sábado, outubro 25, 2008
Mortocracias...
INEM não transporta cadáveres de doentes que morram nas ambulâncias
25.10.2008 - 09h49 Lusa
Se um doente morrer a bordo de uma carrinha do INEM, o veículo detém-se e o cadáver tem de ser transferido para um transporte alternativo porque formalmente não pode seguir viagem na mesma viatura.
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sexta-feira, outubro 24, 2008
Aqui nunca Correia de Campos foi ...
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quinta-feira, outubro 23, 2008
O SIM não deixa de ter razão...
O SOL QUANDO NASCE NÃO É PARA TODOS?
O anunciado (Diário de Notícias) despacho do Ministério das Finanças a interditar aos quadros técnicos superiores (entre os quais os médicos) o recurso à mobilidade especial, que e recorde-se, permitiria a saída da função pública mantendo um vencimento menor mas acumulável com a remuneração por actividade no privado, é uma manifestação de requintada hipocrisia deste Governo!
Quando toca a cortar, inclusive nos direitos adquiridos e benefícios que em tempos foram apresentados como um atractivo, chamariz e mais valia, aí os médicos já são funcionários públicos como os outros…
Quando toca a deveres gerais da administração pública, aí também os médicos são funcionários públicos como os outros…Mas quando toca a algo de aproveitável e de positivo, aí a música muda de ritmo!
Assim não, meus senhores! As résteas de credibilidade são cada dia mais esparsas…
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Baixa da única médica deixa aldeia alentejana de Albernoa sem cuidados médicos

23.10.2008 - 15h09 Público
"Os quase 900 habitantes de Albernoa, concelho de Beja, estão sem cuidados médicos na aldeia há quase dois meses, porque a única médica do posto de saúde está de baixa, disse hoje fonte autárquica.Após "uma presença irregular este ano, devido a várias baixas", a médica de família do posto de saúde "entrou de férias no início de Setembro e depois meteu baixa por doença", explicou a presidente da Junta de Freguesia de Albernoa, Sandra Margarida. Desde aquela data, "só têm sido prestados cuidados de enfermagem" no posto de saúde de Albernoa e os utentes, em caso de necessidade de cuidados médicos, "têm que se deslocar ao Centro de Saúde de Beja, a 20 quilómetros", lamentou a autarca. Devido ao "imprevisível" regresso ao serviço da médica de baixa e por "indisponibilidade de destacar um médico substituto para dar consultas em Albernoa", a direcção do Centro de Saúde de Beja "disponibilizou consultas diárias para os utentes" nesta unidade e "reforçou os cuidados de enfermagem" no posto de saúde da aldeia, disse Sandra Margarida. "Mas são alternativas que não resolvem as necessidades da população", lamentou, argumentando que os transportes públicos para Beja "são escassos" e "a maioria dos utentes", idosos, "tem dificuldades financeiras e de mobilidade para se deslocar a Beja". "É mais fácil deslocar um médico para dar consultas duas ou três vezes por semana em Albernoa do que obrigar vários utentes, a maioria idosos, a deslocarem-se a Beja", salientou. Grupo de habitantes organiza abaixo-assinado para entregar ao Centro de Saúde de BejaPor outro lado, "os cuidados de enfermagem são importantes, mas não substituem os cuidados de um médico". "A população não aceita as alternativas propostas pela direcção do Centro de Saúde de Beja e exige uma assistência médica em condições compatíveis com a realidade da aldeia", vincou Sandra Margarida. Segundo a autarca, a Junta de Freguesia de Albernoa já pediu uma reunião à direcção do Centro de Saúde de Beja para entregar um abaixo-assinado que, por "iniciativa de um grupo de habitantes", está a circular na aldeia para "reclamar um médico que assegure os cuidados médicos à população no posto de saúde" local. A Lusa contactou hoje o Centro de Saúde de Beja, mas os serviços informaram que as duas médicas responsáveis pela direcção estavam ausentes."
Aqui temos a realidade do meio rural interior, falta de acessibilidades, serviços básicos, enfim um sem nº de coisas.
Por enquanto ainda vai havendo médicos, a maior parte à beira da reforma.
Mas em situações de doença os recursos escasseiam em todo o lado.
Quando a manta é curta, ficam os pés ou a cabeça de fora!
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segunda-feira, outubro 20, 2008
Crime! à atenção também do Ministério da Saúde e da IGAS
20.10.2008
Os baixos preços impostos pelas seguradoras levam a "poupanças" nos materiais e sua esterilização, avisa o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas
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Foi você que falou em desdenhar ?
Supervisores da linha Saúde 24 denunciam "caos organizativo" deste serviço
20.10.2008 - 10h36 PÚBLICO, com Lusa
Oito fundadores e supervisores da linha Saúde 24 800 24 24 24, lançada há ano e meio, escreveram uma carta à ministra Ana Jorge denunciando aquilo que consideram ser “o caos organizativo” em que este serviço caiu.
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quinta-feira, outubro 16, 2008
BATDENTES
Fraude de quase 200 mil euros na Águas do Porto leva 63 funcionários a julgamento16.10.2008, José Augusto Moreira e António Arnaldo Mesquita
Clínica dentária emitia falsos recibos. Comparticipação da ADSE chegou a superar o vencimento mensal de uma das funcionárias acusadas
Os dois responsáveis por uma clínica dentária do centro do Porto e 63 funcionários dos ex-Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) do Porto estão acusados pela prática de crimes de burla qualificada e de falsificação de documentos. A acusação do Ministério Público (MP) decorre das investigações levadas a cabo pela Polícia Judiciária, depois da fraude ter sido detectada no interior daquele serviço camarário há cerca de três anos (ver caixa).
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quarta-feira, outubro 15, 2008
APELO
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Linha Saúde 24 lança serviço de triagem e encaminhamento de diabéticos
"A Linha Saúde 24 apresentou hoje, em Lisboa, o serviço de triagem, aconselhamento e encaminhamento a diabéticos, apoiado por mais de 300 profissionais, para esclarecer dúvidas e optimizar a qualidade de vida de todos os que sofram da doença."Este novo serviço tem como objectivo principal auxiliar todos os diabéticos que apresentem descompensações próprias da sua doença", nomeadamente episódios de hipoglicémia (tonturas, tremores, suores e fraqueza) e hiperglicémias (dor abdominal, náuseas, vómitos e hálito acetónico), no sentido de os orientar, de uma forma segura, para a melhor solução, segundo uma nota da linha de apoio divulgada aos jornalistas.Segundo o mesmo texto, o serviço hoje apresentado conta actualmente com "mais de 300 profissionais de saúde capacitados para aconselhar e encaminhar os doentes [da diabetes] consoante cada um dos tópicos de triagem, nomeadamente no que diz respeito às complicações agudas" que necessitam de "cuidados de saúde específicos".A novidade, além do apoio a diabéticos, consiste no envio de um fax para as unidades hospitalares, nos casos de maior urgência, no sentido de alertar as equipas para um atendimento mais rápido e orientado do doente, explicou o Coordenador do Programa Nacional de Controlo e Prevenção da Diabetes, João Boavida.Considerada como "uma das principais causas de morbilidade crónica e de perda de qualidade de vida dos portugueses", há a previsão de que "nas próximas décadas a incidência da diabetes aumente exponencialmente e seja responsável por uma elevada frequência de consultas e internamentos hospitalares", segundo os responsáveis da Linha Saúde 24. No sentido de diminuir a incidência e os custos que advêm desta doença crónica, João Boavida defendeu que importa promover uma maior compreensão, tanto para doentes como para familiares, que agora vão poder esclarecer dúvidas a qualquer hora com agentes especializados.A linha Saúde 24 "permite responder a uma situação de aflição com uma palavra especializada e orientada", no sentido de "dar segurança" sobre a atitude e medidas que a pessoa que a contacta deve tomar, esclareceu João Boavida. O "call center" é considerado uma "telemedicina" que permite reduzir as idas às urgências dos hospitais, na medida em que esclarece dúvidas e detecta situações de potencial risco, encaminha as pessoas para os cuidados mais adequados e contribui para uma melhoria da qualidade de vida, destacou João Boavida."
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segunda-feira, outubro 13, 2008
Padre Faria
O post sobre as vacinas, enfermeiros e farmacêuticos, com os médicos sentados a verem, tem recebido um significativo nº de comentários ( temos que ir ao início de 2007 para um nº mais elevado - Prof José Manuel Silva a Bastonário e Vidas Desperdiçadas - cunnilingus)
Destes destaca-se o de um distinto bloguista da saúde, o Mario S. Peliteiro, e que aqui chamo a primeiro plano:
Domingo, Outubro 12, 2008
Mário de Sá Peliteiro disse...
Caro MEMaI,
Já nos conhecemos há muito tempo - também eu sou seu leitor fiel e admirador bloguista - e portanto aceito perfeitamente que nem sempre as ironias nos saiem pelo melhor.
Sobre a administração de injectáveis por farmacêutico e a possibilidade de ocorrência de reacção anafilática (convém saber que é mais provável sofrer uma RA ao comer um amendoim ou ao ser ferrado por uma abelha), em nome pessoal quero dizer:
1- Aprendi sobre a administração de injectáveis na cadeira de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e não numa Escola de Macedo de Cavaleiros ou Póvoa de Lanhoso.
2- Tenho larga experiência com agulhas. Apliquei muitos injectáveis, muitas vacinas da gripe a médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Amanhã de manhã colherei cerca de 1 L de sangue (também executo outros actos invasivos, também sei manobrar o espéculo).
3- Domino e consigo efectuar todos os procedimentos de SBV das Guidelines da European Resuscitation Council forResuscitation.
4- Tenho todos os requisitos necessários para a obtenção da CPR certification da American Red Cross.
5- Domino e consigo efectuar todos os procedimentos preconizados pela Direcção Geral da Saúde em caso de reacção anafilética, a saber (vou aqui enunciá-las porque há muita gente a falar de cor, imaginado que estão numa daquelas séries da TV)::
a) Pedir ajuda e telefonar para o 112 para transporte do doente para o Serviço de Urgência mais próximo.
b) Deitar o doente com os pés elevados (posição de Trendelenburg, se possível).
c) Manter as vias aéreas permeáveis, usando um tubo de Guedel, se necessário.
d) Administrar O2 por máscara com reservatório a 15 L/min ou, na sua falta, por cânula nasal até 6 L/min.
e) Administrar adrenalina aquosa a 1:1 000 (1 mg/mL), na dose de 0,01 mL/kg (máximo 0,5 mL), por via intramuscular na face anterior da coxa, preferencialmente com auto-injector. Esta dose pode ser repetida em intervalos de 10 a 30 minutos, se necessário, até 3 doses.§ A administração de adrenalina IM é prioritária se as outras medidas não puderem ser completamente executadas.
6- Caso falhem os procedimentos de SBV empreendidos e não chegue entretanto o INEM o que faria eu? Faria o que faria outro Dr. Faria ou Enf.º Faria qualquer num Centro de Saúde ou USF qualquer: chamava o Padre Faria - telf 938201610.Um abraço.
Ah! Estas guerrinhas entre profissionais de saúde por assuntos de lana caprina apenas prejudicam... os profissionais de saúde.
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domingo, outubro 12, 2008
Médicos Especialistas Para Quê? Isto Está tudo obnubilado, há muito!
De um blogue médico, contra-a-corrente, anti-situacionista, anti-establishment, no fundo escrevendo as verdades que ninguém quer acreditar. Mas é disto que a blogosfera precisa...
E sobre um assunto já aqui escrevinhado nestes anos de existência deste blogue: os perigos de se recorrer aos "bancos de urgência" portugueses...
Com a devida vénia, pois não solicitei autorização, leiam e meditem...
"Dentistas nesta Escandinávia à Beira-Mar Plantada
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sábado, outubro 11, 2008
Médicos para quê? Mas isto está tudo obnubilado?
A reunião entre as ordens dos Farmacêuticos e dos Enfermeiros sobre a administração de vacinas nas farmácias terminou hoje sem acordo entre as partes, tendo as duas entidades defendido a capacidade dos seus profissionais em administrar vacinas em segurança.
Maria Augusta Sousa esclareceu ainda que a posição da Ordem dos Enfermeiros não tem que ver com interesses corporativos, mas antes com a defesa dos interesses dos cidadãos.
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terça-feira, outubro 07, 2008
Ministra afirma que vacina contra a meningite não é eficaz!
«Cerca de 60 por cento das crianças foram vacinadas e apesar disso não houve uma mudança [na prevalência da meningite pneumocócica conjugada heptavalente]. Essa é uma das razões pelas quais a vacina não foi incluída no Plano Nacional de Vacinação», explicou a ministra Ana Jorge no Parlamento.
Questionada pela deputada do CDS-PP Teresa Caeiro sobre se, enquanto pediatra, já tinha prescrito ou poderia prescrever a vacina, Ana Jorge abanou a cabeça em sinal negativo, sugerindo que nunca o tinha feito.
«A comunidade de pediatras em Portugal recomenda a vacina, aliás como a própria Organização Mundial de Saúde. Hoje perguntei à ministra se, enquanto pediatra, já tinha prescrito ou poderia prescrever a Prevenar e a ministra fez que não com a cabeça, sugeriu que não a prescreveria. Não compreendo», disse à Lusa a deputada do CDS-PP, partido que propôs a introdução da vacina no Plano Nacional de Vacinação.
De acordo com a ministra da Saúde, está actualmente a decorrer um estudo para a identificação dos serotipos que prevalecem em Portugal.
«Esperamos que haja a curto-prazo vacinas com mais serotipos para se estudar a sua inclusão no Plano Nacional de Vacinação», afirmou a responsável.
Na Assembleia da República, a ministra adiantou ainda que os grupos de risco a quem deverá ser administrada a Prevenar «estão muito bem identificados», abrangendo «as crianças imuno-comprometidas, com doenças crónicas».
A decisão de não incluir a vacina contra a meningite designada pneumocócica conjugada heptavalente (Pn7) no Programa Nacional de Vacinação (PNV) foi conhecida no passado dia 26 de Setembro.
A decisão levou em conta vários elementos, entre os quais o facto de «o impacte positivo na saúde pública» da introdução desta vacina ser «questionável».
Outro elemento que foi tido em conta pelos especialistas foi o custo desta introdução: 15 milhões de euros em 2009.
Em Portugal, foram vendidas nos últimos quatro anos mais de um milhão de embalagens da Prevenar, num total de 81,2 milhões de euros, segundo dados da consultora IMS Health disponibilizados à Lusa.
De acordo com o parecer técnico sobre a introdução desta vacina, o impacte na saúde pública é «questionável» porque «os estudos portugueses existentes sobre a doença» são «limitados», podendo «não reflectir, com rigor, a realidade nacional».
O documento refere ainda que «a percentagem de portadores de neumococos em alguns infantários do distrito de Lisboa, antes e depois da vacina, é sensivelmente a mesma, o que está de acordo com o esperado e confirma dados de estudos internacionais».
Os especialistas alegam, assim, que «o estudo realizado em Portugal pela empresa que comercializa a vacina não demonstrou custo-efectividade favorável à sua introdução no Plano Nacional de Vacinação».
A vacina tem um custo total de venda ao público a rondar os 300 euros."
Lusa / SOL 2008/10/07
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sábado, outubro 04, 2008
Redução de custos a quanto obrigas...
00h07m
CARINA FONSECA
Na última quarta-feira, o serviço de Medicina II, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, ficou sem fraldas.
Quem o garante é Luísa Carolino, que encontrou a avó com um resguardo de cama e um lençol a servirem de fralda.
"Fiquei indignada. Pensei: no final da vida somos tratados assim, como coisas. Parecia impossível que um hospital tão grande não tivesse fraldas", conta Luísa Carolino, lembrando o sucedido quando, na tarde de quarta-feira, foi visitar a avó àquele serviço dos HUC.
Alertada por uma auxiliar para o facto de as fraldas estarem a acabar, Luísa Carolino tomou a iniciativa de ir, ela mesma, comprá-las. Mas, quando voltou ao hospital, pelas 19.30 horas, viu a avó embrulhada num resguardo e num lençol, com a idosa da cama ao lado nas mesmas condições. "Os utentes estavam embrulhados como se não fossem humanos", diz.
Garante ter sido informada, por uma auxiliar, de que não era a primeira vez que as fraldas se esgotavam. Agora, Luísa Carolino promete ir ao Gabinete do Utente dos HUC protestar contra uma situação que considera "de desumanidade".
O conselho de administração dos HUC confirmou ontem, em comunicado, que "num dos serviços de medicina dos Hospitais da Universidade de Coimbra se verificou, no dia 1/10/2008, uma ruptura do stock de fraldas, situação que foi colmatada". De acordo com a mesma nota, assinada pelo presidente Fernando Regateiro, "está reposto o regular abastecimento deste material em todo o Hospital", além de que "o sistema de aprovisionamento dos HUC já foi objecto de estudo, estando identificadas as alterações a introduzir, no sentido de evitar que situações como a presente se repitam".
O caso não surpreende Ricardo Matos, do Movimento Utentes pelos HUC. Ele explica porquê: "Há muito se tinha alertado para a questão de os profissionais não terem materiais como luvas. Há outros problemas, podem é não se notar tanto". Para ele, vigora um "ponto de vista economicista" sobre a saúde, pelo que se impõe a questão: "A economia de alguns tostões é mais importante do que a dignidade humana?".
Discurso idêntico tem o coordenador da Direcção Regional de Coimbra dos Sindicato dos Enfermeiros Portugueses. Paulo Anacleto garante que "a falta de material de consumo clínico diário é recorrente". No seu entender, trata-se de uma realidade comum a outas instituições de saúde, que reflecte "um desinvestimento completo no Sistema Nacional de Saúde".
O conselho de administração dos HUC preferiu não comentar estas afirmações, informou a assessora, Salomé Marques.
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sexta-feira, outubro 03, 2008
Ensaio sobre a cegueira
Responsável da associação de doentes Positivo considera que decisão vai levar a que mais pessoas se resignem quando perdem os seus empregos
O presidente do colégio de especialidade de infecciologia da Ordem dos Médicos, António Sarmento, não comenta a decisão do Supremo, mas diz que "um cozinheiro seropositivo devia continuar a trabalhar". "O risco de contágio é absolutamente remoto", tão remoto como "haver agora um tremor de terra enorme, abrir-se uma brecha e eu cair no centro da terra". Para o médico, é errado o pressuposto de que a saliva, o suor e as lágrimas podem transmitir o HIV/sida.
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quinta-feira, outubro 02, 2008
Vai uma aposta em como a culpa vai morrer solteira?
Só excepcionalmente tenho postado sobre assuntos extra - Medicina... este é um desses casos, tal o insólito e grave da situação:
Terreno é de piso sintético e não tem videiras desde 1998
Estádio tinha benefícios para produzir vinho
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) acabou agora com o benefício à produção de Vinho do Porto, que estava atribuído ao terreno onde foi construído o Estádio Municipal de Murça.
Até agora a área onde está o equipamento, de piso sintético, estava considerada como vinha integrando a Região Demarcada do Douro e com direito a produzir vinho. Já não tinha um pé de videira desde 1998.
O Estádio pertence à Câmara Municipal de Murça, cujo presidente João Teixeira garantiu ao CM que "a instituição não sabia se o mesmo tinha benefício ou não".
O IVDP vai agora abrir um inquérito, estando já a decorrer um processodecontra-ordenação. Só este ano, o Instituto já encontrou na região do Douro cerca de 700 situações irregulares semelhantes a este caso.
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domingo, setembro 28, 2008
Histórias de uma jovem enfermeira desaproveitada
Não resisto a aqui reproduzir um post lido num blog de uma jovem enfermeira, desempregada ainda ao que parece.
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Médicos de fora sim mas não quaisquer uns!
Portugal negoceia vinda de mais médicos estrangeiros
28.09.2008 - 12h18 Lusa
Portugal tem 4287 médicos estrangeiros a exercer no país e vai avançar com novos acordos para a contratação de mais profissionais. O mercado da América Latina é o alvo.
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quinta-feira, setembro 25, 2008
A Greve de Enfermagem ????

Requerimento remuneratório dos Serviços Mínimos
24-Sep-2008
Para protecção e conveniência dos Enfermeiros que participem na Greve Nacional dos Enfermeiros, dos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro de 2008, deixamos aqui o modelo do requerimento que os Enfermeiros, que asseguram os Serviços Mínimos, devem entregar na instituição onde trabalham, a fim de serem abonados das remunerações a que têm direito.
Modelo a utilizar:
*nota: O Requerimento deve ser entregue pelo próprio na instituição, ficando com cópia, com registo de entrada.
Ao (Conselho de Administração/ Conselho Directivo/ etc.)(Designação da entidade e morada)
(nome completo) __________________________________________________________________, enfermeiro/a (categoria) ___________________________________________________________, número mecanográfico ___________, a exercer funções no Serviço/ Centro de Saúde _____________________________________________________________, informa V.Exas. que no(s) dia(s) ___________________________________________, entre as ____________ e as _____________ horas, esteve em greve mas assegurando os Serviços Mínimos, pelo que, ao abrigo do disposto no artigo 600.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, tem direito ao abono da remuneração, conforme estatuto remuneratório aplicável.
(local e data) ___________________________________, __________ / _________ / _________
O/a Signatário/a,_______________________
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