Lenitivo
O Governo aprovou a criação de um novo curso de Medicina na Universidade do Algarve que deverá arrancar já no ano lectivo de 2009/2010, disse fonte governamental.
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
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http://dragandabic.com/
Dr. Dragan "David" Dabic was born some six decades ago in a small Serbian village of Kovaci, near Kraljevo.
As a young boy he liked to explore nearby forests and mountains, spending a lot of time on Kopaonik mountain where he tended to pick the omnipresent, natural and potent medicinal herbs that grew at those green pastures.
As a young man he moved to Belgrade, and then on to Moscow where he graduated with a Doctor of Medicine degree (spec. in Psychiatry) at the Moscow State University (Lomonosov).
After Russia, Dr. Dabic travelled around India and Japan, after which he settled in China where he specialized in alternative medicine, with a special emphasis on the mind-body control, meditation, Yoga, spiritual cleansing, as well as Chinese herbs.
In mid-1990s Dr. Dabic returned back to mother Serbia for good, and ever since then emerged as one of the most prominent experts in the field of alternative medicine, bioenergy, and macrobiotic diet in the whole of the Balkans, and is frequent contributor to the regional alternative health magazines, and guest expert with numerous TV appearances and on many public forums, seminars and symposiums (Belgrade, Novi Sad, Pancevo, Sombor, Smederevo, Kikinda...) dedicated to these issues and topics.
Dr. Dragan Dabic currently resides on Yury Gagarin street in New Belgrade, but for public forum invitations, television appearances or private consultations he can be reached directly at the following contact:
healingwounds @ dragandabic . com
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Detido ontem à noite na Sérvia
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Ministério diz que situação actual é "muito diferente"
"Inspecção-Geral da Saúde detectou irregularidades no valor de 1,2 milhões de euros entre 2003 e 2004", na Última Hora do Público, mas que de última hora nada tem pois esta notícia tem meses...
"A Inspecção-Geral da Saúde detectou, entre 2003 e 2004, irregularidades no valor de 1,2 milhões de euros. Esse valor foi pago em remunerações indevidas e regalias excessivas às direcções dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, mas o Ministério da Saúde garantiu hoje à Lusa que a situação actual é "muito diferente".
De acordo com o "Jornal de Notícias" (JN) de hoje, "os dois relatórios da IGS à gestão dos hospitais públicos são categóricos na acusação: a mudança do regime de gestão hospitalar iniciada em 2002 foi marcada por inúmeras irregularidades e centenas de privilégios indevidos".
O primeiro relatório foi encomendado pelo então ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, que quis saber tudo sobre as remunerações e regalias sociais dos dirigentes dos estabelecimentos e serviços do SNS, mas quando as conclusões chegaram já ele tinha sido substituído por Correia de Campos.
A investigação indica que "o SNS tinha gasto indevidamente com os órgãos gestores dos hospitais públicos quase um milhão e 200 mil euros", sendo que, destes, "486 mil diziam respeito aos hospitais SA e 709 mil aos do Sistema Público Administrativo (SPA)", refere o jornal.
Mais de 90 por centro do valor total já foi devolvido ao Estado
Fonte do gabinete da ministra da Saúde, Ana Jorge, garantiu hoje à Lusa que "mais de 90 por cento deste valor já foi devolvido ao Estado".
Entre as irregularidades, foram detectados casos de "um director clínico, para além do seu normal vencimento, recebia também uma remuneração por ser assessor da sua própria direcção; subsídios de representação eram atribuídos, indevidamente, nos meses de férias e Natal e com efeitos retroactivos; Conselhos de Administração autopromoviam-se para o escalão máximo de remuneração", segundo o JN.
Além disso, adianta o jornal, "foram dadas ordens de aquisição de viaturas até 40 mil euros (valor superior ao permitido) e alugadas viaturas por períodos de 60 dias sem a respectiva autorização", sendo que "uma das respostas aos inquéritos dizia até que uma viatura era usada para uso pessoal 'mas com moderação'".
Também nas despesas do telemóvel se atribuía, muitas vezes, "um valor superior ao legal", sendo a lista "infindável".
Na sequência das irregularidades detectadas, "alguns processos disciplinares foram instaurados", explicou à Lusa a fonte do Ministério da Saúde, adiantando que "algumas acções estão concluídas e outras encontram-se em fase de conclusão".
Segundo também a fonte do Ministério da Saúde, "a realidade actual nos hospitais do SNS é muito diferente da que é relatada no relatório da IGS, na sequência de posterior legislação e acatamento das recomendações" então formuladas."
É giro como para vender mais papel, o único caso personalizado é de um director-clínico, portanto médico.
Rio-me sozinho quando vejo estas notícias. O filão da Saúde estará a acabar porque tudo nos media é efémero.
Agora até o cancro vende.
Cancro num órgão nobre.
Pois continuarão a existir cancros que nunca verão a luz do dia ou melhor nunca terão os seus quinze minutos de fama (a menos que se descubra uma vacina, por mais questionável que seja!): coitados dos cancros do testículo, da vulva, da vagina, do escroto, do pénis, do epidídimo, do ânus, da língua, e por aí fora...
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Há figuras da nossa praça a quem as luzes da ribalta ofuscam e tiram o sentido das conveniências...discorrem sobre tudo e sobre nada, quantas vezes dizendo asneira...mas têm guarida como colunistas dos diários....
Miguel Sousa Tavares é uma dessas figuras, quantas vezes "arrotando postas de pescada" sobre assuntos médicos ... Daí que quebre a regra de aqui postar apenas sobre assuntos ligados à Medicina e à Saude... mas, pensando bem, estarei a quebrar mesmo essa regra...?
Bem, mas o insigne e douto MST esta vez terá virado Indiana Jones...a resposta do Manuel Maria Carrilho no Diário de Notícias é a que se segue:
ILITERACIA DAS ELITES?
Manuel Maria Carrilho
Em todo o mundo, são apenas 878 os bens e os sítios que estão classificados pela UNESCO como Património Mundial. Esta classificação é um símbolo de reconhecimento do excepcional valor do património em causa, e um estímulo não só à sua manutenção mas, também, à sua contínua valorização.A competência, a prudência e o grau de exigência com que o Comité do Património Mundial tem sempre actuado, tornaram inquestionáveis as suas decisões.
É por isso tão surpreendente como patusco ver, no Expresso de sábado passado, Miguel Sousa Tavares pretender pôr em causa o valor patrimonial das gravuras do Vale do Côa, insinuando que este comité é constituído por "alguns oportunistas" que "decretaram ser gravuras paleolíticas" uns "tacanhos rabiscos numas pedras". Rabiscos aos quais, note-se, a "maior autoridade mundial na matéria" (convenientemente deixada no anonimato!...) teria atribuído "entre 30 e 300 anos".
Trata-se de afirmações completamente mistificatórias, que impõem alguns esclarecimentos. Em primeiro lugar, para referir que o incontroverso apuramento da idade paleolítica e do valor científico e patrimonial das gravuras do Côa foi feito em 1996 por uma equipa internacional de peritos que incluía alguns dos maiores especialistas mundiais na arte paleolítica (P. Bahn, R. de Balbin, M. Lorblanchet, S. Ripoll, V. Villaverde e D. Sacchi), que consideraram unanimemente o Vale do Côa como a maior concentração de arte rupestre paleolítica no mundo.
Depois, para lembrar que o património do Vale do Côa foi também avaliado em 1997 no quadro da sua classificação como Monumento Nacional pelo Estado português e, mais tarde, em Dezembro de 1998, pelo mais exigente comité do mundo em questões patrimoniais, que é justamente o Comité do Património Mundial da UNESCO.
E foi este comité que então deliberou consagrar o Vale do Côa como Património da Humanidade, com base em critérios que, naturalmente, incluem a sua cronologia paleolítica: "Criterion I: The Upper Palaeolithic rock-art of the Côa valley is an outstanding example of the sudden flowering of creative genius at the dawn of human cultural development. (...) Criterion III: The Côa Valley rock-art throws light on the social, economic, and spiritual life on the life of the early ancestor of humankind in a wholly exceptional manner." (cf. http/whc.unesco.org/en/list/866).Por fim, para dizer que obviamente se respeitam todas as opiniões sobre a política seguida no Vale do Côa desde finais de 1995 até hoje. (Seria de resto desejável que se fizesse uma discussão séria sobre o assunto, para a qual me declaro inteiramente disponível.)
Mas é preciso sublinhar que de modo algum se pode aceitar que, num impulso que revela irresponsabilidade, mas também total ignorância sobre a matéria, se ponha em causa o carácter paleolítico e o valor cultural das gravuras do Côa, repetidamente confirmados por todos os peritos consultados, e desde 1998 consagrado pela UNESCO.
Ao fazê-lo, Miguel Sousa Tavares lembra o caso daquele indivíduo que imagina estar a fazer uma grande figura quando toscamente se ri dos astrónomos que afirmam que é a Terra que gira à volta do Sol! Caso que, infelizmente, é mais frequente do que se julga, e ilustra bem a iliteracia cultural e científica de algumas das nossas elites, que afinal se comportam - seguras da impunidade de que beneficiam - como autênticos parasitas do atraso português.
Que não haja quaisquer dúvidas: Portugal tem no Vale do Côa um património único do qual, em termos mundiais, se deve orgulhar. É isto mesmo que se destaca no recente documentário de Jean-Luc Bouvret, Côa, la Rivière aux Mille Gravures, que tem sido exibido por todo o mundo com assinalável sucesso. A questão é a de se saber protegê-lo, valorizá-lo e integrá-lo num projecto de desenvolvimento da região e do País - é sobre este ponto que, a meu ver, deve incidir o debate
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Primeiro bebé português a nascer dentro de água num hospital
02h26m
Manuel Molinos
Simão Pedro foi o primeiro bebé português a nascer dentro de água em contexto hospitalar. O parto aquático realizou-se terça-feira, numa banheira portátil, na Ordem da Lapa, no Porto, e teve o acompanhamento de duas enfermeiras, um obstetra e um pediatra.
Simão é assim o 17.º bebé a nascer dentro de água no nosso país, mas o primeiro numa unidade hospitalar. As outras 16 crianças nasceram em ambiente domiciliário. Em todo o mundo, estão registados cerca de 45.000 nascimentos na água.
"Com 2,8 kg, Simão Pedro nasceu em boas condições de saúde", contou, ao JN, Isabel Ferreira, uma das enfermeiras especialistas em saúde materna e obstetrícia que acompanharam os pais do bebé antes e durante o nascimento.
"O parto durou três horas e meia e foi antecedido de duas sessões preparatórias em duas piscinas da cidade", sublinhou Isabel Ferreira, que esteve propositadamente na Bélgica, durante uma semana, a participar num curso sobre esta modalidade de nascimento.
"A água alivia a dor, permite um parto mais rápido e sem auxílio de medicamentos", especifica a enfermeira.
Por definição, o parto na água acontece quando a mãe dá a luz com os genitais totalmente cobertos de água, embora o bebé possa nascer dentro ou fora da mesma.
Para um parto em boas condições, a água deve estar aquecida, entre 35 e 37 graus celsius, aumentanto a irrigação sanguínea da mãe e a diminuição da pressão arterial, além do relaxamento muscular.
Alguns médicos defendem que o parto na água pode não ser seguro, porque o bebé pode aspirar água. No entanto, os registos de incidentes nos partos aquáticos são muito raros.
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Projecto “Caderno Digital”
Maia: câmara quer substituir peso das mochilas dos alunos por pen drives
10.07.2008 - 19h09 Sandra Silva Pinto
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Mulher morre sem assistência na sala de espera de hospital em Nova Iorque . Médicos e funcionários vão ser responsabilizados
Expresso on line
Um inquérito em curso e a suspensão ou demissão de médicos e empregados são as primeiras consequências do caso da mulher que morreu na sala de espera de um hospital psiquiátrico em Nova Iorque, nos Estados Unidos, por falta de assistência médica.
A história está a abalar os EUA. Uma mulher morreu na sala de espera do hospital psiquiátrico King County Hospital, em Brooklyn, e o seu corpo ficou estendido no chão durante 45 minutos, sendo ignorado por outros pacientes, médicos e enfermeiros que se encontravam no local, como mostra um vídeo do sistema interno de segurança do estabelecimento.
James Sauders, porta-voz da organização, disse que sete empregados do hospital vão ser demitidos ou suspensos: o director de psiquiatria, o chefe da segurança, um médico, duas enfermeiras e dois seguranças.
Segundo a União das Liberdades Civis de Nova Iorque, o 'staff' do hospital adulterou as gravações para tentar provar que a vítima estava sentada "calmamente" na sala de espera e que terá sido socorrida pouco tempo depois de tombar ao chão. Desde o dia 20 que está a decorrer um inquérito preliminar.
O caso remonta ao dia 19 de Junho. Hospitalizada por distúrbios nervosos, Esmin esperou 24horas para ser atendida e acabou por cair ao chão da sala de espera com convulsões. Esteve 45 minutos morta no chão sem ser socorrida. O vídeo do sistema interno do estabelecimento mostra que o seu corpo foi ignorado e que um funcionário chegou a empurrá-lo com o pé.
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in Correio da Manhã
O espanto é geral entre a população de Vitorino de Piães, Ponte de Lima. Depois de toda a polémica em torno da reforma recusada e de oito meses de baixa médica por causa de doença supostamente degenerativa e incapacitante, a funcionária pública Ana Maria Brandão apresenta-se sem qualquer limitação física e aparentemente de boa saúde. Fala-se num milagre que terá ocorrido no Bom Jesus, em Braga.
"Foi uma graça do Cristo crucificado. Ela bem merecia, depois de quatro anos a sofrer, acamada e sem poder fazer nada", atestou Maria das Dores Lima, uma conterrânea de Ana Maria, contando que o suposto milagre terá ocorrido no feriado do Corpo de Deus.
Com uma cervicalgia e uma lombalgia degenerativas – após problemas em operações à coluna –, Ana Maria deslocou-se ao santuário do Bom Jesus, com a irmã e o afilhado. "O miúdo começou a chorar e a pedir ao Senhor para ajudar a madrinha, que estava em sofrimento e que sentiu um grande calor por ela abaixo. Mas só ao chegar a casa se apercebeu de que conseguia andar", descreveu Dores Lima.
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De um e-mail enviado à "redacção" do blog, embora sem pedido de publicação, mas não impedindo:
"Hoje, a realidade que se vive em Portugal é, no entanto, completamente diferente. Tendo o país atingido níveis bons de saúde, níveis já aceitáveis de resposta, a geometria dos sectores público e privado está a alterar-se de uma forma significativa. A oferta privada é agora mais abundante, geralmente de maior qualidade e, em alguns casos, tecnologicamente apetrechada, ao mesmo tempo que o sector público se tende a organizar em termos jurídicos, com vista a uma melhor gestão conducente a melhores cuidados e resultados em saúde. Segundo dados recentes do INE, a produção privada em saúde já atingiu o valor de 30%.
(in Relatório da Primavera 2008 – OPSS, p.3)
Aqui está um exemplo acabado de manipulação das palavras a alertar para a necessidade de se ser absolutamente explícito naquilo que se diz e escreve, principalmente num documento com esta relevância.
Atribuir ao Relatório uma afirmação segundo a qual o sector privado responde melhor, é uma completa mistificação relativamente ao que está escrito.
Aquilo que se está a comparar é o sector privado dos primeiros anos de vigência do SNS com o mesmo sector privado no momento presente. E o que se diz é que ele tem agora “geralmente maior qualidade” relativamente ao que apresentava há uns anos atrás.
É sabido que a grande imprensa não lê um documento desta extensão e nível técnico. Quando muito pega na introdução e conclusões finais. E basta que alguém encontre ou pense ter encontrado um soudnbite para que ele apareça replicado numa reacção em cadeia.
E este soundbite lança facilmente a confusão no grande público e na classe política, muito frágeis para este nível de discussão.
1º - Porque gera de imediato um uma predisposição para focalizar o problema numa particularidade e num determinado contexto
2º - Porque não é de todo verdade.
Esta afirmação, truncada na sua verdade, passa a vincular uma outra mensagem que, tomada dum modo absoluto e definitivo (como é regra dos media), esquece a parte fundamental das determinantes.
O que é responder melhor ? Quem avalia ? e sobre que aspecto ?
Para um utente “atender melhor” tem sobretudo a ver com a acessibilidade, conforto, atenção, simpatia, acolhimento.
Para os técnicos (apenas preocupados com a técnica) “atender melhor” relaciona-se fundamentalmente com o cumprimento do “estado da arte”.
Para os gestores de saúde “atender melhor” significa perseguir a melhor relação do binómio custo-benefício.
Para os políticos “atender melhor” depende fundamentalmente do impacto mediático das opções e do discurso inerente.
Por outro lado este “atender melhor” está intimamente relacionado com as escolhas do sector privado. E elas advêm do que é rentável e não do que é necessário. Ou seja, ao privado está reservada a prorrogativa da “selecção”, e esta é adversa por regra à doença crónica, ao grande trauma, às doenças catastróficas e ao grande risco cirúrgico Quanto mais simples e reproductível for o procedimento, mais prevalentemente for a patologia e menor risco comportar a intervenção, melhor. É o princípio da “linha de produção” e da “grande superfície”. Por isso as patologias menos habituais são tão pouco atractivas.
Parece-me que os responsáveis do OPSS deveriam esclarecer este viés de leitura, se é que o interpretei correctamente.
HB"
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E disse "sinistrose" para não aplicar a palavra correcta "SIMULAÇÃO". Auto-censurei-me, aqui.
Era aquela jovem que dizia insistentemente que sofria de "cervicalgia" e "lombalgia" incapacitantes. As juntas médicas sucessivamente consideravam-na apta para o trabalho.
Vendeu capas revistas, páginas de jornais, abriu telejornais, o Ministro interveio.
Queria a reforma, fazia teatro com os colares cervicais, bengalas, cadeiras e a companhia do seu pai.
Agora, aqui, no Correio da Manhã, vem a verdadeira história: Pode vir a ser despedida! Fala em milagre e já corre, salta e sabe-se que outras coisas fará!
Ainda não confessou qual foi o santo milagreiro, mas que o seu lugar é fora da administração pública e quiça na barra dos tribunais, não tenho dúvidas (essa e outras salgadas que por aí polulam e que levam à certa os nossos distintos jornalistas.)
Mas engraçado, engraçado é o título que o correiozito da manhã escolheu para a notícia: "Funcionária pública pode vir a ser despedida", em gordas.
Simplesmente essa frase! O leitor ao passar os seus olhos, quer lá saber qual vai ser o funcionário público a ser despedido. Eles são mais de meio milhão...
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Internamento de Pediatria de hospital em Amarante fecha de Julho a Setembro por falta de médicos
26.06.2008 - 10h03 Lusa
O internamento de Pediatria do Hospital de S. Gonçalo, em Amarante, vai encerrar nos meses de Julho a Setembro, devido à falta de médicos, disse hoje a administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).
A administração do centro hospitalar - que agrega os Hospitais Padre Américo, em Penafiel, e de S. Gonçalo, em Amarante - alega "escassez de recursos humanos na especialidade de Pediatria", situação que provoca "dificuldades na gestão de escalas nos meses de Verão". "Foi decidido transferir para Penafiel o reduzido internamento de Pediatria, nos meses de Julho, Agosto e Setembro, para assegurar a qualidade assistencial aos doentes, sem recurso aos Hospitais do Grande Porto, mantendo-se todo o esquema de funcionamento previsto ao nível da consulta externa e urgência", informa a administração do Centro. José Alberto Marques, presidente do Centro Hospitalar, garantiu que a medida é transitória e que o serviço de internamento será reaberto no Hospital de S. Gonçalo a 1 de Outubro.
Se a moda pega...vai haver outros serviços a adoptar esta medida, nomeadamente alguns centros de saúde de norte a sul !
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A voz do INEM com o mesmo destaque do post:
inem deixou um novo comentário na sua mensagem "Mais uma do INEM ...":
Exmo. Autor,
sobre este post importa informar que o 112 funciona nas centrais de Emergência da PSP, sendo quem atende efectivamente as chamadas e encaminha para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM as chamadas relacionadas com a área da saúde.
Ora, nesta ocorrência, quando a vítima já se encontrava no Centro de Sáude, recebeu o CODU uma chamada do 112 alertando para a situação. Uma vez que a vítima se encontrava aos cuidados de profissionais de saúde, o INEM registou a situação explicando que, caso necessário, alertassem para a necessidade do envio de um socorro mais adequado.
Ou seja, o 112 e o INEM são dois serviços distintos e o INEM não recebeu qualquer pedido do Centro de Saúde. Assim sendo, como poderia actuar? Se o Centro de Saúde pediu socorro ao 112 (Central de Emergência da PSP), não tendo sido encaminhada a chamada para o INEM, como poderia esta Instituição enviar socorro?
Não se tratou assim de negligência por parte do INEM que todos os dias salva vidas e que apenas envia meios para situações concretas. A gestão dos meios de socorro é feita de forma criteriosa, para que estes meios não faltem em situações necessárias, situações essas que infelizmente, ocorrem com alguma frequência. Aquando da chamada recebida no CODU pelo 112, nunca se deu a conhecer a necessidade do socorro do INEM a uma vítima que se encontrava com profissionais de saúde.
Esperamos desta forma ter contribuído para um esclarecimento e apresentamos os melhores cumprimentos,
Ana F. S. Ros
Gabinete de Comunicação e Imagem
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
e-mail: ana.ros@inem.pt
Internet: www.inem.pt
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O Sindicato Independente dos Médicos alerta no seu site para uma lamentável confusão da Senhora Ministra que foge ao cerne da questão e se deixa "levar" pela sua qualidade de médica hospitalar... e pode ter dado uma machadada no capital de confiança que poderia ter junto dos Médicos de Familia...
A Senhora Ministra da Saúde perdeu uma boa oportunidade para moralizar e rentabilizar o trabalho médico nos Centros de Saúde.
É o que se depreende das suas afirmações à comunicação social de hoje, em suposta resposta a oportuna intervenção da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), vertida no Jornal de Notícias, onde esta associação sindical se insurgia contra o acréscimo inútil de trabalho pedido aos Centros de Saúde nas transcrições de Exames Auxiliares de Diagnóstico provenientes dos Hospitais.
Ora a Senhora Ministra reafirma a necessidade, por comodidade, de os doentes fazerem exames fora do Hospital, o que ninguém contesta, esquecendo, de forma imperdoável, que os Conselhos de Administração da maioria dos Hospitais do SNS impedem os médicos daquelas Unidades de Saúde de solicitar os exames necessários em credenciais passíveis de utilização convencionada. Assim, aos doentes, só resta solicitar/exigir a transcrição dos pedidos de exames nos Centros de Saúde, se não puderem deslocar-se aos Hospitais para os realizarem. E é esta situação que é absurda, abusiva e eticamente insustentável.
Senhora Ministra: acabe com a confusão e determine a obrigatoriedade dos médicos das Unidades Hospitalares solicitarem, em credencial própria do SNS, os exames que entendam e decorram da sua observação clínica, a todos os doentes que, por razões geográficas ou de comodidade, não possam, ou não queiram, deslocar-se aos Hospitais para os realizarem.
O que é totalmente intolerável é continuar a proteger a ilegalidade do envio dos doentes aos Centros de Saúde para médicos especialistas transcreverem o trabalho de médicos especialistas, já que é impensável que a Senhora Ministra desconheça que este problema existe, como parece deduzir-se das suas palavras televisivas.destacar...16 de Junho de 2008 o2/n1992/t1/G.L/6
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Vendiam anfetaminas a clientes que queriam emagrecer
24.06.2008, José Bento Amaro
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PJ atenta ao negócio dos comprimidos para perder peso e ao dos que fazem aumentar massa muscular
Algumas dezenas de lisboetas que desejavam emagrecer andaram durante meses a consumir anfetaminas sem o saber. Pensavam que estavam a tomar comprimidos que lhes permitiam não ganhar peso, substâncias quase milagrosas, susceptíveis de dispensar dietas rigorosas e dolorosas. A partir de agora, e depois da intervenção da Polícia Judiciária, emagrecer será bem mais difícil para estas lisboetas, uma vez que as duas vendedoras dos comprimidos foram detidas.
Sugestivamente intitulada Cintura Fina, a operação desencadeada pela Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes (DCITE) identificou as duas vendedoras dos comprimidos que abasteciam a vizinhança, bem no centro de Lisboa. Tratava-se de duas mulheres de nacionalidade brasileira, ainda jovens, que aproveitavam as viagens ao seu país para virem carregadas com o produto, com o nome de "Senprofonex", que tem anfetaminas na sua composição e que, por isso, é um estimulante e, em consequência, um redutor do apetite.
Dizem os peritos policiais que o consumo excessivo de anfetaminas, para além de potenciar o emagrecimento dos consumidores, pode, em casos extremos, ter consequências fatais. As duas jovens vendiam a retalho, quase de porta em porta, espalhando cápsulas consoante as freguesas se sentiam mais ou menos esbeltas. Acabaram por ser descobertas, na passada sexta-feira, depois de uma operação inopinada dos investigadores da DCITE, que, nos últimos meses, tem dado especial atenção a este tipo de drogas, bem como às substâncias proibidas utilizadas nos ginásios e destinadas a aumentar a massa muscular.
O tráfico de anfetaminas em Portugal estará em expansão, a julgar pelo número de apreensões que as polícias têm feito.Em 2006, a Polícia Judiciária apreendeu mais de 33.700 gramas deste produto, bem como 96 comprimidos. No ano passado, as apreensões do produto em pó ficaram-se pelos 700 gramas, mas o número de comprimidos confiscados quase atingiu as 3 mil unidades.
As duas empreendedoras basileiras deveriam perguntar "Ei, cadê os outros ?"... porque são bem conhecidas as prescrições de nomes sonantes da nossa praça de pilulas milagreiras eventualmente tão perigosas como se tivessem anfetas...
E a charlatanice das dietas e produtos dietéticos milagrosos, que ora se suspendem ora se autorizam ? E os cremes, pomadas e mezinhas a metro ?
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Fazem dezenas de quilómetros por um raio X
00h00m
teresa cardoso
JN
Ministério da Saúde tem três protocolos para Raio X convencional em Viseu, Lamego e Santa Comba Dão. Mas só dois são respeitados. Utentes recorrem à Cemedical. Gostam do serviço, mas gastam em combustível o que poupam em exames.
Os mais de 90 mil habitantes do concelho de Viseu não têm onde fazer um raio X comparticipado pelo Estado. Quem não quer ou não pode pagar aqueles exames, a custos de mercado, tem duas soluções: ir a Lamego ou a Santa Comba Dão. Isto porque a clínica protocolada na capital de distrito não faz radiologia convencional.
Entre as duas alternativas, os utentes optam invariavelmente pela Cemedical, em Santa Comba Dão. Compensará percorrer dezenas de quilómetros para fazer uma radiografia a um joelho, a um pé ou ao tórax? A maioria acha que sim. "Venho de Silgueiros, a 30 quilómetros de distância, quase sempre com idosos que não têm carro ou familiares disponíveis para os transportarem. Cobro 25 euros pela viagem já com o tempo de espera incluído. Muitos aproveitam para fazer mais do que um exame. Se fossem à privada, saía-lhes muito mais caro", testemunha João Pereira, taxista naquela freguesia de Viseu.
"Moro em Bodiosa. Venho fazer um exame aos rins. Se quisesse, neste caso, podia optar por Viseu. Mas já me habituei a vir à Cemedical. É também uma questão de justiça. Se esta clínica come os ossos, ao fazer aquilo que os outros não querem, também tem direito a realizar exames que rendam mais alguma coisita. Faço 80 quilómetros mas não me importo", corrobora Liberta Alexandre.
Os utentes chegam à Cemedical pelos mais diferentes meios. Mas é sobretudo de táxi e de carro particular que vencem distâncias de dezenas e centenas de quilómetros. Alguns aproveitam para fazer outros exames.
Mas nem só os utentes de Viseu recorrem àquela clínica privada.
Sérgio Américo, de Riodades, S. João da Pesqueira, fez 230 quilómetros para levar a mulher à Cemedical. Há 20 anos emigrado na Líbia, onde trabalha numa exploração de petróleo, explicou que o exame prescrito só podia ser feito em Viseu, a pagar, ou em Santa Comba Dão, neste caso por 15,70 euros de taxa moderadora. "Se fosse à privada pagava um balúrdio. Aqui é mais longe mas aproveito para almoçar e dar umas voltas".
Adalberto Tomás, administrador da Cemedical, reconhece que os exames de Raio X "são mal pagos". Mas diz que uma empresa como a sua, que tem investido milhões em instalações, equipamentos e recursos humanos, não se pode dar ao luxo de recusar trabalhos. "Até porque, atrás de um tórax, podem vir outros exames mais vantajosos na área da imagiologia", justifica.
Diferente entendimento tem a clínica Vale & e Ruas, Limitada, em Viseu. Apesar de ter um protocolo assinado com o Ministério da Saúde para fazer radiologia convencional, não aceita prestar estes serviços. "É verdade. Não sei exactamente quais são os motivos, mas creio que terão a ver com a sua baixa rentabilidade", disse ao JN uma responsável.
O coordenador da sub-região de Saúde de Viseu, José Carlos Almeida, lamenta que a sede de distrito não tenha resposta para os utentes que precisam de radiografias. Sobretudo quando há um protocolo em vigor. "Tínhamos dois. Um caducou, o outro mantém-se. As pessoas a quem o exame for recusado, devem fazer queixa nos serviços ou usar o livro de reclamações para que possamos agir". O dirigente explica que Viseu faz 92 mil exames radiológicos por ano que custam um milhão e 900 mil euros. "Contamos, ainda este ano, com a instalação de mais três laboratórios. As Unidades de Saúde Familiares vão dispor também de radiologia, e os hospitais vão abrir-se ao sector. Isto vai mudar".
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No jornal Tempo Medicina, 1.º Caderno de 2008.06.23 (só acessível a médicos):
Presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) contra pedidos de transcrição de meios complementares de diagnóstico (MCD) aos centros de saúde
«É responsabilidade dos hospitais»
Para Pedro Lopes, ao pedir aos centros de saúde para requisitarem MCD, os hospitais estão a utilizar «armas que não são correctas» para conter custos. A ideia corrobora a posição da Fnam, que adjectiva esta situação de «malabarismo contabilístico».
Segundo Pedro Lopes, quando os cuidados de saúde primários enviam um doente para o hospital «é porque esse utente precisa de cuidados médicos da rede hospitalar» e, a partir do momento em que entra na rede, «é responsabilidade dos hospitais» esclarecer a sua situação clínica.
Assim se resume a posição do presidente da APAH, perante a carta enviada pela Federação Nacional dos Médicos (Fnam) à ministra da Saúde, dando conta da «transferência da requisição de exames complementares de diagnóstico necessários para as consultas externas, para os médicos dos centros de saúde».
Na missiva lê-se que esta é uma prática da qual resultam «pesados prejuízos para a eficiência global do sistema» e «subversões na responsabilidade da prescrição» que procuram «unicamente "sacudir" as despesas» dos meios complementares de diagnóstico dos hospitais para os cuidados de saúde primários, que os requisitam ao sector convencionado.
Em declarações ao «Tempo Medicina», Pedro Lopes reconheceu que há «muitos hospitais» a reenviar os doentes para os centros de saúde com o pedido de realização de MCD. Por trás desta atitude «está a pressão [de contenção] dos custos» nos hospitais, admitiu o presidente da APAH, embora advirta: «Não podemos fazer cortes nos custos utilizando armas que não são correctas.» Em causa está o princípio do «prestador/pagador», que dita que «se o hospital prescreve tem de assumir a responsabilidade financeira» do acto, frisou.
Contudo, para o administrador o reenvio de doentes com pedidos de exames também se prende com a má referenciação. «Quando os clínicos gerais enviam doentes para a rede diferenciada, estes têm de ir devidamente estudados, o que por vezes não acontece», afirmou.
[Uma no cravo, outra na ferradura! Pois a investigação de um doente, a partir de certo ponto, geralmente a partir do diagnóstico provisório, compete aos hospitais ou médicos da especialidade respectiva. Acontece, geralmente, que os hospitais repetem exames já feitos, até posso concordar, porque se trata de uma questão de confiança do médico, por outro lado há muitos exames que os centros de saúde não podem pedir e outros exames que os médicos dos cuidados de saúde primários não dominam, nem lhes compete dominar: cateterismos, ressonâncias magnéticas, PET SC, muitas análises imunológicas, e muitos outras técnicas que têm evoluído. O que não se compreende é que os hospitais peçam ao doente hemogramas, rx de tórax, bioqímicas, ecg, ecocardiogramas, etc, muitas vezes para avaliar a evolução dos doentes aos centros de saúde. E o doente é que sofre, pois tem que andar de um lado para o outro apenas por motivos burocráticos....]
Um argumento categoricamente negado por Mário Jorge Neves, dirigente da Fnam. «Não é isso que se passa», disse ao «TM». O sindicalista contou «que a maioria desses pedidos não deriva do défice de informação clínica», pois as denúncias recebidas pela Fnam relatam que «aos doentes acompanhados nas consultas externas hospitalares é feita uma prescrição oficiosa para serem os médicos de família a fazer as prescrições oficiais».
Estas solicitações, que registaram «um aumento» nas últimas semanas», não passam, para o médico, de «malabarismo contabilístico dos hospitais EPE» para «sacudir» custos e apresentar melhores resultados, o que comprova «a falência rotunda deste modelo de gestão».
Além de que dificulta a vida aos médicos de família, «afogados em actividades burocráticas e administrativas» que limitam «a capacidade de resposta» à lista de utentes.
SIM reage a ministra
A ministra da Saúde, na visita ao Hospital de Santa Marta (ver pág. 10), reagiu à carta da Fnam, garantindo aos jornalistas que «a responsabilidade do serviço prescritor/pagador ainda existe» e que a observação do doente, o pedido de exames complementares e a prescrição terapêutica «é da responsabilidade da instituição que o faz».
[Como anda nas nuvéns. Gostava de saber, como médica pediatra quantas requisições enjeitou para os CS.]
Todavia, admitiu: «Em algumas situações, como os doentes que moram muito longe da instituição, pode ser pedido o favor ao centro de saúde para fazer o pedido de exames.»
[Porque não recorrem aos derviços convencionados da sua área de residência!]
Quanto ao facto de se tratar de uma medida para os hospitais conterem os custos e passarem a factura dos MCD para os centros de saúde, Ana Jorge foi peremptória: «Estamos a falar de dinheiro do SNS, não faz sentido.»
As palavras da governante motivaram uma nota do Sindicado Independente dos Médicos (SIM) na sua página da internet. Nela lê-se que «ninguém contesta a necessidade de, por comodidade, os doentes fazerem exames fora do hospital», mas também diz que Ana Jorge esquece «de forma imperdoável» que os conselhos de administração «da maioria dos hospitais do SNS impedem os médicos» de «solicitar exames necessários em credenciais passíveis de utilização convencionada».
[Uma grande verdade, de que ninguém fala!]
O SIM considera esta situação «absurda, abusiva e eticamente insustentável», e pede que a ministra «determine a obrigatoriedade» dos médicos das unidades hospitalares solicitarem, em credencial própria do SNS, os exames que considerem necessários.
Rita Vassal
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