Magalhães pode fazer rastreio visual das crianças
"O que é que o computador Magalhães pode fazer pelas crianças com doenças invisíveis como a ambliopia (síndrome do olho preguiçoso), por exemplo?
"Tanto dislate se ouve e lê, por vezes publicado inconscientemente, que decidi esclarecer quem me procurar, para que os jornalistas (e outros intelectuais!) sejam um meio para os 'media' fomentarem a literacia científica."
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Agora que a OMS aumentou o nível de alerta para 6, isto é, pandemia instalada, é OBRIGATÓRIO passar a mensagem de que "pandemia" não é sinal de "gravidade", mas sim sinal de que o virus desta gripe se instalou num número maior de países e com transmissão independente do país inicial.
A gravidade define-se pela mortalidade e morbilidade que determinada doença possa causar. Por enquanto a gripa sazonal (a do nosso Inverno) ainda causa mais mortes do que esta.
Contudo, apesar de não ser necessário entrarmos em pânico (para isso teremos os media a martelar-nos as células cinzentas), é necessário mantermo-nos todos, técnicos de saúde e população em geral atentos a todos os sinais de uma possível infecção.
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Bebé morreu sem ser atendido
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"Xixi no Banho" para poupar água
13h57m
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Falha informática
Envio electrónico de baixas médicas parado há dias
22.05.2009 - 07h30 Alexandra Campos
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A pedido de várias famílias farmacêuticas que invectivaram este blogue a postar sobre a reportagem do jornalista Carlos Enes, na TVI, com imagens de um grupo de médicos vestidos de piratas, este blogue reencaminha os seus leitores para este post no blogue Saúde SA.
Não postei aqui por dois motivos, e o Carlos Enes que me desculpe: primeiro, as imagens referem-se a situações passadas há três anos, segundo, o assunto deste congresso não é virgem. As fotografias apresentadas já foram publicadas anteriormente num media escrito.
Portanto, é lícito perguntar à TVI: porquê aqui e agora esta peça? Para contrabalançar com alguma coisa?
Embora considere as imagens ridículas, o Médico Explica não é parvo.
Outro assunto, e esse o blogue Saúde SA aflora, é a prescrição.
O problema não estar em ir à Tailândia a um congresso qualquer e ir a um programa social a 700 quilómetros de distância. Será eventualmente tudo legal. Moralmente não aceitável.
Também não estará no facto dos médicos serem ou não prescritores desse pouco afamado laboratório (sim, conhecido por ser pouco afamado) pois, também, tudo será legal.
O grande problema subterrâneo está na prescrição desses médicos: foi ela justa? Necessária? Ou desnecessária? Estão as patologias registadas? Houve duplicação de medicação? Houve risco para a Saúde Pública com a prescrição desnecessária de antibióticos? Foram seguidas as guidelines? Etc., etc., etc.
O excesso de prescrição serve a todos: aos laboratórios produtores, aos laboratórios que comercializam, às farmácias retalhistas, aos médicos prescritores. Não serve aos doentes e ao Estado.
Isso é que era bom investigar...
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Para evitar auto-medicação
Ministra da Saúde exclui possibilidade de retirar Tamiflu das farmácias
30.04.2009 - 18h27 Lusa
A ministra da Saúde, Ana Jorge, excluiu hoje a possibilidade de restringir a distribuição de Tamiflu, à semelhança do sucedido em Espanha no quadro do combate à gripe suína, considerando "suficiente" a "reserva estratégica" existente em Portugal.
Ana Jorge, que falava à saída de uma reunião extraordinária dos ministros da Saúde da UE no Luxemburgo para discutir a resposta europeia à "nova gripe", disse que Portugal não pondera adoptar tal medida, quando questionada sobre se poderia acontecer o mesmo que em Espanha, onde hoje o governo decidiu limitar a distribuição de Tamiflu a hospitais e a centros médicos. "Não, nós neste momento não tomámos essa medida e não estamos a pensar de momento tomá-la. Nós temos uma reserva estratégica que já existe, e que será de facto distribuída nas instituições de saúde, e pensamos que ela é suficiente para a situação que poderá vir a acontecer", afirmou.
A ministra acrescentou que "a existência de Tamiflu nas farmácias de venda ao público, assim como de outros dispositivos que forem considerados necessários", deverá estar disponível, de modo a que "qualquer pessoa, por indicação médica, o possa adquirir".
A decisão do governo de Espanha - onde há 10 casos confirmados de vírus da gripe suína - foi justificada como medida para evitar uma eventual tendência para a auto-medicação que possa ser ainda mais prejudicial para o combate à pandemia.
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Nível significa que pandemia “está iminente”
Gripe mexicana: OMS já declarou nível 5 de alerta
29.04.2009 - 20h54 PÚBLICO
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Limite anual está nas 100 horas
27.04.2009 - 21h25 Por Sérgio Aníbal
"No início de um processo de negociação colectiva inédito na função pública, o Governo propôs aos sindicatos o aumento do limite anual de horas extraordinárias de 100 para 150 horas.
No Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP) que entrou em vigor durante o ano passado, o Executivo mantinha este limite anual nas 100 horas, prevendo apenas que poderia ser aumentado até às 200 horas, se tal fosse decidido através de negociação colectiva. Ontem, na abertura deste processo (que se verifica pela primeira vez para o total da Administração Pública), o Executivo incluiu na sua proposta inicial esta alteração, que fará com que alguns trabalhadores, com mais horas trabalhadas, aumentem o seu rendimento.
No documento entregue pelo Governo aos sindicatos da Função Pública no final da reunião de hoje são, para além das horas extraordinárias, feitas propostas de contratacção colectiva ao nível da flexibilidade de horários, adaptabilidade, jornada contínua, trabalho nocturno ou isenção do horário de trabalho.
Na maior parte dos casos, o que o Executivo faz é colocar por escrito regras que eram já aplicadas na função pública, mas que, com a entrada em vigor do RCTFP, acabaram por ser colocadas em causa em alguns serviços.
Estão neste caso as regras que permitem aos funcionários com filhos com menos de 12 anos optar por uma jornada contínua de trabalho (trabalho sem intervalo para refeição, mas de menor duração).
O executivo avança ainda com a definição, para trabalhadores nas áreas da distribuição, abastecimento de água, serviço de ambulâncias ou recolha de lixo, do trabalho nocturno como o trabalho compreendido entre as 20 horas da noite e as sete da manhã.
Fontes sindicais garantiram que é intenção do Governo concluir este processo negocial em cerca de 100 dias, colocando as alterações em vigor antes das eleições legislativas.
No processo de negociação colectiva na função pública está desde já garantido que qualquer disposição diferente da prevista na lei terá obrigatoriamente de ser mais favorável ao trabalhador.
Do lado dos sindicatos, perante as propostas realizadas pelo Governo, há a vontade de alargar as negociações a outros temas, como as férias ou as faltas, por forma a garantir novas vantagens aos funcionários públicos."
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The Government of Mexico has reported three separate events. In the Federal District of Mexico, surveillance began picking up cases of ILI starting 18 March. The number of cases has risen steadily through April and as of 23 April there are now more than 854 cases of pneumonia from the capital. Of those, 59 have died. In San Luis Potosi, in central Mexico, 24 cases of ILI, with three deaths, have been reported. And from Mexicali, near the border with the United States, four cases of ILI, with no deaths, have been reported.
Of the Mexican cases, 18 have been laboratory confirmed in Canada as Swine Influenza A/H1N1, while 12 of those are genetically identical to the Swine Influenza A/H1N1 viruses from California.
The majority of these cases have occurred in otherwise healthy young adults. Influenza normally affects the very young and the very old, but these age groups have not been heavily affected in Mexico.
Because there are human cases associated with an animal influenza virus, and because of the geographical spread of multiple community outbreaks, plus the somewhat unusual age groups affected, these events are of high concern.
The Swine Influenza A/H1N1 viruses characterized in this outbreak have not been previously detected in pigs or humans. The viruses so far characterized have been sensitive to oseltamivir, but resistant to both amantadine and rimantadine.
The World Health Organization has been in constant contact with the health authorities in the United States, Mexico and Canada in order to better understand the risk which these ILI events pose. WHO (and PAHO) is sending missions of experts to Mexico to work with health authorities there. It is helping its Member States to increase field epidemiology activities, laboratory diagnosis and clinical management. Moreover, WHO's partners in the Global Alert and Response Network have been alerted and are ready to assist as requested by the Member States.
WHO acknowledges the United States and Mexico for their proactive reporting and their collaboration with WHO and will continue to work with Member States to further characterize the outbreak.
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Do Diário de Notícias Ateístas reconhecem valor de Nun'Álvares e ridicularizam milagre I.T.M. Em vários comunicados e tomadas de posição a Associação Ateísta Portuguesa tem vindo a protestar contra o que considera ser o "conúbio do Estado com a Igreja" a propósito da canonização de Nun'Álvares. Em conversa com o JN, Carlos Esperança, presidente da AAP, reconhece o valor social do catolicismo, como o de todas as religiões, mas o que não pode deixar de privilegiar é "o valor laicidade". Para Carlos Esperança, a religião "é um direito. Não consideramos que seja uma atitude racional, mas não censuramos as pessoas por isso. O que, sim, reivindicamos é que o Estado seja laico". Princípio que em seu entender está a ser posto em causa pela manifestação oficial do Estado português em homenagem a Nuno Álvares Pereira no contexto da sua "subida aos altares". O milagre que curou o olho de D. Guilhermina não passa, para Carlos Esperança, "de um acto de pura crendice, de uma burla indigna do cavaleiro medieval", que a AAP reconhece como "vulto histórico". Aliás, a AAP defende "a liberdade religiosa sem qualquer limitação", assegura Esperança, e o ateísmo associativo da AAP é sobretudo "de defesa da laicidade". "Para nós o ateu é aquele que vive perfeitamente bem sem deus", destaca. "Mas não me peça para provar que ele não existe", acrescenta, reconhecendo a dificuldade filosófica da opção racionalista do ateísmo. "Temos inquietações e esperamos que a Ciência as resolva", porque, acrescenta, "cada vez menos devemos aceitar afirmações para as quais não haja provas convincentes". A prova do milagre é, segundo a AAP, um "atestado de menoridade". "O prestígio do Condestável não se dilata com o alegado milagre. E Deus, se existisse, podia mais facilmente ter evitado os salpicos de óleo que queimaram o olho de D. Guilhermina!". Valha-nos Deus!
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É natural a posição da OF, com a qual concordo. Deverão ser os farmacêuticos a dispensar os medicamentos nos Centros de Saúde. Já há farmacêuticos hospitalares e agora seriam os farmacêuticos dos cuidados de saúde primários. Já há dezenas de anos que as pílulas anticoncepcionais são distribuídas gratuitamente nos Centros de Saúde, assim como todas os métodos anticoncepcionais. Agora, adicionar-se-iam alguns genéricos de grande circulação. Obviamente que seria um farmacêutico, funcionário do Centro de Saúde a tratar de todo o circuito. Tal qual como nos hospitais... "Ordem Farmacêuticos contra dispensa medicamentos por médicos Em comunicado, a Ordem dos Farmacêuticos critica «a intenção de realizar um referendo à classe médica para averiguar a sua disponibilidade para entregar medicamentos aos seus doentes», anunciada pelo bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes. «A proposta está desenquadrada, não tem qualquer fundamento técnico e científico e viola todas as regras e princípios estabelecidos na legislação», assinala a Ordem dos Farmacêuticos. «Em nenhum país desenvolvido o prescritor de medicamentos é simultaneamente responsável pela sua dispensa, sob pena de se agravarem os conflitos de interesses e as pressões comerciais a que estão sujeitos», sublinha ainda o documento. De acordo com a Ordem, «o farmacêutico é único profissional de saúde com competências e conhecimentos sobre medicamentos, constituindo ainda um elo fundamental no circuito e na acessibilidade da população ao medicamento». Reiterando que «a dispensa de medicamentos à população faz parte do Acto Farmacêutico e é da sua exclusiva responsabilidade», a Ordem frisou a sua oposição «a qualquer intenção de usurpação de funções por parte da classe médica». Diário Digital/Lusa "
A Ordem dos Farmacêuticos defendeu hoje que a «dispensa de medicamentos é uma responsabilidade exclusiva» destes profissionais, pelo que se opõe a qualquer tentativa de «usurpação de funções» por parte da classe médica.
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Da comunicação social. Os médicos sempre vão viajar, mas a uns congressos, bons ou maus, de qualidade variada, mas... "Governo investiga ofertas suspeitas a farmácias Farmacêuticos acusados de receber electrodomésticos para vender genéricos. Inspecções já estão alertas Soa estranho, mas a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde está a investigar TVs de plasma e frigoríficos. O súbito interesse deste organismo oficial por electrodomésticos fica a dever-se a denúncias de que as farmácias estarão a receber estes e outros aparelhos (além de uma enorme gama de bónus e descontos) para prescrever genéricos específicos em vez dos medicamentos receitados pelos médicos. A entrada no mercado de diversos laboratórios de genéricos (está previsto entrar mais um detido, em 49% pela ANF), fez passar a pressão da indústria para o lado das farmácias, que passaram a ser o alvo das 'benesses' tradicionalmente recebidas por médicos. Mas a discussão ainda só vai no adro. "
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