Histórias de uma jovem enfermeira desaproveitada
Não resisto a aqui reproduzir um post lido num blog de uma jovem enfermeira, desempregada ainda ao que parece.
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
Não resisto a aqui reproduzir um post lido num blog de uma jovem enfermeira, desempregada ainda ao que parece.
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Portugal negoceia vinda de mais médicos estrangeiros
28.09.2008 - 12h18 Lusa
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Requerimento remuneratório dos Serviços Mínimos
24-Sep-2008
Para protecção e conveniência dos Enfermeiros que participem na Greve Nacional dos Enfermeiros, dos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro de 2008, deixamos aqui o modelo do requerimento que os Enfermeiros, que asseguram os Serviços Mínimos, devem entregar na instituição onde trabalham, a fim de serem abonados das remunerações a que têm direito.
Modelo a utilizar:
*nota: O Requerimento deve ser entregue pelo próprio na instituição, ficando com cópia, com registo de entrada.
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Recurso de aluna fez disparar as notas
00h30m
CARLOS RUI ABREU
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Transcrição de um comentário de um leitor.
Inteiramente de acordo com tudo o que é dito, menos a solidariedade com o PÚBLICO, pois um jornal de referência tem que estar acima dessas populares confusões.
Tem que haver revisores, não só para a língua portuguesa, mas também para todas as áreas do conhecimento.
Se compro o PÚBLICO e não outro, se é considerado uma referência, não pode cometer erros crassos iguais ao comum dos mortais. Ou então deixa de ser uma referência...
Nuno Gil deixou um novo comentário na sua mensagem "A SUB DE TODOS OS MILAGRES":
Felizmente não era um Dentista!
Em Portugal existem vários profissionais de saúde que lidam com problemas da Cavidade Oral, entre os quais os Estomatologistas e os Médicos-Dentistas.
Os primeiros são profissionais licenciados em medicina que fizeram o internato médico e são portanto MÉDICOS. Entretanto diferenciaram-se, tornando-se especialistas em Estomatologia, uma das várias especialidades médicas reconhecidas pela Ordem dos Médicos Portugueses. Ab initio, estes profissionais são tão capazes de prestar cuidados generalistas em regime de urgência como qualquer outro MÉDICO, independentemente da sua especialidade.
Os segundos, são profissionais licenciados em MEDICINA DENTÁRIA, nunca fizeram o curso de MEDICINA e muito menos o internato médico (apenas acessível a licenciados em MEDICINA). Os licenciados em MEDICINA DENTÁRIA (Médicos-Dentistas), vulgarmente conhecidos como Dentistas, em situação alguma têm competência para prestar cuidados generalistas em regime de urgência.
Esta confusão reinante na sociedade portuguesa, deriva provavelmente da designação imprópria de Médico-Dentista, pelo que pode colocar-se a questão: «Porquê Médico-Dentista se não é Médico?»
De facto parece-me uma excelente oportunidade para a Sra. Ministra da Saúde, curiosamente licenciada em medicina, que realizou internato médico e se especializou em Pediatria, dar um contributo para a clarificação desta situação, esclarecendo os Portugueses que não se trata de um Dentista mas de um Médico, que por coincidência é Estomatologista! Mais, parece-me que para evitar futuros equívocos seria útil substituir a designação Médico-Dentista por Dentista, afinal estes profissionais não são Médicos.
Não posso deixar de manifestar a minha solidariedade para com o PUBLICO que acabou por publicar uma notícia incorrecta, vítima da dita «confusão reinante» e para com os Médicos-Dentistas que se vêm envolvidos, enquanto classe, num problema ao qual são manifestamente alheios.
A notícia, no meu entender, é sim o facto de um Médico sem formação em suporte avançado de vida estar a prestar cuidados generalistas em regime de urgência. Isso sim é grave. Mas mais grave é não ser o único.
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Das oito urgências prometidas só duas funcionam
14.09.2008 Jornal Público, edição impressa página 20
"O anterior ministro da Saúde, Correia de Campos, comprometeu-se, através de um despacho datado de 18 de Dezembro de 2006, a instalar serviços de urgência de básica (SUB) nos concelhos de Odemira, Moura, Elvas e Estremoz, durante o primeiro semestre de 2007.
Até agora, porém, desses quatro, só Odemira e Elvas é que têm o prometido serviço a funcionar, apesar das dificuldades.
No dia 27 de Fevereiro deste ano, já com a ministra Ana Jorge a exercer as suas funções, foi publicado um outro despacho, ainda assinado por Correia de Campos, em que se estabelece a rede de urgências a instalar de norte a sul do país.
Para os distritos de Beja, Évora e Portalegre foram então anunciados oito serviços de urgência básica, incluindo os quatro que deveriam estar a funcionar desde o fim do primeiro semestre de 2007. Deste total de oito apenas entraram em serviço até agora os SUB de Odemira e Elvas, e os anunciados para Estremoz, Montemor-o-Novo, Ponte de Sor, Castro Verde, Moura e Serpa continuam a à espera de abrir. A ARS do Alentejo tem assumido publicamente que não se compromete com prazos para a instalação destes seis serviços, alegando dificuldades em encontrar médicos qualificados na área das urgências. Um SUB exige a presença obrigatória de, pelo menos, dois médicos, dois enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e um administrativo por equipa.De entre os objectivos fixados pelo Ministério da Saúde para as novas unidades de urgência destacam-se a redução da percentagem da população que esteja a mais de 60 minutos de um serviço de urgência e a melhoria dos serviços, para os aproximar do nível europeu."
O interior tão necessitado que está, ainda não terem aberto estes serviços necessários às populações, é caso para alarme dessas mesmas populações, mas até ao momento não li sobre nenhuma movimentação.
Estranho!
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Lá nas profundezas do interior Norte, prestando tributo ao isolamento ainda que arejado pela humidade do rio Douro, algo que não é novo ou caso isolado: utentes sem médico de familia, não porque a população tivesse aumentado mas porque quem lá trabalhava se aposentou e não há quem os substitua ( até pela falta de atractivos e compensação palpável).
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Não há margem para dúvidas.
Esta a resposta da IGAS a pedido de esclarecimento de um Sindicato Médico sobre a questão, e que nos foi enviado por um dos seus dirigentes.
Foi o MEMAI informado que o mesmo Sindicato Médico, ainda que fazendo uso de competências que não exclusivamente suas, actuou em conformidade junto das entidades proprias.
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Alertado que fui por email de um Colega para as incongruências patentes nas declarações do bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, segundo o qual em Portugal só haveria dois tipos de médicos, os não especialistas e os especialistas, como tal sendo necessario criar mais Graus correspondentes a progressão e qualificação tecnica, não quis acreditar....
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Asco e incredulidade é o que se sente ao ler as parangonas da revista Sábado do passado dia 11 : Há médicos que agridem doentes nos hospitais
Invocando o Relatório de Actividades de 2007 da Inspecção Geral Actividades Saúde e as penas disciplinares aplicadas, o já conhecido nojo que é um tal Fernando Esteves dá corpo na notícia ao título referindo de ilicitos gravíssimos dos quais 3% dizem respeito a agressões a doentes (mas não se atrevendo já a dizer que esses 3% são praticadas por médicos como o título faz pensar)
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Do jornal Público on-line:
" ... Num evento que não entusiasmou, a Apple mostrou ainda ligeiras alterações nos restantes modelos de iPod, correcções no software do iPhone e anunciou que passaria a vender conteúdos de vídeo em alta-definição no iTunes.
Foi um Jobs magro e cuja saúde tem sido nos últimos meses alvo de muita especulação que abriu a conferência - e precisamente com uma citação de Mark Twain escrita no painel preto atrás do palco: “As notícias sobre a minha morte têm sido um grande exagero”.
O presidente da Apple respondia assim ao facto de a agência Bloomberg ter, por engano, publicado um obituário de Steve Jobs incompleto, onde os pormenores da morte estavam ainda por preencher (é frequente os órgãos de comunicação terem prontos obituários de figuras públicas)
Desde que Steve Jobs regressou na década de 90 à empresa que fundou, resgatando-a de uma situação de quase falência, que é visto como um importante ícone da indústria: quando há rumores negativos sobre a saúde de Jobs (sobretudo desde que em 2003 lhe foi diagnosticado um cancro, do qual está curado), as acções da empresa costumam descer em consequência.
(O jornalista viajou a convite da Apple)"
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Segundo reza o Diário de Notícias, "a carência de médicos obriga muitos hospitais a contratarem tarefeiros a empresas de prestação de serviços para manter as urgências a funcionar. A medida tem um preço elevado: há médicos que cobram 2500 euros por banco de 24 horas. Mas os custos não são apenas financeiros"
Mas nestas questões laborais e de cariz remuneratorio, qual a explicação dada pelos sindicatos médicos?
Eis a que foi tornada pública pelo Sindicato Independente dos Médicos no seu site na internet, e que é curiosa e faz (ou deveria fazer) pensar quem de direito:

É A ECONOMIA, ESTÚPIDO!
Era uma vez um Ministro da Saúde, social-democrata, que, preocupado com as canetas dos doutores, principalmente dos Médicos de Família, trancou o acesso às Faculdades de Medicina. "Não é o que eles ganham, é o que eles gastam!", exprimia, ufano, no início da década de 90.
Com esta inteligente medida, só parcialmente corrigida no início deste século, passámos a exportar estudantes de Medicina e a importar mão-de-obra médica, temporária e, por vezes, impreparada. Depois o centrão, primeiro social-democrata, depois com confirmação socialista, ambos bem acolitados pelo influente lobby dos administradores hospitalares, achou que empresarializar hospitais e serviços de saúde era a suprema nota de modernidade.
Com a água do banho da mudança e com a chegada oportunista dos privados foram-se as carreiras médicas, a estrutura hierárquica, o amor à camisola, a qualidade da prestação de cuidados e o serviço público. Agora todos choram lágrimas de crocodilo sobre a trampa que fizeram.
Mexeram num sector altamente regulado e estável, o trabalho médico e a sua evolução sócio-profissional, e introduziram as regras de mercado sem terem assegurado se tinham meios humanos para tal. Não tinham.
Agora todos se escandalizam com os inflacionados e descontrolados preços da oferta e procura, propondo ou anunciando medidas de correcção.Apetece gritar bem alto, principalmente aos ouvidos do lobby dos administradores hospitalares, co-responsáveis pela tormenta: é a economia, estúpidos!
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UBAR - União dos Blogs Anónimos Responsáveis