Segundo a médica, é preciso ensinar a comer de tudo de forma saudável. “Uma restrição alimentar implica necessariamente desequilíbrio emocional e, sendo assim, nunca deve ser feito na vida dieta, muito menos em idade de crescimento”, defendeu.

O norte-americano Bernard Gutin questionou até que ponto vale a pena cumprir uma dieta, defendendo que as crianças devem fazer exercício físico “vigoroso”, ou seja, um desporto que implique corrida ou saltos.

Na sua opinião, as crianças não devem fazer dietas como os adultos, e a actividade física é importantíssima por estimular o desenvolvimento, além de influenciar na obesidade. “As crianças devem fazer esse tipo de exercício físico pelo menos uma hora por dia”, disse, considerando também ser necessário alterar hábitos. Apontou como exemplo a substituição de bebidas com gás por leite às refeições: “As mesmas 200 calorias do leite são mais benéficas, porque têm cálcio”.

Margaritha Caroli, outra especialista presente neste encontro, defendeu ainda um regresso ao passado, designadamente às brincadeiras de rua e passeios ao ar livre, em substituição de horas passadas a ver televisão ou com jogos de consola.

Carla Rego disse que “as armas de terapêutica [para a obesidade, como comprimidos e cirurgia] em idade pediátrica, excepto a mudança de comportamentos, são polémicas”.

Para esta mudança, a especialista defendeu uma maior aposta na prevenção. “Se há que travar uma pandemia, há que saber como fazê-lo, sobretudo quando essa pandemia tem a ver com comportamentos da mulher antes de engravidar, durante a gravidez, do crescimento da criança, dos pais, das escolas e autarquias”, afirmou Carla Rego, acrescentando que “falta legislar, legislar em várias áreas, como a alimentação nas escolas e no que diz respeito à publicidade”.

Carla Rego afirmou ainda que, apesar de não existirem números gerais sobre obesidade infantil, porque “não há nenhum rastreio nacional”, empiricamente, através das consultas externas, dá para perceber que se trata de um doença que tem aumentado, sobretudo em idades mais precoces. “Presumo que a Plataforma para a Obesidade esteja a planear realizar esse estudo”, concluiu.




Aqui está um conselho de quem sabe, a ser seguido por muitos que dizem que se deve iniciar dietas na infância!

domingo, junho 08, 2008

E pode por estes motivos? Nem nas repúblicas das bananas!


Ordem dos Dentistas pondera impedir acesso à profissão
A Ordem dos Médicos Dentistas pondera impedir o acesso à profissão, caso continuem a não existir soluções de emprego para estes profissionais, revelou hoje à Lusa o bastonário da classe. Diario Digital

Orlando Monteiro da Silva falava à Lusa no final da audiência que manteve com o Presidente da República, com o qual abordou a questão da emprego dos médicos dentistas.
Para a Ordem, a situação destes profissionais está a atingir um limite, uma vez que todos os anos saem 600 licenciados que se juntam aos 6.000 médicos dentistas que existem em Portugal.
Sem emprego para exercer a profissão, muitos têm optado por emigrar, o que a Ordem dos Médicos Dentistas lamenta. Nesta situação estão já 247 médicos dentistas que exercem a profissão em Inglaterra.


Perante este cenário, que classifica de «muito grave», a Ordem está a ponderar impedir o acesso à profissão, alegando que estão cobertas as necessidades sanitárias do país, em termos de medicina dentária.


Outro tema que a Ordem dos Médicos Dentistas abordou com Aníbal Cavaco Silva foi o Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral, que entrou em vigor a 01 de Março e que implica a atribuição de cheques-dentistas.

sábado, junho 07, 2008

Em Portugal está-se à espera de quê ?

Ministro defende castração química de pedófilos

Se depender do ministro da Justiça espanhol, Mariano Fernandez Bermejo, os juízes poderão vir a obrigar os pedófilos a submeterem-se a tratamentos de "inibição do desejo sexual", ou seja, à castração química.

Numa entrevista publicada hoje no diário espanhol 'Expansión', Mariano Bermejo admite a castração química obrigatória para pessoas que tenham cumprido pena por abuso sexual de menores. O ministro da Justiça defende que tratamento siga critérios médicos e seja aplicado no caso de os visados continuarem a ser considerados perigosos para a sociedade.


No livro 'Minorias Eróticas e Agressores sexuais", o psiquiatra Afonso de Albuquerque afirma que as hormonas antiandrogénicas mantêm-se como o tratamento de primeira escolha para pedófilos violentos e reincidentes. O efeito mantém-se enquanto for administrado o medicamento, e a duração do tratamento pode ir até vários anos.


Segundo este psiquiatra português, há poucos dados que permitam afirmar que as parafilias (entre as quais a pedofilia) são curáveis, e que podem ser substituídas permanentemente por uma orientação sexual normal. Pelo que, os objectivos do tratamento são a diminuição dos desejos sexuais por crianças.

O tratamento com hormonas antiandrogénios leva à diminuição das hormonas masculinas ( testosterona e a di-hidrotestosterona), o que é comparável com o efeito da castração cirúrgica dos testículos. O resultado é facilmente medido através de análises ao sangue, permitindo ao clínico um melhor controlo da eficácia do tratamento.


Estas intervenções existem há anos noutros países europeus e no Canadá, mas ainda não chegaram a Portugal.
De acordo com Afonso de Albuquerque, a total falta de coordenação entre o sistema judiciário e o sistema de saúde no país não permitiu ainda a implementação de protocolos de intervenção médico-legal na avaliação, no tratamento voluntário (ou/e compulsivo) e na reinserção dos pedófilos.

sexta-feira, maio 30, 2008

António Arnaut: "Há quem espere receber o cadáver do SNS, mas este vai sobreviver"


30.05.2008 - 15h46 Lusa
O antigo ministro socialista e "pai" do Serviço Nacional de Saúde, António Arnaut, manifestou-se hoje convicto de que o SNS sobreviverá apesar de "haver muita gente à espera de receber o seu cadáver".Falando num encontro da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, o antigo ministro dos Assuntos Sociais, que criou o Serviço Nacional de Saúde (SNS), manifestou-se preocupado "com os ataques" de que é alvo o sistema público de saúde, mas esperançado de que os cidadãos não abrirão mão de um direito adquirido e essencial para o exercício de uma cidadania plena. "Se os grandes grupos económicos estão a investir na saúde é porque sabem que dentro de pouco tempo está tudo desmantelado, e o Serviço Nacional de Saúde ficará para os coitadinhos. Estou muito preocupado com o avanço do neoliberalismo e com a capacidade de intervenção das grandes companhias majestáticas, como nunca antes", observou. António Arnaut recordou que "há 20 anos o SNS cobria 90 por cento da população, e o resto era a ADSE e pouco mais", acrescentando que hoje "há cerca de dois milhões de apólices de seguros, porque as empresas obrigam os seus trabalhadores a fazê-las". "Há uma fuga dos recursos humanos do SNS para o sector privado", referiu, acusando o antigo ministro da Saúde, Correia de Campos, da "destruição das carreiras médicas", possibilitando os contratos individuais. Na sua perspectiva, tem havido "medidas que visam destruir o SNS para o deixar de forma residual para os coitadinhos". "O Serviço Nacional de Saúde é uma conquista de Abril, um serviço universal, geral e gratuito" ou tendencialmente gratuito, recordou. Para António Arnaut, este princípio, além da força ética que comporta, tem uma força jurídico-constitucional muito grande, pois será necessária uma concertação de dois terços dos deputados da Assembleia para o retirar da Constituição da República Portuguesa pela revisão do artigo 64º. "No dia em que o PS o faça eu saio do Partido Socialista, do qual sou um dos fundadores", prometeu, embora tenha a esperança de que isso não irá acontecer porque o SNS sobreviverá. Essa esperança radica, quer na reacção do primeiro-ministro ao substituir Correia de Campos como ministro da Saúde porque os cidadãos "tinham perdido a confiança no SNS", quer pela "sublevação popular", que constituíram as reacções às medidas que estavam a ser introduzidas. "Há hoje uma consciência cívica que pode impedir o Governo de restringir os direitos conquistados. Por isso estou optimista. É difícil que um direito conquistado seja retirado", sublinhou, frisando que numa sociedade em que a pobreza aumenta só o Estado poderá garantir a igualdade de acesso à saúde, um direito que radica na ideia de dignidade da pessoa humana. A intervenção de António Arnaut enquadrou-se num encontro realizado durante o dia de hoje pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, intitulado "Gerir em Tempos de Mudança".



Só quem é Pai, tem tanta esperança por um filho que tomou outros rumos, que não os preconizados por quem o ama!


António Arnaut, nem podia ter outra postura e acredito no seu sofrimento, ao ver o que se tem passado nestes últimos tempos.


Mais!


Por mais ameaças que possa fazer no sentido de abandonar o partido que ajudou a fundar, o "neoliberalismo" não pára, tem paciência e acabará por absorver o SNS, para mal de todos nós.


É só uma questão de tempo!

Acto médico no SNS e na Privada...

A propósito do meu post relativo às reclamações dos utentes e ao relatório da IGAS, alguem escreveu muito pertinentemente...

Anónimo disse...
Também há outro aspecto curioso em relação às queixas de demora no atendimento.. é que se demorarem a atender no SNS, cai o Céu e a Trindade - os médicos andam é a passear, não prestam, ninguém liga nenhuma, isto funciona mal, etc.. se a demora for a mesma ou até superior no privado... "este senhor doutor trabalha mesmo muito, temos que esperar 3 horas e tudo! é porque é muito bom!" ou seja, qdo as pessoas vão ao SNS entram já com um preconceito, com todas as pedras na mão e tornam-se muito mais intolerantes a qualquer coisa que corra menos bem. Já qdo entram no privado vão tão (mal) convencidas que tudo corre ás mil maravilhas, que mesmo as faltas mais graves são desculpadas!
Quinta-feira, Maio 29, 2008

Pois...mas há mais: no SNS a consulta é gratuita e tem de ser para já, enquanto que na Privada é bem paga e é por especial favor que é atendido... No SNS quer-se - e muito bem - cultivar ( mas apenas nos CS, que não nos Hospitais) a consulta com hora marcada...na Privada é o que se sabe...

Não é anedota aquela do médico que mandava a sua assistente de consultório marcar as consultas para uma hora em que era impossível estar no consultório...é que assim se fazia a fama de ser muito atarefado e estava com o consultório sempre à pinha

Enfim...posturas perante a profissão e a ética...

quinta-feira, maio 29, 2008

INEM reforça socorro pré-hospitalar com mais seis ambulâncias na região centro


29.05.2008 - 17h43 Romana Borja-Santos, Público
A região centro conta, a partir de amanhã, com seis novas ambulâncias do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica). O reforço dos meios de emergência levou à contratação de 45 novos colaboradores, com o objectivo de profissionalizar o socorro pré-hospitalar, que tem já 75 ambulâncias inteiramente utilizadas por profissionais do instituto.Pombal e Tondela passam a dispor de duas viaturas de Suporte Imediato de Vida e Estarreja, Figueiró dos Vinhos, Mortágua e Tábua de uma ambulância de Suporte Básico de Vida. Nas três primeiras localidades a ambulância funcionará 24 horas por dia, mas nas restantes só estará disponível durante o período nocturno (das 20h00 às 08h00 do dia seguinte).



O INEM a pouco e pouco vai cobrindo o país.


Mas como?


Devemos perguntar, já que, potencialmente todos somos possíveis futuros utilizadores.


"As viaturas de Suporte Imediato de Vida têm um enfermeiro e um técnico de ambulância de emergência e estão equipadas com mais medicamentos e com um monitor-desfibrilhador, o que permite a transmissão dos electrocardiogramas e dos sinais vitais."


Estar equipada com mais medicamentos é suficiente? Transmitir o ECG, chega? Isto dá segurança ao povo? Para onde leva os doentes?


"As ambulâncias de Suporte Básico de Vida contam apenas com dois técnicos de emergência. No entanto, levam equipamento de avaliação e estabilização do doente para situações de trauma ou de doença súbita, podendo ainda utilizar um desfibrilhador automático externo, em caso de necessidade."


Continuamos com as dúvidas que temos, por enquanto.


"Pombal e Tondela passam a dispor de duas viaturas de Suporte Imediato de Vida e Estarreja, Figueiró dos Vinhos, Mortágua e Tábua de uma ambulância de Suporte Básico de Vida. Nas três primeiras localidades a ambulância funcionará 24 horas por dia, mas nas restantes só estará disponível durante o período nocturno (das 20h00 às 08h00 do dia seguinte)."


E agora deixamos de ter dúvidas, nem preciso comentar! Portugal no seu melhor!

Governo anunciou conclusão da reforma legislativa da administração pública

29.05.2008 - 15h20 Lusa
O ministro das Finanças afirmou que o Governo concluiu hoje a reforma legislativa da administração pública, com a aprovação de quatro diplomas relativos a contratos de trabalho, protecção social, carreiras e tabelas remuneratórias.“Estamos perante a reforma mais ambiciosa e mais profunda adoptada em muitas décadas de administração pública. A partir de agora, a tarefa do Governo será a de concretizar o novo quadro legislativo”, declarou Teixeira dos Santos no final do Conselho de Ministros.


Esperando de facto que assim suceda, aguardamos os próximos capítulos da reforma da administração pública.

Espera-se uma verdadeira reforma para benefício dos cidadãos que necessitam da administração pública, assim como para os seus funcionários, não uns meros alinhavos, para apresentação de "trabalho feito" e para cumprir calendário.

Autonomia sem responsabilização às vezes dá asneira...

Maternidades dão orientações erradas para deitar os bebés
CARLA AGUIAR PAULO SPRANGER
DN
As maternidades portuguesas adoptam e recomendam práticas erradas no acompanhamento dos recém-nascidos, acusa o pediatra Mário Cordeiro.
"É intrigante e perturbador constatar que 18 anos depois de existir uma orientação técnica da Direcção--Geral da Saúde a dizer que as crianças não se devem deitar de lado, porque isso aumenta para o dobro a probabilidade de morte súbita, mas de costas, profissionais de saúde continuem a recomendar essa prática", disse o médico ao DN.

Um estudo concluído no final do ano passado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, baseado em inquérito às mães, a seguir à alta médica, constatou que "em 90% dos casos foi-lhes recomendado pelas enfermeiras que deitassem os bebés de lado".

Esta situação leva aquele pediatra a considerar que é preciso "questionar e responsabilizar os directores de serviço dos hospitais que não fazem um acompanhamento do modo como os profissionais estão a seguir as orientações técnicas e as evidências científicas".
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