sábado, março 15, 2008

Solidariedade.

Do blogue

Timor Online - Em directo de Timor-Leste:

 

"Médicos cubanos atenderam a mais de 2 milhões de pessoas no Timor-Leste

GRANMA INTERNACIONAL/ EDICAO DIGITAL
Havana. 14 de Março de 2008
POR KATIA SIBERIA GARCÍA
OS médicos cubanos que prestaram serviços no Timor-Leste chegaram a Cuba ontem, à noite, após dois anos de colaboração nessa ilha do Sudeste asiático. No aeroporto internacional "José Martí", foram recebidos pelo membro do Bureau Político e ministro da Saúde Pública, José Ramón Balaguer Cabrera.
Os médicos cubanos salvaram pessoas em meio a constantes conflitos armados, atenderam a mais de 2 milhöes de pacientes, criaram uma Faculdade de Medicina onde se estão formando 148 médicos timorenses e contribuíram para a redução da taxa de mortalidade infantil. Estas são algumas das tantas experincias e conquistas dos 177 membros da brigada médica cubana nesse país.
O chefe da brigada, Roberto Fernández Cordovés, disse ao Granma que durante a recente crise política no Timor-Leste, apenas permaneceram no país os cooperadores cubanos, razão pela qual, disse, "fazemos parte da história desse povo".
O ministro da Saúde Pública manifestou sua admiração e respeito pelos internacionalistas, aos quais congratulou, especialmente, por seu complexo e corajoso desempenho, mesmo pondo em perigo suas vidas."

7 comentários:

naoseiquenome usar disse...

:)
a minha solidariedade.
Mas... que raio de tradução... ou é mesmo assim?!
"no" Timor leste?
"Os médicos cubanos salvaram pessoas em meio a constantes conflitos armados(...)"
"(...)experincias"
"(..)"fazemos parte da história desse povo".
O ministro da Saúde Pública manifestou sua admiração e respeito pelos internacionalistas, aos quais congratulou, especialmente, por seu complexo e corajoso desempenho, mesmo pondo em perigo suas vidas."

ai...o que nos espera o acordo ortográfico... aqueles que tantas reguadas levaram para aprender a escrever...

E "fazemos parte da historia"?! ... Hoje, qualquer evento quer ser parte da história. Independentemente da conjuntura, muito menos da estrutura.

Carago disse...

Mas o mais espantoso é que a brigada revolucionaria consultou 2 MILHÕES de pessoas... 2 MILHÕES ? Em Timor ?

naoseiquenome usar disse...

... se se ler 2 milhões de consultas, ou de observações, ainda se chega lá :)

Olimpus disse...

Desilusâo total no Pavilhâo Atlantico em Lisboa,eu pensava que seria éssa a causa porque choravam as 17 mil pessoas agarradas umas às outras!Ok a crise pode continuar,os tugas ainda estâo vivos,e estupidos como sempre

naoseiquenome usar disse...

óh meu caro olimpus: fala do concerto para os "putos"?
Que aconteceu? Nunca foi "puto"?
Os exageros, que os há, devem-se aos mais diversos factores, alguns reconduzidos à permissibilidade excessiva dos pais. aND SO? nÃO FOI SEMPRE ASSIM?
Estúpidos?... Quem?!!!

manny disse...

Nâo,nâo foi sempre assim, visto de longe tem ar rediculo

JPG disse...

Essa dos 2 milhões não lembraria, de facto, nem ao careca. Em Timor-Leste, se bem que os números variem (censo de 2004, 924.000 habitantes) e, por conseguinte, não exista também consenso geral quanto a isso, o total da população não deve ultrapassar na realidade os 900.000. Ou seja, segundo esta "notícia", cada timorense foi consultado 2,2 vezes por médicos cubanos, em apenas 2 anos. 1.000.000 de consultas por ano daria a excelente média de 2.740 consultas por dia; portanto, cada um dos ilustres doutores teria aviado 15,5 consultas por dia, em cada um dos 365 dias do ano, e mesmo sabendo que uma jorna timorense, devido ao clima, dura das 6 às 11 da manhã (fora do tempo de monção, de Outubro a Fevereiro).
Enfim, em suma, parece-me que há algo de errado com estes números.
Outra coisa sobre a (curiosa) notícia da Granma: se bem me lembro, não foram exactamente os cubanos que "criaram uma Faculdade de Medicina" em Timor.
Um último pormenor: dos tais 177, quantos regressaram a Cuba, ao certo? Ou eles eram 181 no início e, pelos vistos, nem todos regressaram à (sua) pátria? Ou seriam 235 e houve uma data deles a prescindir da dita, tendo deixado Díli e optado por paragens um bocadinho menos idílicas?