domingo, outubro 08, 2006

A Resposta Adequada E Especializada

"Caro "medico explica",


 

Não lhe sei precisar as estatísticas em Portugal, mas as mãos ocuparão uma percentagem superior a metade dos casos de transmissão.

Por se tratar de uma superfície com atrito, humidade, temperatura e nutriente é - mais que o tecido - ideal para aderir microrganismos de um doente (ou mesmo do ar).

Eles sobrevivem satisfeitos na sua mão até encontrar o próximo doente, cuja temperatura possivelmente 0.5, 1 ou 2 graus acima da sua e humidade tipicamente mais elevada serve como um atractivo irresistível para mudarem de hospedeiro e aderirem ao doente.

O mesmo acontece se você usar luvas.

Apenas uma pequena percentagem será transmitida pelo ar - há casos típicos de pneumonia multi-resistente em serviços de traumatologia com internamentos prolongados - em que certamente não são causadas pelo ar a circular entre serviços.

Estes 2-3 quartos incluirão infecções causadas por microrganismos aderidos a cateteres que foram tocados por mãos mal lavadas ou luvas contaminadas.

Incluiria também nesta fracção microrganismos aderidos a batas que vieram do exterior e SIM a estetoscópios que passam de paciente em paciente cuja mistura de células epiteliais/suor vêm acompanhadas de outras formas de vida que foram tossidas, excretadas, etc.

Eu diria que só uma parte do último quarto se deve a transmissões aéreas e a visitas, sendo que estas últimas não representam um problema grave pois transportam estirpes selvagens, não multi-resistentes.

Por último, pergunto-me o que sente com a ideia de partilhar com os seus colegas de trabalho a "pool" de microrganismos que os seus pacientes partilham consigo, com a ideia de os levar para casa, de os deixar na sua chávena de café...

Concordo com as batas e equipamentos descartáveis, mas mais importante que isso será descartar mentes retrógradas e resistentes a "receber ordens", muito frequente entre TODAS as classes de técnicos de saúde.

Por ultimo doutor, tem conhecido claramente os microbiologistas errados...não há nada para fazermos numa secretaria com papeis. Trabalho só existe em "campo", sim, com pacientes, com pessoas reais, com alimentos, com fármacos, com populações, com animais.

Espero ter contribuído construtivamente para esta discussão.

Ass. Microbiologista explica microbiologia a médicos :)"

36 comentários:

Anónimo disse...

Esteve tão mal MEMI!
O post abaixo é das coisas mais arrogantes e lamentáveis que algum representante da saúde, para mais médico que quer instruir intelectuais, poderia sequer hipotizar.
E levou tau-tau. Com toda a razão.
A gente quando não sabe admite, procura saber ou cala-se.
Armar-se em vítima quando sabe ser um dos fundamentais agentes do problema, não é subservivo, é infeliz.
Boa noite.


AS

jornalistaexplica disse...

Temos de reconhecer estar perante um "esperto" este MEMI.
Lança as questões a que não sabe responder, esperando que os outros o elucidem, baralha, dá de novo, não paga direitos de autor nem estuda, as fontes são mal citadas, e no entanto quer dar explicações a intelectuais.
Isto não passa de bluff. Este espaço. Com a devida vénias aos comentadores esclarecidos.
O que sabe o dr. ao certo? Diga-me a mim que sou jornalista e ainda à pouco dizia a um outro comentador que lhe responderia caso fosse jornalista.

Casualmente já vi por aqui uma resposta seca e irónica de um comentador que não parece ser jornalista a uma provocação de um jornalista que foi de aplaudir, digo eu que sou jornalista.

o que quer afinal explicar aos intelectuais?

Elucido-o apenas do significado de combater:

do Lat. combatuere?

v. tr. e int.,
bater-se com;
lutar;
atalhar;
pelejar;
contestar;
discutir;
fazer oposição a;
tomar a defesa de;
impugnar;
atacar.
Dicionário Universal da Língua Portuguesa da Texto Editora. www.TE.pt

naoseiquenome usar disse...

Sr.ªs e Sr.s Boa noite!
Não tenho sido interventiva. Motivos mais que ponderáveis têm contribuído para tal.
Não vou, específicamente, contribuir para o aclaramento do item em discussão, pois só posso aproveitar o que tem sido ou vier aficar dito.
Quero no entanto, reaafirmar aqui, com convicção e consistência, que este espaço tem sido um largo contributo para a discussão, no caso, de temas, que a qualquer profissional de saúde e não só, interessam.
Não sou ninguém em especial, sou como todos vós e por isso, eu, agradeço qualquer contributo, dos mais aos menos iluminados.
Daí que a minha intervenção seja apenas no sentido de dar um voto de confiança e esperança a este espaço. De que este meu voto ecoe no sentido da obtenção de um cada vez maior e melhor esclarecimento, venha ele de onde vier!

E que isto sirva até para crescemos todos. Sabermos das nossas limitações, mas também da nossa mais valia.
O autor deste blog, tem sido uma grande mais valia mnas economias de escala dos blogs.

Anónimo disse...

Água na fervura.
Por si...





AS

jornalistaexplica disse...

Não tem sido interventiva minha cara senhora?
Não o tem sido há 8 ou 15 dias.... Realmente... espero que esteja bem, até porque grangeou o meu respeito.


Mas não tem feito outra coisa senão defender este senhor, as suas ironias inconvenientes, as suas opiniões não fundamentadas - eu sei, eu sei, que faz um esforço para as fundamentar, eu sei, pronto.

Anónimo disse...

Esta é uma das raras alturas em que julgo que MEMI está a interpretar uma decisão, neste caso administrativa, "boa" num registo "mau".

Lavar as mãos é um imperativo demasiado importante para discussões efémeras.
MEMI sabe bem que "não lavamos" as mãos. Não faltam estudos a esse respeito, o problema está identificado há muito.

Pois temos mesmo é que ser obrigados a fazê-lo, a bem de todos.
Bem como todos os profissionais de saúde.

Devia ter cuidado, julgo que desta vez está a misturar alhos (as diversas patacoadas que expõe habitualmente aqui, e tão bem) com bugalhos (a tal "boa" medida, a meu ver claro).

Seja como for, nada de grave, acontece aos melhores nos maus dias....

AV

Medico Explica disse...

Ao senhor jornalista, presumo que sabe o que quer dizer "sentido figurado". E para evitar más interpretações, acrescentei logo de seguida o significado que queria dar à palavra "combater".

Medico Explica disse...

Critiquem-me, insultem-me, batam-me, que não me importo e corrijo-me. Mas não sejam paternalistas, por favor.

jornalistaexplica disse...

Zeus!!!
Este espaço vive à custa dos comntadores. A sensibilidade é tanta que ainda os maltrata.
what a pity

psi disse...

Xô jornalista,
isto não é falta de sensibilidade, é mesmo defeito constitucional.
Não só não agradece a quem o "protege" (mesmo virtualmente) como ainda se pretende justificar.
Diz que se corrige.
Tem-se visto.
Cada vez está mais arrogante, prepotente, impaciente, imprudente, revelando pouco saber (cá para nós acho que confundiu microbiologista com anatomopatologista)

Medico Explica disse...

Caro (a) PSI, para sua informação, o almoço de que falei no HSTª Maria, foi precisamente com uma microbiologista.

Medico Explica disse...

Porque será que hoje, dia 8 quase todos os comentários, de novos comentadores, diga-se, "malham" no homem que está por trás deste blog e não no seu conteúdo?

Intrigante. Mas aliciante.

halowen disse...

Anteciparam o dia das bruxas, hehe...

hoje já é dia 9 dr!


E veja os comentários do poentenascente, NSQNU e AV.

Deixará de ter essa mania da perseguição.


São horas de dormir gente!

psi disse...

XÔ....
Tira daí o 13.
shiuuu qu o MEMI almoçou com uma microbilogista e os bichinhos não podem acordar

Anónimo disse...

No que me toca não é paternalismo, Exmo MEMI.
Não me atreveria a tanto para com quem tem um papel importante através deste blog, disse-o sempre. E, afinal nem o conheço pessoalmente.

Só não percebo é o que defende que se deveria fazer, afinal, para a implementação deste acto tão importante como é o de lavar metodicamente as mãos. Que não fosse tão, digamos que, coercivo (já que é disso que obviamente discorda, estamos todos de acordo, e não do bem de se lavarem as mãos, que é pacífico, bem sei que para si também...).

Eu acho a tomada de posição no H.S.João interessante e benéfica.
O que MEMI defenderia em alternativa?

AV

Medico Explica disse...

Eu como é óbvio apoio essa posição de "lavar as mãos" as vezes necessárias. O que está aqui em causa não é o conteúdo mas a forma como o problema tem vindo para a comunicação social. Para lavar as mão é necessário haver lavatórios. Lembro-me quando passei pelo serviço de infecto do HSTmaria nos meus anos de estágio geral, de ouvir o chefe de serviço dizer que aqueles lavatórios, em vez de servirem para evitar a propagação das infecções serviam para as propagarem com os sabonetes e sabões. O tempo mudou e os sabonetes agora são líquidos e as torneiras abrem-se com o cotovelo. Mas será assim em todos os lavatórios dos nossos hospitais? Os mais interessados em lavar as mãos são os médicos, até para sua defesa pssoal. Outra questão é transmitir para o público em geral que os médicos não lavam as mãos por serem porcos. Todos sabemos a importância histórica do "lavar as mãos" nas cirurgias...

naoseiquenome usar disse...

Recomendo vivamente as noites de segunda-feira, pelo efeito terapêutico calmante que provocam, instigam, sei lá...
Já repararam na quietude que por aqui paira hoje?
:)))
Delicioso!

Bem, só agora tive ocasião de "responder" à carga "paternalista" que foi atribuída pelo autor do blog, por um lado, e à carga de "advogada de defesa" deste, por parte de alguns comentadores, por outro.

Pois bem, nunca pensei vir a estar tão de acordo com o AV!

Neste caso, em concreto, a medida é boa, a forma como foi transmitida e através da qual se pretende implementar não terá sido a melhor. Andamos para aqui todos a falar de diálogos, consensos, responsabilizações e co-responsabilizações e, depois, alguma coisa vai mal neste Marrocos do Norte, para, afinal, "ter de ser assim". Adiante.

Mas é precisamente desse mesmo vício de forma que enfermam os registos do autor do blog na sua crítica, que convenhamos, foi corrosiva, acintosa, não contribuiu para a credibilização, mas antes, produziu imediatamente, um efeito de rejeição, de repúdio!(È que apesar de sermos de Marrocos do Norte, nós todos ainda pertencemos àqueles 5% de gente privilegiada no mundo)...

Agora atenção, e no que a mim me diz respeito, nada, mas rigorosamente nada devo justificar no apoio ou na crítica aqui ou acolá a este ou àquele assunto, venha ele de onde vier, pois BASTARÀ dar uma olhadelha de esgelha, pelo que tenho vindo para aqui de quando em vez debitar, para se ficar absoltuamente ciente de que não raro (a ratio é de resto elevada), a minha posição tem sido ou de desacordo frontal, ou de ironia subtil (às vezes não assim interpretada sequer), a merecer, até, por vezes, críticas acesas, e, pasme-se quer por parte do autor do blog,quer dos demais, quer, até, do Sr. "AV" com o qual me manifestei neste preciso ponto, de acordo.

Isto mais não pretende ser que crítica aberta, num espírito aberto, sujeito, por sua vez, igualmente a crítica.

Ou seja:isto é um forúm de discussão.
Para termos apenas certezas, esgrimirmos argumentos de forma inflexível, mormente sem sentido ou pejados de segundos sentidos, mas que não são sequer capazes de provocar no interlocutor/leitor uma vontade de continuar a ler esta treta destes caracteres que p'ara aqui pomos, então... haverá outras actividades mais interessantes para fazer, não?

anónimo disse...

...
....
.....
......
"ainda fazemos parte dos 5% de gente previligiada no mundo"!

Diz bem.


Com contributos destes estaremos geográficamente pior que na Somália

anónimodetes disse...

destes=post anterior

Raúl R Boldão disse...

Pena é que só agora alguém tenha reparado na nulidade que é este médico. Paaso a citar um comentador: "Lança as questões a que não sabe responder, esperando que os outros o elucidem, baralha, dá de novo, não paga direitos de autor nem estuda, as fontes são mal citadas, e no entanto quer dar explicações a intelectuais."

Em tempos, o MEMI acusou-me de falta de rigor científico, etc, etc, etc, etc...
Em tempos tinha apciência para o aturar e discutir consigo algumas "palermices"
fruto do seu "ego-intelectual" que se julgava no direito de ensinar os outros, quando nem a sua própria ciência domina.

Perante tais factos, eu, se fosse o autor, encerrava o blog, e pensava mesmo era em dedicar-me à profissão...

Esta minha opinião é dirigida ao D. Quixote e ao Sancho Pança, como quem diz, ao Sr. Alfredo Vieira (o homem modesto que um dia quis explicar-me filosofia e que levou -passo a expressão - "tau tau" ) também.

Anónimo disse...

Lá está o circo a chegar outra vez....

Anónimo disse...

E o palhaço preocupado...

Medico Explica disse...

A Democracia tem destas coisas. A falta de sensibilidade para a ironia também. Desde os primeiros post que muitas vezes usei a ironia para atingir certos fins. Não posso encerrar o blog, como pede o senhor Boldão, por dois simples motivos: porque não me apetece e por causa do senhor Boldão. (Percebeu a ironia? Ou quer que explique melhor). Aliás o post anterior é uma figura linguística. Mas muitos dos meus leitores, perdoem-me de Medicina pouco percebem. A iliteracia científica é uma realidade e existe. Diariamente passa pelos nossos ouvidos quando se ouvem os doentes...

Anónimo disse...

"A iliteracia científica é uma realidade e existe. Diariamente passa pelos nossos ouvidos quando se ouvem os doentes... "


Tá tudo explicado!!

Os intelectuais a quem o blog se dirige são os doentes!

viva o ranking da intelectualidade! Estamos no Top

Mário de Sá Peliteiro disse...

Por volta de 1846, 1847, Ignaz Semmelweis, um jovem médico Húngaro, obstetra num Hospital de Viena, deparou-se com um problema importante e intrigante. No seu Hospital havia duas alas de obstetrícia, usando os mesmos materiais e métodos; numa delas, mais vocacionada para o ensino, registavam-se taxas de mortalidade neonatal por febre puerperal de cerca de 13% - na outra apenas de 2%.
Taxas tão elevadas - mesmo para a época - concorriam para o descrédito da instituição e provocavam o pânico entre as parturientes que - como é compreensível, zelando pela sua própria vida - preferiam ter os seus filhos em casa, sob os cuidados de parteiras ou doulas (como acontecerá, ao que dizem, em S.Tirso).

Note-se que na altura a microbiologia não existia e os micróbios ou gérmenes, os humores, estavam mais relacionados com a filosofia e a religião do que propriamente com a medicina e a ciência, tal como hoje a vemos.

Semmelweis abordou a questão de várias perspectivas e formulou várias hipóteses - nenhuma delas conclusiva. Decidiu então trocar o pessoal, os da 1ª ala passariam a trabalhar na 2ª e vice-versa. A situação inverteu-se, as febres altas das parturientes acompanharam os estudantes e a morte passou a manifestar-se na 2ª ala.
Explicações é que não se encontravam, a análise das causas não produzia resultados já que os estudantes não podiam ser os culpados, pois não tinham intervenção significativa no acto de parir.

Foi então, por acaso, como muitas vezes - diz a lenda - acontece em ciência, que um episódio trágico se revelou, o Eureka da questão: um amigo de Semmelweis, anatomo-patologista do Hospital, durante uma autópsia fere-se na mão e em poucas horas á assumido por febres altas e morre.
Um quadro clínico em tudo parecido com o das parturientes! A causa podia ser a mesma!
Observando bem percebeu que os estudantes, no fim das aulas de anatomia, lavavam as mãos sumariamente, limpavam as mãos a umas toalhas comuns pestilentas e seguiam para a ala de obstetrícia, tocando com as mãos contaminadas, várias vezes, vários, na mesma mulher.
[Felizmente na época não era a pouca vergonha dos nossos dias, senão as febres seriam comuns também entre as namoradas desses estudantes.]

Estava descoberta a higiene e a importância da lavagem das mãos na limitação das infecções nosocomiais!

IBP; Abril 2006

Mário de Sá Peliteiro disse...

Caros colegas profissionais de Saúde, obriguem os vossos directores ou patrões a disponibilizar condições necessárias para atender aos apelos da OMS, Clean Care is Safer Care, e sigam as suas guidelines relativas à lavagem das mãos.

microbiologista explica disse...

Apreciei bastante o post do Mario e a contextualização histórica da descoberta das infecções nosocomiais, mas nem é preciso recuar tanto no tempo....
Lembrei-me de um conhecido hospital no grande Porto com um problema recorrente de infeções/complicações pós-cirurgia que se veio a decobrir ser causado por um ou varios microorganismos resistentes existentes numa zona (mais ou menos identificada) do bloco. Porém a mudança para o "hospital novo" estava para breve e valia ao pessoal que aqui trabalhava a esperança de que tudo se resolveria espontaneamente. Resultado: o hospital mudou, equipamento novo, produtos novos, pacientes diferentes...a mesma infecção. Identificação do (s) microorganismo(s): o(s) mesmo(s). O que é que ha em comum entre as duas histórias? Precisamente, as pessoas. A situação nao foi (felizmente) suficientemente grave para chegar a comunicação social, mas é um caso que se estuda "não oficialmente" em algumas faculdades. Lição (simples) a tirar: as infecções nosocomiais estão ligadas aos sitios, as pessoas, aos habitos, aos métodos (ou à falta deles). Acabar com elas implica uma mudança radical nas mentalidades e nos habitos profundamente enraizados nas instituições.
Referiu-se o doutor à iliteracia científica e muito bem...mas pessoalmente não consigo ter a presunção de achar que detenho a verdade e as boas praticas e apontar o dedo aos outros. Julgo que é precisamente essa iliteracia que faz com que alguns dos profissionais de saúde sejam teimosamente céptico no que diz respeito a disseminação dos patogenos. Na proxima vez que tiver por doente um agricultor vitivinicultor, pergunte-lhe porque não lava os cestos entre vindimas...talvez ele ainda tenha algumas lições de microbiologia para lhe dar.

Atenciosamente,
"microbiologista explica"

Raúl R Boldão disse...

Sr MEMI,
Curioso é o facto de dizer que “A iliteracia científica é uma realidade e existe.”. De facto existe. (Faz lembrar o seu amigo, que na ânsia de “filosofar” deu passo maior do que a sua perna e… claro, saiu proferiu asneiras.)
Não vale a pena andarmos naquelas nossas discussões que não levam a lado nenhum, até porque eu e você não nos apresentamos em igualdade de circunstâncias. E depois também estou farto de ouvir os seus argumentos fundados em sensacionalismos pseudo-científicos, do tipo sondagem TSF/Marktest (recorda-se).
Para bem de muita gente e de muitas “mentes” atribuladas fazia vem em encerrar esta mediocridade bloguística que o amigo cá fomenta, que longe dos seus tempos “gloriosos” (?), agora luta para se manter fora das sarjetas da apedeutismo e da zombaria. Aqui já lhe chamaram de tudo, até de esgoto a céu aberto (o que poderá até nem estar muito distorcido da realidade). Na dita situação até saí em seu anteparo. Lá porque o seu trabalho no hiperespaço virtual ser paupérrimo, acredito piamente que o meu caro enquanto pessoa será bem melhor (percebeu a ironia, ou quer que lhe explique?).
De facto, alguém que soube ser mais eloquente do que eu, disse que o meu caríssimo MEMI (e repito): “Lança as questões a que não sabe responder, esperando que os outros o elucidem, baralha, dá de novo, não paga direitos de autor nem estuda, as fontes são mal citadas, e no entanto quer dar explicações a intelectuais." De facto, fazendo uma síntese do que o meu amigo gosta de “escrever e opinar” por estas bandas, o caro anónimo (penso que era jornalista) vê confirmado a veracidade da sua afirmação.
Fazendo jus às afirmações do Sr. ministro da saúde acerca da falta de médicos, pense bem… encerre o blog, pendure o “teclado” e procure ser um pouco melhor no seu ganha-pão, pois se bem me recordo até durante os seus turnos de “banco” afixa posts no seu blog… resta saber se lavou as mãos, pois de outra forma é previsível que o rato do PC do hospital será provavelmente o local do hospital onde a densidade populacional bacteriana e afins!
Seja amigo dos intelectuais, e feche a “tasca”!

Raúl R Boldão disse...

Desculpem lá a troca do "b" pelo "v".

Anónimo disse...

E este foi, Srs e Sras, vindo directamente do que de melhor havia na ex-URSS para o MEMAI....

Obrigado pelo vosso aplauso!
Clap, clap, clap, clap!!!

Anónimo disse...

Parece-me que o circo começou com gente "amarela" e não "vermelha"

Anónimo disse...

Só uma perguntita Sr.dr.MEMAI; vi lá em baixo, antepenúltimo post que foi a a vossa inspecção da saúde que disse à Administração do S. João. Não entendo o que critica nem na substância, nem na forma.

Não "lave as mãos". LAVE e divulge o acto simples de lavar as mãos.

naoseiquenome usar disse...

Vão desculpar-me mais esta intervenção.

Estarei a ocupar "espaço" em demasia.

Não vou ser nada original, nem me identifico com o autor da afirmação que reproduzo, mas, neste momento, não podia deixar de fazÊ-lo:

"A Net tornou-se num espaço livre de mais para não suscitar 'inquietação' mesmo em países democráticos, e rentável de mais para não aguçar muitas cobiças"
Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 12-10-2006

Anónimo disse...

;;;)
Apagou o post seguinte? EX-FUTURO.

Anónimo disse...

Há algum tempo que visito este blog e confesso que gosto bastante.. porém fico triste com os comentários... ofensas não levam a lado nenhum. Não percebo porque este ódio tão marcado para com a classe médica..

São comentários odiosos e nada construtivos, nem dignificantes...

Parce quase que são despertadas feridas narcisicas...

Bem Hajam!
E parabéns pelo Blog.

Anónimo disse...

Como dizia o outro "Toooodo lá dentro" foi o que aconteceu ao autor deste blog.
Bem metido na linha.
Vou continuar a visita-lo pois acho-o necessário.
Fique bem.