É Isto Que Se Passa Nas Urgências!
Hoje consultei uma doente que teve necessidade de recorrer a uma urgência nocturna de um nosso hospital.
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
Hoje consultei uma doente que teve necessidade de recorrer a uma urgência nocturna de um nosso hospital.
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Foi assim que a SICNoticias resumiu a sua reportagem sobre as consultas de PLANEAMENTO FAMILIAR nos centros de saúde.
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05.08.2008 - 17h25 Lusa
As vítimas de violência doméstica ficam a partir de hoje isentas do pagamento de taxas moderadoras nas unidades de saúde, segundo um despacho do Ministério da Saúde publicado em Diário da República.
Segundo o texto, a isenção é aplicada "sempre que alguém declare nos serviços de admissão de uma urgência em estabelecimento de saúde ou declare perante pessoal técnico dessa urgência ser vítima de maus tratos e desde que apresente sintomas ou lesões que sustentem com alguma probabilidade tal alegação".
Em Fevereiro, o PCP e deputados do PS questionaram o Ministério da Saúde sobre as orientações dadas quanto ao pagamento de taxas moderadoras por vítimas de violência doméstica.
A pergunta do deputado do PCP João Oliveira aconteceu depois de notícias, no início do mês, segundo as quais foi cobrada uma taxa moderadora de 8,70 euros, pelo Hospital de São Marcos, em Braga, a uma vítima de violência doméstica.
O deputado comunista alertou que essa taxa moderadora não era legalmente aplicável, face ao decreto de 2007 que isenta as vítimas de violência doméstica, mas que o hospital alegou a falta de regulamentação.
Deputados do PS, como Maria do Rosário Carneiro e Afonso Candal, questionaram as medidas tomadas para garantir que as vítimas de violência doméstica não pagam taxas moderadoras nos hospitais.
Os deputados referiam que, de acordo com a Lei de Bases da Saúde, "as vítimas de violência doméstica enquadram-se no grupo populacional beneficiário da isenção da taxa moderadora". Por isso, e tendo em conta "a existência de interpretações díspares quanto ao acesso ao direito da isenção do pagamento de taxa moderadora nas unidades de saúde por parte das vítimas de violência doméstica", os socialistas pedem esclarecimentos ao Governo acerca do que está a ser feito.
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De: Rosalvo Almeida [mailto:rosalvo.almeida@gmail.com]
Enviada: sábado, 2 de Agosto de 2008 22:13
Para: Memai
Assunto: é fantástico
"Caro Médico
Não sei se o assunto interessa ao MEMAI mas hoje irritei-me com o que li no JN e ouvi na RTP.
Talvez o MEMAI possa explicar!
Dizem que uma senhora idosa (com 88 anos) se candidatou ao Complemento Solidário para Idosos. Que o governo dará a diferença para quem receba menos de 400 euros. Essa senhora de Famalicão tem uma pensão de 299 e candidatou-se. Recebeu uma carta da SS a dizer que ia receber 1 euro por mês... Parece impossível! Malandros! Para onde vai a diferença?
O JN não diz mais nada. A RTP, depois das perguntas, diz, em voz baixa e como que não tivesse importância nenhuma, que o Ministério da Segurança Social, interrogado, informou que a diferença se deve a outros rendimentos da senhora.
Ah! Fantástico!
Também dizem que vão ser colocados voluntários nos Centros de Saúde a explicar a coisa aos idosos. Malandros!"
Caro Rosalvo de Almeida, muita injustiça gostaria que me explicassem...
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Os sindicalistas médicos são mesmo feios, porcos e maus!
Oram vejam lá do que eles se lembram de dizer acerca dos diligentes jornalistas, muitos dos quais são de fácil verve sensacionalista e percebem de tudo menos de saúde...
E já agora, com tanta reforma e tanta produção legislativa porque não um DL que proiba os médicos de morrer?
SIM - Sindicato Independente dos Médicos
MÉDICOS PROIBIDOS DE MORRER
Foi um incómodo. A anestesista do Hospital de Pombal resolveu morrer, de forma súbita e logo a um domingo. E não devia pois era a única anestesista daquele Hospital o que obrigou ao cancelamento das nove cirurgias programadas para esta semana. Os utentes foram informados pela enfermeira-chefe e os casos urgentes que cheguem ao Hospital de Pombal serão encaminhados para Leiria e Coimbra.
Surrealismo? Não, apenas Portugal.
De forma espantosa toda a imprensa noticia o incómodo dos doentes e do adiamento das cirurgias. A tragédia de uma morte súbita em idade produtiva, as suas possíveis causas, os porquês de uma única anestesista num Hospital, nada disto interessa e é totalmente omitida pelos diligentes jornalistas.
Continuando no surrealismo português, espera-se do Conselho de Ministros desta semana, e de um pragmático Primeiro-Ministro, um decreto que proíba a morte de médicos, principalmente se for súbita. O País, e os utentes, não o podem permitir.
30 de Julho de 2008 o1/n2021/t1/G.L
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Depois do esterco do último post, nada mais do que publicitar um blogue de uma jovem enfermeira: Sahaisis no hospital.
Simples, nada pretencioso, esta jovem enfermeira mostra que há jovens cultos, inteligentes e que amam a sua profissão.
Foram alguns comentários mais intensos que me levaram a pesquisar este blogue. E gostei.
Arejado, com postes pequenos, que reflectem como diz a sua autora, "AS COISAS DE TODOS OS DIAS NA VIDA DE UMA FUTURA ENFERMEIRA A ESTUDAR EM LISBOA, NA ESEFG".
Sem dúvida que a enfermagem tem futuro com enfermeiras/os com esta qualidade.
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http://dragandabic.com/
Dr. Dragan "David" Dabic was born some six decades ago in a small Serbian village of Kovaci, near Kraljevo.
As a young boy he liked to explore nearby forests and mountains, spending a lot of time on Kopaonik mountain where he tended to pick the omnipresent, natural and potent medicinal herbs that grew at those green pastures.
As a young man he moved to Belgrade, and then on to Moscow where he graduated with a Doctor of Medicine degree (spec. in Psychiatry) at the Moscow State University (Lomonosov).
After Russia, Dr. Dabic travelled around India and Japan, after which he settled in China where he specialized in alternative medicine, with a special emphasis on the mind-body control, meditation, Yoga, spiritual cleansing, as well as Chinese herbs.
In mid-1990s Dr. Dabic returned back to mother Serbia for good, and ever since then emerged as one of the most prominent experts in the field of alternative medicine, bioenergy, and macrobiotic diet in the whole of the Balkans, and is frequent contributor to the regional alternative health magazines, and guest expert with numerous TV appearances and on many public forums, seminars and symposiums (Belgrade, Novi Sad, Pancevo, Sombor, Smederevo, Kikinda...) dedicated to these issues and topics.
Dr. Dragan Dabic currently resides on Yury Gagarin street in New Belgrade, but for public forum invitations, television appearances or private consultations he can be reached directly at the following contact:
healingwounds @ dragandabic . com
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Detido ontem à noite na Sérvia
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Ministério diz que situação actual é "muito diferente"
"Inspecção-Geral da Saúde detectou irregularidades no valor de 1,2 milhões de euros entre 2003 e 2004", na Última Hora do Público, mas que de última hora nada tem pois esta notícia tem meses...
"A Inspecção-Geral da Saúde detectou, entre 2003 e 2004, irregularidades no valor de 1,2 milhões de euros. Esse valor foi pago em remunerações indevidas e regalias excessivas às direcções dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, mas o Ministério da Saúde garantiu hoje à Lusa que a situação actual é "muito diferente".
De acordo com o "Jornal de Notícias" (JN) de hoje, "os dois relatórios da IGS à gestão dos hospitais públicos são categóricos na acusação: a mudança do regime de gestão hospitalar iniciada em 2002 foi marcada por inúmeras irregularidades e centenas de privilégios indevidos".
O primeiro relatório foi encomendado pelo então ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, que quis saber tudo sobre as remunerações e regalias sociais dos dirigentes dos estabelecimentos e serviços do SNS, mas quando as conclusões chegaram já ele tinha sido substituído por Correia de Campos.
A investigação indica que "o SNS tinha gasto indevidamente com os órgãos gestores dos hospitais públicos quase um milhão e 200 mil euros", sendo que, destes, "486 mil diziam respeito aos hospitais SA e 709 mil aos do Sistema Público Administrativo (SPA)", refere o jornal.
Mais de 90 por centro do valor total já foi devolvido ao Estado
Fonte do gabinete da ministra da Saúde, Ana Jorge, garantiu hoje à Lusa que "mais de 90 por cento deste valor já foi devolvido ao Estado".
Entre as irregularidades, foram detectados casos de "um director clínico, para além do seu normal vencimento, recebia também uma remuneração por ser assessor da sua própria direcção; subsídios de representação eram atribuídos, indevidamente, nos meses de férias e Natal e com efeitos retroactivos; Conselhos de Administração autopromoviam-se para o escalão máximo de remuneração", segundo o JN.
Além disso, adianta o jornal, "foram dadas ordens de aquisição de viaturas até 40 mil euros (valor superior ao permitido) e alugadas viaturas por períodos de 60 dias sem a respectiva autorização", sendo que "uma das respostas aos inquéritos dizia até que uma viatura era usada para uso pessoal 'mas com moderação'".
Também nas despesas do telemóvel se atribuía, muitas vezes, "um valor superior ao legal", sendo a lista "infindável".
Na sequência das irregularidades detectadas, "alguns processos disciplinares foram instaurados", explicou à Lusa a fonte do Ministério da Saúde, adiantando que "algumas acções estão concluídas e outras encontram-se em fase de conclusão".
Segundo também a fonte do Ministério da Saúde, "a realidade actual nos hospitais do SNS é muito diferente da que é relatada no relatório da IGS, na sequência de posterior legislação e acatamento das recomendações" então formuladas."
É giro como para vender mais papel, o único caso personalizado é de um director-clínico, portanto médico.
Rio-me sozinho quando vejo estas notícias. O filão da Saúde estará a acabar porque tudo nos media é efémero.
Agora até o cancro vende.
Cancro num órgão nobre.
Pois continuarão a existir cancros que nunca verão a luz do dia ou melhor nunca terão os seus quinze minutos de fama (a menos que se descubra uma vacina, por mais questionável que seja!): coitados dos cancros do testículo, da vulva, da vagina, do escroto, do pénis, do epidídimo, do ânus, da língua, e por aí fora...
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Há figuras da nossa praça a quem as luzes da ribalta ofuscam e tiram o sentido das conveniências...discorrem sobre tudo e sobre nada, quantas vezes dizendo asneira...mas têm guarida como colunistas dos diários....
Miguel Sousa Tavares é uma dessas figuras, quantas vezes "arrotando postas de pescada" sobre assuntos médicos ... Daí que quebre a regra de aqui postar apenas sobre assuntos ligados à Medicina e à Saude... mas, pensando bem, estarei a quebrar mesmo essa regra...?
Bem, mas o insigne e douto MST esta vez terá virado Indiana Jones...a resposta do Manuel Maria Carrilho no Diário de Notícias é a que se segue:
ILITERACIA DAS ELITES?
Manuel Maria Carrilho
Em todo o mundo, são apenas 878 os bens e os sítios que estão classificados pela UNESCO como Património Mundial. Esta classificação é um símbolo de reconhecimento do excepcional valor do património em causa, e um estímulo não só à sua manutenção mas, também, à sua contínua valorização.A competência, a prudência e o grau de exigência com que o Comité do Património Mundial tem sempre actuado, tornaram inquestionáveis as suas decisões.
É por isso tão surpreendente como patusco ver, no Expresso de sábado passado, Miguel Sousa Tavares pretender pôr em causa o valor patrimonial das gravuras do Vale do Côa, insinuando que este comité é constituído por "alguns oportunistas" que "decretaram ser gravuras paleolíticas" uns "tacanhos rabiscos numas pedras". Rabiscos aos quais, note-se, a "maior autoridade mundial na matéria" (convenientemente deixada no anonimato!...) teria atribuído "entre 30 e 300 anos".
Trata-se de afirmações completamente mistificatórias, que impõem alguns esclarecimentos. Em primeiro lugar, para referir que o incontroverso apuramento da idade paleolítica e do valor científico e patrimonial das gravuras do Côa foi feito em 1996 por uma equipa internacional de peritos que incluía alguns dos maiores especialistas mundiais na arte paleolítica (P. Bahn, R. de Balbin, M. Lorblanchet, S. Ripoll, V. Villaverde e D. Sacchi), que consideraram unanimemente o Vale do Côa como a maior concentração de arte rupestre paleolítica no mundo.
Depois, para lembrar que o património do Vale do Côa foi também avaliado em 1997 no quadro da sua classificação como Monumento Nacional pelo Estado português e, mais tarde, em Dezembro de 1998, pelo mais exigente comité do mundo em questões patrimoniais, que é justamente o Comité do Património Mundial da UNESCO.
E foi este comité que então deliberou consagrar o Vale do Côa como Património da Humanidade, com base em critérios que, naturalmente, incluem a sua cronologia paleolítica: "Criterion I: The Upper Palaeolithic rock-art of the Côa valley is an outstanding example of the sudden flowering of creative genius at the dawn of human cultural development. (...) Criterion III: The Côa Valley rock-art throws light on the social, economic, and spiritual life on the life of the early ancestor of humankind in a wholly exceptional manner." (cf. http/whc.unesco.org/en/list/866).Por fim, para dizer que obviamente se respeitam todas as opiniões sobre a política seguida no Vale do Côa desde finais de 1995 até hoje. (Seria de resto desejável que se fizesse uma discussão séria sobre o assunto, para a qual me declaro inteiramente disponível.)
Mas é preciso sublinhar que de modo algum se pode aceitar que, num impulso que revela irresponsabilidade, mas também total ignorância sobre a matéria, se ponha em causa o carácter paleolítico e o valor cultural das gravuras do Côa, repetidamente confirmados por todos os peritos consultados, e desde 1998 consagrado pela UNESCO.
Ao fazê-lo, Miguel Sousa Tavares lembra o caso daquele indivíduo que imagina estar a fazer uma grande figura quando toscamente se ri dos astrónomos que afirmam que é a Terra que gira à volta do Sol! Caso que, infelizmente, é mais frequente do que se julga, e ilustra bem a iliteracia cultural e científica de algumas das nossas elites, que afinal se comportam - seguras da impunidade de que beneficiam - como autênticos parasitas do atraso português.
Que não haja quaisquer dúvidas: Portugal tem no Vale do Côa um património único do qual, em termos mundiais, se deve orgulhar. É isto mesmo que se destaca no recente documentário de Jean-Luc Bouvret, Côa, la Rivière aux Mille Gravures, que tem sido exibido por todo o mundo com assinalável sucesso. A questão é a de se saber protegê-lo, valorizá-lo e integrá-lo num projecto de desenvolvimento da região e do País - é sobre este ponto que, a meu ver, deve incidir o debate
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Primeiro bebé português a nascer dentro de água num hospital
02h26m
Manuel Molinos
Simão Pedro foi o primeiro bebé português a nascer dentro de água em contexto hospitalar. O parto aquático realizou-se terça-feira, numa banheira portátil, na Ordem da Lapa, no Porto, e teve o acompanhamento de duas enfermeiras, um obstetra e um pediatra.
Simão é assim o 17.º bebé a nascer dentro de água no nosso país, mas o primeiro numa unidade hospitalar. As outras 16 crianças nasceram em ambiente domiciliário. Em todo o mundo, estão registados cerca de 45.000 nascimentos na água.
"Com 2,8 kg, Simão Pedro nasceu em boas condições de saúde", contou, ao JN, Isabel Ferreira, uma das enfermeiras especialistas em saúde materna e obstetrícia que acompanharam os pais do bebé antes e durante o nascimento.
"O parto durou três horas e meia e foi antecedido de duas sessões preparatórias em duas piscinas da cidade", sublinhou Isabel Ferreira, que esteve propositadamente na Bélgica, durante uma semana, a participar num curso sobre esta modalidade de nascimento.
"A água alivia a dor, permite um parto mais rápido e sem auxílio de medicamentos", especifica a enfermeira.
Por definição, o parto na água acontece quando a mãe dá a luz com os genitais totalmente cobertos de água, embora o bebé possa nascer dentro ou fora da mesma.
Para um parto em boas condições, a água deve estar aquecida, entre 35 e 37 graus celsius, aumentanto a irrigação sanguínea da mãe e a diminuição da pressão arterial, além do relaxamento muscular.
Alguns médicos defendem que o parto na água pode não ser seguro, porque o bebé pode aspirar água. No entanto, os registos de incidentes nos partos aquáticos são muito raros.
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Projecto “Caderno Digital”
Maia: câmara quer substituir peso das mochilas dos alunos por pen drives
10.07.2008 - 19h09 Sandra Silva Pinto
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Mulher morre sem assistência na sala de espera de hospital em Nova Iorque . Médicos e funcionários vão ser responsabilizados
Expresso on line
Um inquérito em curso e a suspensão ou demissão de médicos e empregados são as primeiras consequências do caso da mulher que morreu na sala de espera de um hospital psiquiátrico em Nova Iorque, nos Estados Unidos, por falta de assistência médica.
A história está a abalar os EUA. Uma mulher morreu na sala de espera do hospital psiquiátrico King County Hospital, em Brooklyn, e o seu corpo ficou estendido no chão durante 45 minutos, sendo ignorado por outros pacientes, médicos e enfermeiros que se encontravam no local, como mostra um vídeo do sistema interno de segurança do estabelecimento.
James Sauders, porta-voz da organização, disse que sete empregados do hospital vão ser demitidos ou suspensos: o director de psiquiatria, o chefe da segurança, um médico, duas enfermeiras e dois seguranças.
Segundo a União das Liberdades Civis de Nova Iorque, o 'staff' do hospital adulterou as gravações para tentar provar que a vítima estava sentada "calmamente" na sala de espera e que terá sido socorrida pouco tempo depois de tombar ao chão. Desde o dia 20 que está a decorrer um inquérito preliminar.
O caso remonta ao dia 19 de Junho. Hospitalizada por distúrbios nervosos, Esmin esperou 24horas para ser atendida e acabou por cair ao chão da sala de espera com convulsões. Esteve 45 minutos morta no chão sem ser socorrida. O vídeo do sistema interno do estabelecimento mostra que o seu corpo foi ignorado e que um funcionário chegou a empurrá-lo com o pé.
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in Correio da Manhã
O espanto é geral entre a população de Vitorino de Piães, Ponte de Lima. Depois de toda a polémica em torno da reforma recusada e de oito meses de baixa médica por causa de doença supostamente degenerativa e incapacitante, a funcionária pública Ana Maria Brandão apresenta-se sem qualquer limitação física e aparentemente de boa saúde. Fala-se num milagre que terá ocorrido no Bom Jesus, em Braga.
"Foi uma graça do Cristo crucificado. Ela bem merecia, depois de quatro anos a sofrer, acamada e sem poder fazer nada", atestou Maria das Dores Lima, uma conterrânea de Ana Maria, contando que o suposto milagre terá ocorrido no feriado do Corpo de Deus.
Com uma cervicalgia e uma lombalgia degenerativas – após problemas em operações à coluna –, Ana Maria deslocou-se ao santuário do Bom Jesus, com a irmã e o afilhado. "O miúdo começou a chorar e a pedir ao Senhor para ajudar a madrinha, que estava em sofrimento e que sentiu um grande calor por ela abaixo. Mas só ao chegar a casa se apercebeu de que conseguia andar", descreveu Dores Lima.
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De um e-mail enviado à "redacção" do blog, embora sem pedido de publicação, mas não impedindo:
"Hoje, a realidade que se vive em Portugal é, no entanto, completamente diferente. Tendo o país atingido níveis bons de saúde, níveis já aceitáveis de resposta, a geometria dos sectores público e privado está a alterar-se de uma forma significativa. A oferta privada é agora mais abundante, geralmente de maior qualidade e, em alguns casos, tecnologicamente apetrechada, ao mesmo tempo que o sector público se tende a organizar em termos jurídicos, com vista a uma melhor gestão conducente a melhores cuidados e resultados em saúde. Segundo dados recentes do INE, a produção privada em saúde já atingiu o valor de 30%.
(in Relatório da Primavera 2008 – OPSS, p.3)
Aqui está um exemplo acabado de manipulação das palavras a alertar para a necessidade de se ser absolutamente explícito naquilo que se diz e escreve, principalmente num documento com esta relevância.
Atribuir ao Relatório uma afirmação segundo a qual o sector privado responde melhor, é uma completa mistificação relativamente ao que está escrito.
Aquilo que se está a comparar é o sector privado dos primeiros anos de vigência do SNS com o mesmo sector privado no momento presente. E o que se diz é que ele tem agora “geralmente maior qualidade” relativamente ao que apresentava há uns anos atrás.
É sabido que a grande imprensa não lê um documento desta extensão e nível técnico. Quando muito pega na introdução e conclusões finais. E basta que alguém encontre ou pense ter encontrado um soudnbite para que ele apareça replicado numa reacção em cadeia.
E este soundbite lança facilmente a confusão no grande público e na classe política, muito frágeis para este nível de discussão.
1º - Porque gera de imediato um uma predisposição para focalizar o problema numa particularidade e num determinado contexto
2º - Porque não é de todo verdade.
Esta afirmação, truncada na sua verdade, passa a vincular uma outra mensagem que, tomada dum modo absoluto e definitivo (como é regra dos media), esquece a parte fundamental das determinantes.
O que é responder melhor ? Quem avalia ? e sobre que aspecto ?
Para um utente “atender melhor” tem sobretudo a ver com a acessibilidade, conforto, atenção, simpatia, acolhimento.
Para os técnicos (apenas preocupados com a técnica) “atender melhor” relaciona-se fundamentalmente com o cumprimento do “estado da arte”.
Para os gestores de saúde “atender melhor” significa perseguir a melhor relação do binómio custo-benefício.
Para os políticos “atender melhor” depende fundamentalmente do impacto mediático das opções e do discurso inerente.
Por outro lado este “atender melhor” está intimamente relacionado com as escolhas do sector privado. E elas advêm do que é rentável e não do que é necessário. Ou seja, ao privado está reservada a prorrogativa da “selecção”, e esta é adversa por regra à doença crónica, ao grande trauma, às doenças catastróficas e ao grande risco cirúrgico Quanto mais simples e reproductível for o procedimento, mais prevalentemente for a patologia e menor risco comportar a intervenção, melhor. É o princípio da “linha de produção” e da “grande superfície”. Por isso as patologias menos habituais são tão pouco atractivas.
Parece-me que os responsáveis do OPSS deveriam esclarecer este viés de leitura, se é que o interpretei correctamente.
HB"
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