Medicinas d'Alterne
Leitora amiga enviou-me esta notícia.
"Não se esqueça da criança ... a criança!", vociferou o JT.
Pois mais um exemplo da grande devoção que todos os pais têm pelas suas crianças.
JT, se eu lhe contasse o que vejo, diariamente, sobre as crianças e seus lindos pais, diria que não estava a acontecer...
"Alemanha: casal vegetariano condenado a prisão por subnutrição do filho
O tribunal de Paderborn, na Alemanha, condenou esta quarta-feira um casal vegetariano a dois anos e meio de prisão por considerar que não cuidou correctamente do seu filho de 15 meses, que se encontrava subnutrido.
O pai, de 44 anos, e a mãe, uma enfermeira de 36, foram considerados culpados de infligir danos físicos que provocaram a morte do bebé, falecido em Março com uma pneumonia.
Segundo os especialistas, a criança morreu devido a uma pneumonia agravada por carências alimentares. O casal alimentava a criança com leite de amêndoas e noz de coco. A criança foi tratada pelos pais durante 15 dias apenas com oleos naturais, antes de ser internado com uma pneumonia grave, à qual não sobreviveu.
O juiz considerou que este não se tratava de um «caso típico de negligência», uma vez que «os arguidos pretendiam o melhor para o seu filho», mas referiu que os pais deviam ter consultado um medico quando a criança adoeceu.
Copyright Diário Digital 1999/2004 http://diariodigital.sapo.pt/"
O tribunal de Paderborn, na Alemanha, condenou esta quarta-feira um casal vegetariano a dois anos e meio de prisão por considerar que não cuidou correctamente do seu filho de 15 meses, que se encontrava subnutrido.
O pai, de 44 anos, e a mãe, uma enfermeira de 36, foram considerados culpados de infligir danos físicos que provocaram a morte do bebé, falecido em Março com uma pneumonia.
Segundo os especialistas, a criança morreu devido a uma pneumonia agravada por carências alimentares. O casal alimentava a criança com leite de amêndoas e noz de coco. A criança foi tratada pelos pais durante 15 dias apenas com oleos naturais, antes de ser internado com uma pneumonia grave, à qual não sobreviveu.
O juiz considerou que este não se tratava de um «caso típico de negligência», uma vez que «os arguidos pretendiam o melhor para o seu filho», mas referiu que os pais deviam ter consultado um medico quando a criança adoeceu.
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