sábado, maio 06, 2006

Expresso: Um Simples Jornal De Um País Pobre E Periférico

Confesso que o Expresso já não me desperta a curiosidade e a ansiedade na sua compra desde há alguns anos.
Vou comprando, quase por hábito e por pressão familiar, mas leio as "gordas" da primeira página e o noticiário internacional. Pouco mais.

Quanto ao resto, para mim, já perdeu a credibilidade de outros tempos.

Li este parágrafo sobre médicos:

"OS PROCESSOS DE DAVID
David já cumpriu pena: cinco anos por tráfico de droga, crime que cometeu quando era um simples médico de família de província e se envolveu com as pessoas erradas
."

Com estes pequenos e ternurentos adjectivos se descredibiliza uma especialidade que os jornalistas ainda não sabem que existe.

A medicina geral e familiar (ou medicina comunitária e familiar, em Espanha, ou family medicine nos Estados Unidos da Améria do Norte) tem um colégio na Ordem dos Médicos.

É uma especialidade generalista, como o é a medicina interna ou a pediatria.

Desta frase esteriotipada "simples médico de família da província" pode-se concluir:

- todos os MF são simples, os outros não o são;
- na província só há MF;
- os outros especialistas são urbanos;
- um MF na província é menor que um MF da cidade;
- mas mesmo na cidade não deixa de ser simples;
- conclusão: procurar sempre um médico oposto a simples e urbano.

Se queremos que os utentes não acorram aos serviços de urgência "urbanos" para serem observados por médicos não-simples, temos que deixar cair as frases esteriotipadas deste tipo.

Há médicos de família, mestres e doutores, professores universitários, investigadores e gestores. Há médicos de família próximos dos seus utentes, dedicados apenas à actividade assistencial.

Há cardiologistas, infecciologistas, radiologistas, pediatras, mestres e doutores, professores universitários, investigadores e gestores.
Há cardiologistas, infecciologistas, radiologistas, pediatras próximos dos seus utentes, dedicados apenas à actividade assistencial.


Enfim!

23 comentários:

Anónimo disse...

Gostei da observação.Pois, gostaria apenas de deixar um testemunho:quando os meus filhos eram pequenos, numa primeira fase, todos os meses iam ao pediatra «fazer a revisão», numa segunda fase, iam com intervalos de tempo cada vez maiores, conforme a idade...eram pesados, medidos,etc.estavam óptimos.No dia seguinte, ficavam doentes e lá ía eu com eles a um SIMPLES MÉDICO DE FAMÍLIA DA PROVÍNCIA, para os observar e medicar.Foi sempre esse médico "provinciano" que os curou das maletas próprias da infância.
O meu filho mais velho, deixou de ir ao pediatra, por volta dos 12, 13 anos, o mais pequeno, só já foi até aos dois,três anos.Pois, percebi que o meu MÉDICO DE FAMÍLIA PROVINCIANO, não só sabe tratar dos meus filhos como sempre que seja necessário, os envia para médicos de determinada especialidade.
Bem Haja o meu SIMPLES (ESPECIALIZADO)MÉDICO DE FAMILIA PROVINCIANO
H.I.

Anónimo disse...

Credo, que revolta interior que expressa no artigo... que frustração... nossa!!
Foicou chateado por apelidarem dos médicos de "simples"?? Pois são os seus próprios colegas que se apelidam uns aos outros de simples, e neste momento para os médicos, os mais simples são od de MGF, logo a seguir, os de medicina interna...



Paris H.

Medico Explica disse...

Cara Paris H.(ilton) (era bom que fosse…):

A minha revolta existe para com o Expresso.

Os médicos de família têm quem os defenda. Não precisam de advogados.

Mas você sabe tão bem como eu que em Portugal se criaram estereótipos e para os quais os médicos também contribuíram (e os escritores com a história do João Semana) de que há médicos mais superiores que outros.

O que há são médicos diferenciados com a categoria de especialista e indiferenciados, clínicos gerais. Nos diferenciados há os generalistas e especializados em determinados órgãos ou sistemas ou técnicas. Quer nos generalistas ou especializados há ainda aqueles que se dedicam a determinado assunto específico.

Pode ter generalistas que se dedicam à diabetes ou farmacologia ou ensino, e especializados no coração (cardiologistas) que se dedicam, por exemplo só às arritmias, ou só à prevenção, ou só ecografia, enfim por aí fora. Um radiologista pode por exemplo dedicar-se por exemplo só à mama, por exemplo.

Anónimo disse...

A culpa desta ideia de especialistas e não especialistas (ou generalistas), os primeiros bons, os segundos assim-assim, é em boa parcela das sociedades corporativas das especialidades.

Existem isso sim especialidades, vocacionadas para o diagnóstico diferencial, assim como para o tratamento da esmagadora maioria das patologias (ou sua prevenção). Generalistas não porque saibam as coisas "pela rama", mas porque "sabem tudo" (a generalidade das coisas...).
Estas são: Cirurgia Geral (6 anos), Medicina Interna (5 anos), Pediatria (5 anos) e Medicina Familiar (3 anos).

E depois há as sub-especialidades de órgão, que sabem mesmo tudo relativamente ao mesmo, conjuntamente a um certo número de técnicas ou gestos diagnósticos ou terapêuticos mais ou menos específicos, e inacessíveis a quem tem bases de conhecimento e actuação muito mais amplos. São essencialmente necessários para consultoria em casos muito específicos, e para a realização das tais técnicas, muitas vezes em serviços especializados para o efeito (unidades de coronárias, de queimados, de AVC, etc...).

As que "sabem mais", contrariamente à ideia generalizada por uma certa imprensa mal informada e que informa mal, são precisamente as grandes especialidades generalistas. As outras "sabem" tudo sobre alguma/relativamente pouca coisa.

A esse respeito, sugiro um filme de Nanni Moreti (não me lembro do nome, era um compacto de 4 mini-filmes, e é relativamente recente...), em que o próprio conta como correu de "especialista" em "especialista" por causa de um problema de comichão (comichão - pele - Dermatologista...), até finalmente alguém, com muito tempo de atraso e após algum desespero do próprio (julgo que neste caso foi um internista) lhe diagnosticou um linfoma (um "cancro dos gânglios linfáticos"); reacção do actor/realizador: os médicos "especialistas" foram todos maus; realidade ignorada pelo próprio: não se deveria era ter lançado às mãos de um "especialista" sem antes passar por ser orientado na base por um "generalista", que integrasse a doença dele, os exames efectuados e as observações pelos colegas das sub-especialidades pertinentes.
Teria ganho em tempo, em bem estar e em dinheiro, já que neste caso, felizmente para o próprio, o atraso diagnóstico não se revelou fatal.

Isto faz-se com pedagogia. Mas as próprias sociedades médicas não ajudam muito à mesma.

Quanto aos cidadãos, esses apenas querem ter os problemas resolvidos. Há que os informar.

AV

Anónimo disse...

Uma vez um grande amigo disse-me: "um especialista é alguém que sabe cada vez mais, sobre cada vez menos..."!!!


Paris H.(ilton) :)

Anónimo disse...

Não lhe contou a piada toda...

Continua assim:
"...até saber absolutamente tudo sobre nada".

Uma nota de humor....

AV

Anónimo disse...

Peço desculpa, por aproveitar o seu blog, para dedicar a todas as MÃES, um dia muito feliz.Sei que o blog é visitado por muita gente e não sei publicitar a minha mensagem
de outra forma.
Gostaria de pedir a todos aqueles que, embora velhinhas, ainda têm a felicidade de ter mãe, sobretudo hoje, não se esquecessem delas e passassem lá po casa, ou por um lar de idosos, onde quer que elas se encontrem, e dêem-lhes um simples beijinho.
A todas as mães que têm filhos problemáticos, e se esforçaram por lhes dar uma boa Educação, não se culpabilizem, não há nada mais belo do que ter um filho, e nunca se arrependam de o ter posto no Mundo.
A todas mães que têm filhos, com doenças incuráveis, um feliz dia e muita coragem.Apesar da doença o seu filho é feliz por lhe ter dado a possibilidade de viver!
Para todos os filhos que já não têm mãe,recordem-na com muito amor!
H.I.
7 de maio 2006

naoseiquenome usar disse...

Preciosos os clínicos gerais. Supostamente os que estão mais próximos dos utentes, os conhecem melhor, lhes podem dedicar-se mais...
Mas porque raio não hão-de ser médicos de Clínica Geral se é essa a sua carreira? Porque raio todos hã-de exibir o distintivo de Medicina Geral e Familiar?
Isto aproxima-os mais de quem? dos utentes? ou dos colegas da carreira hospitalar?
... que raio...
estão aí as USF. Uns oásis a funcionar com incentivos dentro das estruturas existentes e pesadas.
A ver vamos.

Anónimo disse...

Os primeiros a terem complexos de inferioridade parecem ser os próprios médicos de familia... Considero este post um exagero de interpretação da sua parte!...Parece daquelas pessoas complexadas, com a mania da perseguição, que interpretam cada palavra como sendo sempre em sentido perjurativo e de ataque planeado.


A frase "era apenas um simples médico de família de provincia" não me suscitaria outra interpretação que não fosse a de ser alguém com uma vida simples e organizada (em contrapartida à vida de criminoso que pelos vistos terá passado a levar) e que trabalhava na provincia, o que acentuaria ainda mais a ideia de se tratar de uma pessoa recatada; com este tipo de vida seria pouco de esperar cometer algum crime que o tivesse levado à prisão... neste caso era médico de familia como poderia ser "apenas um simples cardiologista, ou advogado, ou professor, ou um simples juiz, etc), e era da provincia em vez de ser da cidade mas poderia ser "um simples médico especialista de cidade, ou um simples advogado de cidade, ou um simples juiz de provincia, etc), sem qualquer tipo de desvalorização. Ou agora não se pode chamar da provincia a quem é da provincia? Temos que encontrar um termo mais requintado, como o de médico de MGF em vez de médico de familia?
Precisamos ter calma... muitas vezes somos nós os primeiros a ter falta de à vontade com a nossa própria realidade que temos que saber assumir sem qualquer complexo.
Ana

FC disse...

Ele há esteriótipos conscientes e inconscientes, ele há esteriótipos prejurativos e enaltecedores, enfim ele há esteriótipos e sempre os houve.

Tal como o esteriótipo do jornalista de cidade que usa o esteriótipo da "provincia" para se referir a tudo o que é contrario ao rebuliço da sua grande cidade.

O médico de Familia, o verdadeiro médico de Familia, encontramo-lo com mais facilidade na provincia e as razões para isto são obvias, pois é ali que este homem (haverá mulheres?) da terra á tardinha entre uma mini e um jogo de damas, conversa com os seus concidadãos antes de passar pela casa da D. Almerinda que anda a braços com alguns esquecimentos que afligem a filha, a dona do café...

O médico de Familia está lá, sempre lá.

Entre uma mini e um jogo de damas, sabemos que podemos contar com ele, é nosso amigo e é da terra pois então!

Daí a estupefacção. Como pode um amigo trair-nos desta maneira (outro esteriótipo).

dxdf disse...

Em primeiro gostaria de dizer à sra Paris Hilton (pena que não o possa fazer pessoalmente por vários motivos @;))que nem todos os médicos encaram os seus colegas internistas como "simples médicos".O único médico que me disse uma coisa dessas foi uma pessoa que jamais desejaria ter conhecido.
Muitas vezes os internistas são chamados para tratar situações bastante complicadas para as quais os médicos "especialistas" não sabem dar resposta pois caem por vezes no vício de ver uma doença unicamente pelo prisma que a sua especialidade lhe proporciona .

De seguida gostaria de dizer que concordo com o segundo parágrafo do post da Ana (2 posts antes do meu). Acho que o sr Dr anda muito irritado nos últimos tempos. As palavras realmente têm muito valor e devem ser usadas com cuidado. Mas as palavras do expresso... Francamente. Nem parece seu.

E já agora a P.H. (é um bom trocadilho) tem blog? Nº de telefone?

Anónimo disse...

:)




Paris H.

Anónimo disse...

Paris H.(omem). Calma caros anónimos.

doutorenfermeiro disse...

"VAI COMEÇAR O DESEMPREGO MÉDICO?

Através da Circular Normativa nº 6, de 3 de Maio de 2006, da Secretaria-Geral do Ministério da Saúde, vão ser impossibilitados os Contratos Administrativos de Provimento (CAP) nos Hospitais EPE. O Ministério da Saúde impede assim a prorrogação dos CAP naqueles Hospitais aos médicos após a conclusão do internato médico e a cessação do regime de carenciados que ali vigorava. Exceptuam-se o Centro Hospitalar do Baixo Alentejo EPE e o Centro Hospitalar do Nordeste EPE.
Com esta medida, os médicos vão cessar o CAP após conclusão do internato médico, quando ele decorra em Hospitais EPE, podendo passar por um período de desemprego até que lhes sejam formuladas propostas de trabalho com Contrato Individual de Trabalho (CIT) e que estas vagas sejam autorizadas pela tutela.
Por outro lado, torna-se mais premente que os médicos utilizem os Sindicatos antes de assinarem CIT, pois podem conter clausulado ilegal, até inconstitucional, como o que consta de muitos contratos de trabalho dos actuais Hospitais EPE e que transformem a vida dos recém-especialistas num inferno."

www.simedicos.pt

doutorenfermeiro disse...

"VAI COMEÇAR O DESEMPREGO MÉDICO?

Através da Circular Normativa nº 6, de 3 de Maio de 2006, da Secretaria-Geral do Ministério da Saúde, vão ser impossibilitados os Contratos Administrativos de Provimento (CAP) nos Hospitais EPE. O Ministério da Saúde impede assim a prorrogação dos CAP naqueles Hospitais aos médicos após a conclusão do internato médico e a cessação do regime de carenciados que ali vigorava. Exceptuam-se o Centro Hospitalar do Baixo Alentejo EPE e o Centro Hospitalar do Nordeste EPE.
Com esta medida, os médicos vão cessar o CAP após conclusão do internato médico, quando ele decorra em Hospitais EPE, podendo passar por um período de desemprego até que lhes sejam formuladas propostas de trabalho com Contrato Individual de Trabalho (CIT) e que estas vagas sejam autorizadas pela tutela.
Por outro lado, torna-se mais premente que os médicos utilizem os Sindicatos antes de assinarem CIT, pois podem conter clausulado ilegal, até inconstitucional, como o que consta de muitos contratos de trabalho dos actuais Hospitais EPE e que transformem a vida dos recém-especialistas num inferno."

www.simedicos.pt

doutorenfermeiro disse...

"VAI COMEÇAR O DESEMPREGO MÉDICO?

Através da Circular Normativa nº 6, de 3 de Maio de 2006, da Secretaria-Geral do Ministério da Saúde, vão ser impossibilitados os Contratos Administrativos de Provimento (CAP) nos Hospitais EPE. O Ministério da Saúde impede assim a prorrogação dos CAP naqueles Hospitais aos médicos após a conclusão do internato médico e a cessação do regime de carenciados que ali vigorava. Exceptuam-se o Centro Hospitalar do Baixo Alentejo EPE e o Centro Hospitalar do Nordeste EPE.
Com esta medida, os médicos vão cessar o CAP após conclusão do internato médico, quando ele decorra em Hospitais EPE, podendo passar por um período de desemprego até que lhes sejam formuladas propostas de trabalho com Contrato Individual de Trabalho (CIT) e que estas vagas sejam autorizadas pela tutela.
Por outro lado, torna-se mais premente que os médicos utilizem os Sindicatos antes de assinarem CIT, pois podem conter clausulado ilegal, até inconstitucional, como o que consta de muitos contratos de trabalho dos actuais Hospitais EPE e que transformem a vida dos recém-especialistas num inferno."

www.simedicos.pt

Anónimo disse...

:)))
Porque hão-de os srs. Drs. médicos serem difrentes de todos os outros licenciados?

Anónimo disse...

Parabéns pelo blog com cujo espirito me identifico bastante. Queria aqui contar uma pérola que ouvi hoje, dia 12 de Maio, pelas 08h15, no programa informativo do canal 1:
Uma entrevista a uma Dr.ª Paula (não apanhei o último nome da Sr.ª, que julgo ser médica) relacionada com a hipertensão em que a referida especialista referiu, várias vezes, que o sal fazia subir a hipertensão!!!!! Estarei errado ou o meu aparelho de medir a tensão que tenho em casa já não me serve de nada e tenho de comprar outro para medir a hipertensão?

Anónimo disse...

Os Srs Drs. são diferentes de todos os outros licenciados porque após a licenciatura e o estágio, os outros licenciados adquirem autonomia para trabalhar e os Srs Drs não.. os Srs Drs após 6 anos de curso e 2 de estágio é que vão começar finalmente a aprender a especialidade que dura mais 3 a 6 anos... durante essa fase já são médicos mas também estudantes porque continuam os exames, o estudo, as notas, os trabalhos... não têm completa autonomia, não podem assumir doentes apenas a seu cargo, não podem assumir urgencias sozinhos, etc. estão ainda em formação e por isso mesmo se chamam internos de especialidade. Ora nesta fase os contratos não são de meros trabalhadores, mas de médicos em formação. Se isso mudar, estes internos vão passar a ser vistos apenas como meros trabalhadores em que o que vai contar é a sua produtividade, e ninguém vai querer saber da sua formação. Mas claro,o salário vai ser de médicos em formação! Esta é também uma boa forma de contratar médicos mais baratos. Presumo que daqui a uns anos teremos uma Medicina bem mais mercenária, quer da parte dos hospitais, quer da parte dos médicos..

Anónimo disse...

os desempregados em medicina são muito bem-vindos... fizeram maravilhas em espanha. baixou muitos egos e estimulou a competetividade no sector. neste momento em portugal, um médico pode ser "burro como um calhau" mas arranja sempre emprego. que sofre são os utentes.

Anónimo disse...

eh,eh,eh...
afinal os médicos que optam, não pela carreira Hospitalar, mas pela Clínica Geral, não são médicos... nem os que optam por fazer apenas privada!!!
Engraçado...
Venham daí empregos garantidos para os advogados faxxxaborrr!

Anónimo disse...

O que fazer com comentários destes?

Qual a relevância de comentários destes?

Em que a inveja (de quem trabalha) se sobrepõe ao raciocínio lógico, que poderia levar a um debate sobre restruturações do sistema como forma de aumentar a qualidade?

Quando o que preocupa os comentadores anónimos é o "status" e a estabilidade de emprego (daqueles que o têm legitimamente, ainda não se é médico por nomeação), e não a qualidade (com a qual pretendem disfarçar essa "bílis" que os consome).

A tal invejazinha mesquinha, e tão portuguesinha.
O grave não é ela existir (as pessoas racionais sublimam o sentimento, e servem-se dele para estímulo).
É haver quem a esparrame publicamente sem qualquer tipo de vergonha na cara (mesmo não apresentando cara...).
Tão tontinhos, que até os próprios são capazes de acreditar que o que lhes interessa realmente é a "qualidade", e que conseguem vender a falácia, afinal tão mal disfarçada.

Pelo menos assim escusa-se de perder tempo com argumentos.

AV

Anónimo disse...

AV,
as suas palavras "gastas" não "tocam" em ninguém...
só aos seus amigos corporativistas.
Já que o meu amigo só se ofebde quando se fala sobre o desmoronamento da sua corporação. E já faltou mais para tal acontecer.

Paris H.