Já dizia Lutero...
Burro-Papa, encontrado nas águas do Tibre no ano de 1496, deu origem a uma série de gravuras que passaram a circular acompanhadas de uma legenda atribuída ao próprio Lutero:
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
Burro-Papa, encontrado nas águas do Tibre no ano de 1496, deu origem a uma série de gravuras que passaram a circular acompanhadas de uma legenda atribuída ao próprio Lutero:
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A mensagem 1 000, como mandam as regras protocolares deveria ser especial.
1000 posts desde 19 de Julho de 2003, cinco anos passados, mais de 400 mil page views e 300 mil visitantes, recusando entrevistas, agraciado com algumas distinções, mantendo um saudável anonimato, desde há uns largos meses alargado a mais dois médicos bloguistas, hoje dia da milésima mensagem, eis que chega a notícia do Correio da Manhã que vai direitinha para o post 999 e ensombra o post 1000.
E como é que um chefe de redação permite que uma jornalista invente um facto (soprado ao seu ouvidinho por alguém num qualquer bar da linha, ou talvez após uma agitada noite a dois ou a mais, nunca se sabe, pois "a tradição já não é o que era" e nós sabemos pelas colunas sociais que as jornalistas já namoram hoje e desnamoram amanhã, casam hoje com o chefe de redacção e amanhã com o administrador.).
Aliás todos sabemos quanto difícil é manter a verticalidade e também todos sabemos que nas profissões dos media, a melhor forma de se subir na vida é na horizontal...
Mas o post 1 000 era para saudar o Nelson Évora pelas brilhantes lições que nos tem dado de desportivismo e inteligência, assim como a medalhada de prata e especialmente o António Pereira, da Juventude Operária do Monte Abraão, que cortou a meta num honroso 11.º lugar.
Também o "Augusto Cardoso, o outro português que alinhou na prova dos 50 km marcha, chegou num modesto 40.º lugar entre 47 homens que cumpriram o percurso.
Não se sentindo nas melhores condições físicas, este atleta do FC Porto fez questão de alinhar e completar a prova, até porque o percurso até Pequim não foi fácil.
«Eu trabalho oito horas por dia e depois treino. Pinto gruas e a minha empresa deixou-me treinar para estes jogos. Pagou-me dois meses de ordenado para eu ir fazer estágio e eu queria-lhes agradecer. Se eu estou aqui é graças a eles», afirmou Augusto Cardoso, no final do trajecto que, confessou, «foi muito duro»."
E dou um rabuçado dos Arcos e um caramelo de Badajoz a quem adivinhar qual foi o órgão de informação que nos informou que havia atletas de alta competição que treinavam depois de 8 horas a pintar gruas. E foi a Pequim e terminou a sua prova...
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A senhora jornalista do Correio da Manhã, Cristina Serra, já é conhecida pelo seu pouco rigor profissional mas há limites para a falta de saber.
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Na última semana, o Ministério da Saúde emitiu 'vales cirurgia' com possibilidade de serem utilizados em hospitais que não realizam a operação determinada no próprio vale, a colocação de banda gástrica. 
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Já não bastavam as notícias sobre o dinheiro gasto na formação de tecnicos paramédicos que depois não são contratados e sobre a contratação para cargo dirigente muito bem pago de uma srª engenheira florestal, eis que agora mais uma situação escandalosa vem à luz do dia...
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Suspensa vacinação contra o cancro do colo do útero
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Método não foi popular, mas pode ser mais usado se acesso for facilitado
As mulheres portuguesas vão ter acesso a preservativos femininos gratuitos nos hospitais e centros de saúde.
De acordo com Beatriz Casais, membro da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida , "está a decorrer um concurso até Outubro para que o preservativo feminino possa integrar as compras do Estado". O número de preservativos a fornecer às diversas unidades depende "dos pedidos feitos por cada Administração Regional de Saúde", refere Jorge Branco, presidente da Comissão Nacional da Saúde Materna e Neonatal. O prazo de apresentação das propostas por parte dos fornecedores termina em meados de Outubro, esperando-se "que os preservativos já estejam a ser distribuídos em 2009", acrescenta.
O preservativo feminino não teve sucesso quando foi comercializado em Portugal, não só por ser mais difícil de colocar, e implicar prática, mas também devido ao seu custo elevado. Com este concurso, "pretende--se que os preservativos possam ser distribuídos em grandes quantidades nos hospitais e centros de saúde, tal como acontece com os preservativos masculinos", diz Beatriz Casais.
Até 2003/2004 eram comercializadas "duas marcas nas farmácias, mas este negócio não se revelou rentável". Também Jorge Branco refere que esta sempre foi uma técnica pouco utilizada e impopular, aplicada em algumas situações especiais e restritas".
A coordenação nacional, segundo Beatriz Casais, distribuiu este ano 50 mil preservativos femininos "nas ruas, sobretudo para proteger as mulheres que se prostituem. Mas agora queremos alargar a distribuição a todas".
Para que seja reintroduzido no País este método anticoncepcional e de protecção contra as doenças sexualmente transmissíveis (DST), a coordenação vai desenvolver uma campanha para as mulheres. "Em Dezembro vamos promover o uso do preservativo feminino e voltar a recolocá-lo no mercado. A existência em exclusivo de preservativos masculinos torna a mulher mais vulnerável, porque é ao homem que cabe geralmente adquiri-los. Assim, a mulher torna-se independente e determina o seu uso", frisa Beatriz Casais.
Um dos objectivos da coordenação é promover junto do sector privado a atractividade do produto. "Nós garantimos a sua divulgação e as empresas tratam da sua introdução no mercado". Tal como aconteceu com os preservativos masculinos, em que o retalho baixou os preços de acordo com uma política de responsabilidade social, é possível que sejam negociadas medidas semelhantes. "As empresas deviam baixar os preços e fazer campanhas a promover o uso destes produtos". Os métodos de protecção contra as DST são de fácil acesso e gratuitos no Serviço Nacional de Saúde, uma das razões que pode estar a reduzir as vendas.
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Hoje consultei uma doente que teve necessidade de recorrer a uma urgência nocturna de um nosso hospital.
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Foi assim que a SICNoticias resumiu a sua reportagem sobre as consultas de PLANEAMENTO FAMILIAR nos centros de saúde.
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05.08.2008 - 17h25 Lusa
As vítimas de violência doméstica ficam a partir de hoje isentas do pagamento de taxas moderadoras nas unidades de saúde, segundo um despacho do Ministério da Saúde publicado em Diário da República.
Segundo o texto, a isenção é aplicada "sempre que alguém declare nos serviços de admissão de uma urgência em estabelecimento de saúde ou declare perante pessoal técnico dessa urgência ser vítima de maus tratos e desde que apresente sintomas ou lesões que sustentem com alguma probabilidade tal alegação".
Em Fevereiro, o PCP e deputados do PS questionaram o Ministério da Saúde sobre as orientações dadas quanto ao pagamento de taxas moderadoras por vítimas de violência doméstica.
A pergunta do deputado do PCP João Oliveira aconteceu depois de notícias, no início do mês, segundo as quais foi cobrada uma taxa moderadora de 8,70 euros, pelo Hospital de São Marcos, em Braga, a uma vítima de violência doméstica.
O deputado comunista alertou que essa taxa moderadora não era legalmente aplicável, face ao decreto de 2007 que isenta as vítimas de violência doméstica, mas que o hospital alegou a falta de regulamentação.
Deputados do PS, como Maria do Rosário Carneiro e Afonso Candal, questionaram as medidas tomadas para garantir que as vítimas de violência doméstica não pagam taxas moderadoras nos hospitais.
Os deputados referiam que, de acordo com a Lei de Bases da Saúde, "as vítimas de violência doméstica enquadram-se no grupo populacional beneficiário da isenção da taxa moderadora". Por isso, e tendo em conta "a existência de interpretações díspares quanto ao acesso ao direito da isenção do pagamento de taxa moderadora nas unidades de saúde por parte das vítimas de violência doméstica", os socialistas pedem esclarecimentos ao Governo acerca do que está a ser feito.
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De: Rosalvo Almeida [mailto:rosalvo.almeida@gmail.com]
Enviada: sábado, 2 de Agosto de 2008 22:13
Para: Memai
Assunto: é fantástico
"Caro Médico
Não sei se o assunto interessa ao MEMAI mas hoje irritei-me com o que li no JN e ouvi na RTP.
Talvez o MEMAI possa explicar!
Dizem que uma senhora idosa (com 88 anos) se candidatou ao Complemento Solidário para Idosos. Que o governo dará a diferença para quem receba menos de 400 euros. Essa senhora de Famalicão tem uma pensão de 299 e candidatou-se. Recebeu uma carta da SS a dizer que ia receber 1 euro por mês... Parece impossível! Malandros! Para onde vai a diferença?
O JN não diz mais nada. A RTP, depois das perguntas, diz, em voz baixa e como que não tivesse importância nenhuma, que o Ministério da Segurança Social, interrogado, informou que a diferença se deve a outros rendimentos da senhora.
Ah! Fantástico!
Também dizem que vão ser colocados voluntários nos Centros de Saúde a explicar a coisa aos idosos. Malandros!"
Caro Rosalvo de Almeida, muita injustiça gostaria que me explicassem...
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Os sindicalistas médicos são mesmo feios, porcos e maus!
Oram vejam lá do que eles se lembram de dizer acerca dos diligentes jornalistas, muitos dos quais são de fácil verve sensacionalista e percebem de tudo menos de saúde...
E já agora, com tanta reforma e tanta produção legislativa porque não um DL que proiba os médicos de morrer?
SIM - Sindicato Independente dos Médicos
MÉDICOS PROIBIDOS DE MORRER
Foi um incómodo. A anestesista do Hospital de Pombal resolveu morrer, de forma súbita e logo a um domingo. E não devia pois era a única anestesista daquele Hospital o que obrigou ao cancelamento das nove cirurgias programadas para esta semana. Os utentes foram informados pela enfermeira-chefe e os casos urgentes que cheguem ao Hospital de Pombal serão encaminhados para Leiria e Coimbra.
Surrealismo? Não, apenas Portugal.
De forma espantosa toda a imprensa noticia o incómodo dos doentes e do adiamento das cirurgias. A tragédia de uma morte súbita em idade produtiva, as suas possíveis causas, os porquês de uma única anestesista num Hospital, nada disto interessa e é totalmente omitida pelos diligentes jornalistas.
Continuando no surrealismo português, espera-se do Conselho de Ministros desta semana, e de um pragmático Primeiro-Ministro, um decreto que proíba a morte de médicos, principalmente se for súbita. O País, e os utentes, não o podem permitir.
30 de Julho de 2008 o1/n2021/t1/G.L
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Depois do esterco do último post, nada mais do que publicitar um blogue de uma jovem enfermeira: Sahaisis no hospital.
Simples, nada pretencioso, esta jovem enfermeira mostra que há jovens cultos, inteligentes e que amam a sua profissão.
Foram alguns comentários mais intensos que me levaram a pesquisar este blogue. E gostei.
Arejado, com postes pequenos, que reflectem como diz a sua autora, "AS COISAS DE TODOS OS DIAS NA VIDA DE UMA FUTURA ENFERMEIRA A ESTUDAR EM LISBOA, NA ESEFG".
Sem dúvida que a enfermagem tem futuro com enfermeiras/os com esta qualidade.
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UBAR - União dos Blogs Anónimos Responsáveis