Perguntar Não Ofende: O Pepino Terá Um Caso Com A Ana De Vinhais?

O Sr Pepino é jornalista do Correio da Manhã. A Ana é uma jovem, muito jovem diria, professora de Vinhais.
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."

O Sr Pepino é jornalista do Correio da Manhã. A Ana é uma jovem, muito jovem diria, professora de Vinhais.
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Com o devido respeito, transcrevo do blogue do jornalista Carlos Enes o seguinte post sobre o INEM.
Quando ouvi a resposta do INEM ao caso das chamadas perdidas, pensei: a minha Ministra tem que demitir todas as chefias do INEM.
Como é possivel alguém argumentar que um serviço de emergência fica satisfeito por "perder trezentas e tal chamadas". O objectivo mínino seriam ZERO CHAMADAS.
Mesmo aceitando que estatisticamente as "trezentas e tal chamadas" podem representar pouco, nunca saberei quantas pessoas morreram, se somar dia a dia as "trezentas e tal chamadas".
O IMEM, que já fui um seu defensor deveria acabar. Assim como a vertente da Saúde dos bombeiros.
Sobre as suas cinzas deveria nascer uma nova organização institucional, moderna e profissionalizada a 100%, independente dos hospitais com médicos e técnicos paramédicos preparados e constantemente actualizados.
O post de Carlos Enes:
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Os juizes têm cada uma na avaliação e aplicação da lei... ainda está bem fresca na memória aquela decisão de mandar em liberdade o individuo que, em plena esquadra da PSP, atingiu com vários tiros outra pessoa.
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"Centro Hepato-Biblio-Pancreático e de Transplantação do Hospital Curry Cabral, em Lisboa"
Provavelmente o Eduardo Barroso introduz livros dentro dos figados. Pode melhorar a iliteracia dos jornalistas.
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Ana Jorge preocupada com tratamentos e materiais
Ministra diz que cabe à Ordem dos Dentistas garantir qualidade dos serviços
20.10.2008 - 16h20 Lusa
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INEM não transporta cadáveres de doentes que morram nas ambulâncias
25.10.2008 - 09h49 Lusa
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O SOL QUANDO NASCE NÃO É PARA TODOS?
O anunciado (Diário de Notícias) despacho do Ministério das Finanças a interditar aos quadros técnicos superiores (entre os quais os médicos) o recurso à mobilidade especial, que e recorde-se, permitiria a saída da função pública mantendo um vencimento menor mas acumulável com a remuneração por actividade no privado, é uma manifestação de requintada hipocrisia deste Governo!
Quando toca a cortar, inclusive nos direitos adquiridos e benefícios que em tempos foram apresentados como um atractivo, chamariz e mais valia, aí os médicos já são funcionários públicos como os outros…
Quando toca a deveres gerais da administração pública, aí também os médicos são funcionários públicos como os outros…Mas quando toca a algo de aproveitável e de positivo, aí a música muda de ritmo!
Assim não, meus senhores! As résteas de credibilidade são cada dia mais esparsas…
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23.10.2008 - 15h09 Público
"Os quase 900 habitantes de Albernoa, concelho de Beja, estão sem cuidados médicos na aldeia há quase dois meses, porque a única médica do posto de saúde está de baixa, disse hoje fonte autárquica.Após "uma presença irregular este ano, devido a várias baixas", a médica de família do posto de saúde "entrou de férias no início de Setembro e depois meteu baixa por doença", explicou a presidente da Junta de Freguesia de Albernoa, Sandra Margarida. Desde aquela data, "só têm sido prestados cuidados de enfermagem" no posto de saúde de Albernoa e os utentes, em caso de necessidade de cuidados médicos, "têm que se deslocar ao Centro de Saúde de Beja, a 20 quilómetros", lamentou a autarca. Devido ao "imprevisível" regresso ao serviço da médica de baixa e por "indisponibilidade de destacar um médico substituto para dar consultas em Albernoa", a direcção do Centro de Saúde de Beja "disponibilizou consultas diárias para os utentes" nesta unidade e "reforçou os cuidados de enfermagem" no posto de saúde da aldeia, disse Sandra Margarida. "Mas são alternativas que não resolvem as necessidades da população", lamentou, argumentando que os transportes públicos para Beja "são escassos" e "a maioria dos utentes", idosos, "tem dificuldades financeiras e de mobilidade para se deslocar a Beja". "É mais fácil deslocar um médico para dar consultas duas ou três vezes por semana em Albernoa do que obrigar vários utentes, a maioria idosos, a deslocarem-se a Beja", salientou. Grupo de habitantes organiza abaixo-assinado para entregar ao Centro de Saúde de BejaPor outro lado, "os cuidados de enfermagem são importantes, mas não substituem os cuidados de um médico". "A população não aceita as alternativas propostas pela direcção do Centro de Saúde de Beja e exige uma assistência médica em condições compatíveis com a realidade da aldeia", vincou Sandra Margarida. Segundo a autarca, a Junta de Freguesia de Albernoa já pediu uma reunião à direcção do Centro de Saúde de Beja para entregar um abaixo-assinado que, por "iniciativa de um grupo de habitantes", está a circular na aldeia para "reclamar um médico que assegure os cuidados médicos à população no posto de saúde" local. A Lusa contactou hoje o Centro de Saúde de Beja, mas os serviços informaram que as duas médicas responsáveis pela direcção estavam ausentes."
Aqui temos a realidade do meio rural interior, falta de acessibilidades, serviços básicos, enfim um sem nº de coisas.
Por enquanto ainda vai havendo médicos, a maior parte à beira da reforma.
Mas em situações de doença os recursos escasseiam em todo o lado.
Quando a manta é curta, ficam os pés ou a cabeça de fora!
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Fraude de quase 200 mil euros na Águas do Porto leva 63 funcionários a julgamento
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O post sobre as vacinas, enfermeiros e farmacêuticos, com os médicos sentados a verem, tem recebido um significativo nº de comentários ( temos que ir ao início de 2007 para um nº mais elevado - Prof José Manuel Silva a Bastonário e Vidas Desperdiçadas - cunnilingus)
Destes destaca-se o de um distinto bloguista da saúde, o Mario S. Peliteiro, e que aqui chamo a primeiro plano:
Domingo, Outubro 12, 2008
Mário de Sá Peliteiro disse...
Caro MEMaI,
Já nos conhecemos há muito tempo - também eu sou seu leitor fiel e admirador bloguista - e portanto aceito perfeitamente que nem sempre as ironias nos saiem pelo melhor.
Sobre a administração de injectáveis por farmacêutico e a possibilidade de ocorrência de reacção anafilática (convém saber que é mais provável sofrer uma RA ao comer um amendoim ou ao ser ferrado por uma abelha), em nome pessoal quero dizer:
1- Aprendi sobre a administração de injectáveis na cadeira de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e não numa Escola de Macedo de Cavaleiros ou Póvoa de Lanhoso.
2- Tenho larga experiência com agulhas. Apliquei muitos injectáveis, muitas vacinas da gripe a médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Amanhã de manhã colherei cerca de 1 L de sangue (também executo outros actos invasivos, também sei manobrar o espéculo).
3- Domino e consigo efectuar todos os procedimentos de SBV das Guidelines da European Resuscitation Council forResuscitation.
4- Tenho todos os requisitos necessários para a obtenção da CPR certification da American Red Cross.
5- Domino e consigo efectuar todos os procedimentos preconizados pela Direcção Geral da Saúde em caso de reacção anafilética, a saber (vou aqui enunciá-las porque há muita gente a falar de cor, imaginado que estão numa daquelas séries da TV)::
a) Pedir ajuda e telefonar para o 112 para transporte do doente para o Serviço de Urgência mais próximo.
b) Deitar o doente com os pés elevados (posição de Trendelenburg, se possível).
c) Manter as vias aéreas permeáveis, usando um tubo de Guedel, se necessário.
d) Administrar O2 por máscara com reservatório a 15 L/min ou, na sua falta, por cânula nasal até 6 L/min.
e) Administrar adrenalina aquosa a 1:1 000 (1 mg/mL), na dose de 0,01 mL/kg (máximo 0,5 mL), por via intramuscular na face anterior da coxa, preferencialmente com auto-injector. Esta dose pode ser repetida em intervalos de 10 a 30 minutos, se necessário, até 3 doses.§ A administração de adrenalina IM é prioritária se as outras medidas não puderem ser completamente executadas.
6- Caso falhem os procedimentos de SBV empreendidos e não chegue entretanto o INEM o que faria eu? Faria o que faria outro Dr. Faria ou Enf.º Faria qualquer num Centro de Saúde ou USF qualquer: chamava o Padre Faria - telf 938201610.Um abraço.
Ah! Estas guerrinhas entre profissionais de saúde por assuntos de lana caprina apenas prejudicam... os profissionais de saúde.
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De um blogue médico, contra-a-corrente, anti-situacionista, anti-establishment, no fundo escrevendo as verdades que ninguém quer acreditar. Mas é disto que a blogosfera precisa...
E sobre um assunto já aqui escrevinhado nestes anos de existência deste blogue: os perigos de se recorrer aos "bancos de urgência" portugueses...
Com a devida vénia, pois não solicitei autorização, leiam e meditem...
"Dentistas nesta Escandinávia à Beira-Mar Plantada
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Só excepcionalmente tenho postado sobre assuntos extra - Medicina... este é um desses casos, tal o insólito e grave da situação:
Terreno é de piso sintético e não tem videiras desde 1998
Estádio tinha benefícios para produzir vinho
O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) acabou agora com o benefício à produção de Vinho do Porto, que estava atribuído ao terreno onde foi construído o Estádio Municipal de Murça.
Até agora a área onde está o equipamento, de piso sintético, estava considerada como vinha integrando a Região Demarcada do Douro e com direito a produzir vinho. Já não tinha um pé de videira desde 1998.
O Estádio pertence à Câmara Municipal de Murça, cujo presidente João Teixeira garantiu ao CM que "a instituição não sabia se o mesmo tinha benefício ou não".
O IVDP vai agora abrir um inquérito, estando já a decorrer um processodecontra-ordenação. Só este ano, o Instituto já encontrou na região do Douro cerca de 700 situações irregulares semelhantes a este caso.
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Não resisto a aqui reproduzir um post lido num blog de uma jovem enfermeira, desempregada ainda ao que parece.
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Portugal negoceia vinda de mais médicos estrangeiros
28.09.2008 - 12h18 Lusa
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Requerimento remuneratório dos Serviços Mínimos
24-Sep-2008
Para protecção e conveniência dos Enfermeiros que participem na Greve Nacional dos Enfermeiros, dos dias 30 de Setembro e 1 de Outubro de 2008, deixamos aqui o modelo do requerimento que os Enfermeiros, que asseguram os Serviços Mínimos, devem entregar na instituição onde trabalham, a fim de serem abonados das remunerações a que têm direito.
Modelo a utilizar:
*nota: O Requerimento deve ser entregue pelo próprio na instituição, ficando com cópia, com registo de entrada.
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Recurso de aluna fez disparar as notas
00h30m
CARLOS RUI ABREU
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Transcrição de um comentário de um leitor.
Inteiramente de acordo com tudo o que é dito, menos a solidariedade com o PÚBLICO, pois um jornal de referência tem que estar acima dessas populares confusões.
Tem que haver revisores, não só para a língua portuguesa, mas também para todas as áreas do conhecimento.
Se compro o PÚBLICO e não outro, se é considerado uma referência, não pode cometer erros crassos iguais ao comum dos mortais. Ou então deixa de ser uma referência...
Nuno Gil deixou um novo comentário na sua mensagem "A SUB DE TODOS OS MILAGRES":
Felizmente não era um Dentista!
Em Portugal existem vários profissionais de saúde que lidam com problemas da Cavidade Oral, entre os quais os Estomatologistas e os Médicos-Dentistas.
Os primeiros são profissionais licenciados em medicina que fizeram o internato médico e são portanto MÉDICOS. Entretanto diferenciaram-se, tornando-se especialistas em Estomatologia, uma das várias especialidades médicas reconhecidas pela Ordem dos Médicos Portugueses. Ab initio, estes profissionais são tão capazes de prestar cuidados generalistas em regime de urgência como qualquer outro MÉDICO, independentemente da sua especialidade.
Os segundos, são profissionais licenciados em MEDICINA DENTÁRIA, nunca fizeram o curso de MEDICINA e muito menos o internato médico (apenas acessível a licenciados em MEDICINA). Os licenciados em MEDICINA DENTÁRIA (Médicos-Dentistas), vulgarmente conhecidos como Dentistas, em situação alguma têm competência para prestar cuidados generalistas em regime de urgência.
Esta confusão reinante na sociedade portuguesa, deriva provavelmente da designação imprópria de Médico-Dentista, pelo que pode colocar-se a questão: «Porquê Médico-Dentista se não é Médico?»
De facto parece-me uma excelente oportunidade para a Sra. Ministra da Saúde, curiosamente licenciada em medicina, que realizou internato médico e se especializou em Pediatria, dar um contributo para a clarificação desta situação, esclarecendo os Portugueses que não se trata de um Dentista mas de um Médico, que por coincidência é Estomatologista! Mais, parece-me que para evitar futuros equívocos seria útil substituir a designação Médico-Dentista por Dentista, afinal estes profissionais não são Médicos.
Não posso deixar de manifestar a minha solidariedade para com o PUBLICO que acabou por publicar uma notícia incorrecta, vítima da dita «confusão reinante» e para com os Médicos-Dentistas que se vêm envolvidos, enquanto classe, num problema ao qual são manifestamente alheios.
A notícia, no meu entender, é sim o facto de um Médico sem formação em suporte avançado de vida estar a prestar cuidados generalistas em regime de urgência. Isso sim é grave. Mas mais grave é não ser o único.
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Das oito urgências prometidas só duas funcionam
14.09.2008 Jornal Público, edição impressa página 20
"O anterior ministro da Saúde, Correia de Campos, comprometeu-se, através de um despacho datado de 18 de Dezembro de 2006, a instalar serviços de urgência de básica (SUB) nos concelhos de Odemira, Moura, Elvas e Estremoz, durante o primeiro semestre de 2007.
Até agora, porém, desses quatro, só Odemira e Elvas é que têm o prometido serviço a funcionar, apesar das dificuldades.
No dia 27 de Fevereiro deste ano, já com a ministra Ana Jorge a exercer as suas funções, foi publicado um outro despacho, ainda assinado por Correia de Campos, em que se estabelece a rede de urgências a instalar de norte a sul do país.
Para os distritos de Beja, Évora e Portalegre foram então anunciados oito serviços de urgência básica, incluindo os quatro que deveriam estar a funcionar desde o fim do primeiro semestre de 2007. Deste total de oito apenas entraram em serviço até agora os SUB de Odemira e Elvas, e os anunciados para Estremoz, Montemor-o-Novo, Ponte de Sor, Castro Verde, Moura e Serpa continuam a à espera de abrir. A ARS do Alentejo tem assumido publicamente que não se compromete com prazos para a instalação destes seis serviços, alegando dificuldades em encontrar médicos qualificados na área das urgências. Um SUB exige a presença obrigatória de, pelo menos, dois médicos, dois enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e um administrativo por equipa.De entre os objectivos fixados pelo Ministério da Saúde para as novas unidades de urgência destacam-se a redução da percentagem da população que esteja a mais de 60 minutos de um serviço de urgência e a melhoria dos serviços, para os aproximar do nível europeu."
O interior tão necessitado que está, ainda não terem aberto estes serviços necessários às populações, é caso para alarme dessas mesmas populações, mas até ao momento não li sobre nenhuma movimentação.
Estranho!
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